Cidades

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Versão i-Motion acelera vendas do Polo

Versão i-Motion acelera vendas do Polo

Redação

26/03/2010 - 05h40
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A Vol k swagen encontrou no câmbio uma forma de acelerar as vendas do Voyage. Com a transmissão automatizada i-Motion, a marca alemã incorpora um importante item de conforto na briga do segmento de compactos, que concentra mais de 70% das vendas de automóveis no Brasil e que tem toda a sorte de produtos e carrocerias. Só que a Volkswagen optou por espalhar logo a caixa i-Motion em três versões distintas de acabamento: 1.6, Trend e Comfortline, com preços de R$ 38 mil, R$ 40.527 e R$ 42.700. Já o principal concorrente, o Fiat Siena, só disponibiliza seu câmbio Dualogic para a versão top HLX, que começa em R$ 46.860. Com t a l est ratég i a, a Volkswagen tenta conquistar uma imagem de tecnologia em um segmento onde preço e custo/benefício são palavras de ordem. Afinal, o câmbio dispensa o uso da embreagem no trânsito cada vez mais confuso das cidades, sem custar o mesmo que um automático tradicional. Na intermediária Trend i-Motion, custa cerca de R$ 3.600 a mais que a manual – uma transmissão automática pode custar até R$ 5 mil. Não por acaso, oferecer a nova caixa em todas as versões 1.6 foi a maneira que a Volks encontrou para dar fôlego ao Voyage para encarar o líder isolado do segmento, o Siena. Em junho, o sedã da Fiat passou a ter a versão Dualogic. A resposta da marca alemã com o Voyage só chegou quatro meses depois, mas com um preço atraente. O rival leva a melhor no motor 1.8 mais potente, com 112/114 cv, contra os 101/104 cv aos 5.600 giros do 1.6 do Voyage. De série, o sedã da Volks conta com direção hidráulica, regulagem de altura do banco do motorista, computador de bordo, espelhos nos para-sóis, entre outros. A versão i-Motion do Voyage não vem com arcondicionado e comando elétrico dos vidros dianteiros e das travas, itens de A Volks, embora não seja famosa por sua ousadia visual, dotou o Voyage com estilo e certa ousadia. A frente é a mesma do Gol e faz sucesso nas ruas. Na versão mais luxuosa, o sedã vem com rodas de liga leve, faróis de neblina, capa dos espelhos retrovisores, maçanetas das portas e para-choques pintados na cor da carroceria fábrica no Siena. Completo, com esses itens mais retrovisores elétricos, rodas de liga leve aro 15, air bag duplo, freios com ABS, banco traseiro bipartido, keyless, ajuste de altura do volante, faróis e lanterna de neblina, rádio/CD/MP3 e volante multifuncional, o preço do três volumes da linha Gol chega a R$ 51.608. Mas a tática da Volkswagen ainda não mudou muito o segmento de sed ãs compactos. As versões com câmbio i-Motion do Voyage respondem por quase 10% das vendas. Com isso, o modelo da Volks mantém as médias de 5 mil unidades, ainda muito atrás do Siena, que registra 9 mi l unidades mensais no ano. A seu favor, o Voyage tem visual e plataforma mais modernos, oriunda do Fox, que data de 2003, enquanto o Siena usa chassi do Palio, de 1996. Mas a transmissão automatizada disponível já nos modelos intermediários pode ser uma modernidade mais perceptível para o consumidor.

URGÊNCIA

MEI terá direito a faturar até R$ 10,8 mil mensais, prevê projeto

A Câmara dos Deputados aprovou, por 430 votos favoráveis, o requerimento de urgência para o PLP que amplia o limite de enquadramento para Microempreendedores Individuais

17/03/2026 19h25

O próximo passo é o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definir o relator da proposta

O próximo passo é o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definir o relator da proposta

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A Câmara dos Deputados aprovou, por 430 votos favoráveis, o requerimento de urgência para o projeto de lei complementar (PLP) que amplia o limite de enquadramento para Microempreendedores Individuais (MEIs), nesta terça-feira, 17.

Com a aprovação do requerimento, o projeto tramita de forma acelerada. O próximo passo é o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), definir o relator da proposta.

O PLP 108/2021 foi aprovado no Senado Federal com a proposta de enquadrar como MEI a empresa que tiver renda bruta de R$ 130 mil anuais, e não mais R$ 81 mil, como ocorre atualmente. Na prática, a matéria permite que mais empreendedores tenham isenções do Imposto de Renda. Também fica permitido ao MEI a contratação de até dois empregados.

Na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, em 2022, houve um parecer em favor de um limite ainda mais flexível, de R$ 144 913,41, segundo a renda bruta no ano anterior, a ser atualizada anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Setores empresariais defendem essa proposta.

Nesse parecer da CFT, passariam a ser enquadradas como microempresas aquelas que tiverem receita bruta anual de até R$ 869.480,43, e não mais até R$ 360 mil, como ocorre atualmente. As empresas de pequeno porte também têm o enquadramento ampliado de R$ 4,8 milhões anuais para R$ 8.694.804,31.

Técnicos legislativos ouvidos pelo Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, apontam, no entanto, que o projeto não aponta o impacto fiscal da ampliação do limite dos MEIs, nem a medida compensatória para o projeto.

CONTROLE

MPF instaura processo administrativo para fiscalizar "emendas pix" em municípios do MS

Em 2025, os municípios de MS receberam R$ 89,424 milhões das emendas individuais por transferências especiais. O Estado ocupou a 4ª colocação no ranking dos que mais tiveram acesso a este recurso

17/03/2026 19h15

Entre as cidades de MS, Dourados foi a que mais recebeu as chamadas

Entre as cidades de MS, Dourados foi a que mais recebeu as chamadas "Emendas PIX", em 2025 Divulgação / Governo do Estado

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento administrativo para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos federais oriundos das "emendas pix", aquelas referentes a emendas parlamentares individuais impositivas sem finalidade definida, transferidas aos municípios. A ação foi vinculada à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR), que é o órgão dedicado ao combate à corrupção, improbidade administrativa e crimes contra a administração pública. 

A proposta de trabalho encaminhada pela 5ª CCR do MPF é saber onde e como os recursos são aplicados e coibir atos de corrupção. As transferências especiais, ou "emendas PIX", devem atender aos requisitos constitucionais de transparência e rastreabilidade, de acordo com o artigo 163-A da Constituição.

Em 2025, Mato Grosso do Sul ocupou a 4ª colocação no ranking de estados que mais receberam recursos das "Emendas PIX". Ao todo, foram repassados R$ 33,53 milhões, segundo o site de transparência do Tesouro Nacional.

O Estado só ficou atrás da Bahia, que recebeu R$121,70 milhões; São Paulo, R$40,70 mi; e Amapá, com R$36,33 mi recebidos pelo Governo Federal através da emenda individual por meio das transferências especiais.

Além disso, os municípios de MS receberam, no total, R$ 89,424 milhões destas emendas individuais especiais.

Entre os municípios que mais receberam os recursos estão:

  1. Dourados - R$ 9,90 milhões
  2. Sidrolândia - R$ 4,16 milhões
  3. Maracaju - R$ 3,96 milhões
  4. Ponta Porã - R$ 3,20 milhões
  5. Caarapó - R$ 3,16 milhões

Campo Grande recebeu apenas R$ 500 mil durante o ano de 2025, segundo o site do Tesouro Nacional.

Emenda PIX

As "Emendas Pix" são uma modalidade de emenda parlamentar individual impositiva, ou seja, recursos destinados pelos parlamentares diretamente para ações em sua cidade.

O diferencial destas emendas é que elas são liberadas de forma rápida, sem precisar estar vinculadas a projetos ou convênios específicos. Isso torna ainda mais importante o acompanhamento e controle social sobre o uso desses recursos.

"O artigo 166-A, I, e §§ 2º, 3º e 5º, da Constituição Federal, dispositivos acrescidos pela Emenda Constitucional n° 105/2019, instituíram as transferências especiais conhecidas como "emendas PIX", as quais, nos termos da Constituição, serão repassadas diretamente ao ente federado beneficiado, independentemente de celebração de convênio ou de instrumento congênere, pertencerão ao ente federado no ato da efetiva transferência financeira e serão aplicadas em programações finalísticas das áreas de competência do Poder Executivo do ente federado beneficiado", é o que considera o MPF na análise que instaurou o procedimento administrativo de acompanhamento.

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