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A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros anuncia uma semana de construção sólida, prosperidade e conquistas alcançadas por meio da disciplina, da maturidade e do esforço constante.

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Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros surge em sintonia com a temporada geminiana para mostrar que ideias inteligentes só prosperam quando encontram direção, disciplina e estratégia.

Enquanto Gêmeos movimenta a mente, amplia contatos e desperta novas possibilidades, o Rei de Ouros traz estabilidade e visão prática para transformar conhecimento em crescimento, oportunidades em resultados e planos em realizações concretas.

O Rei de Ouros simboliza o caminho sólido para o sucesso material e a prosperidade construída com paciência, disciplina e visão estratégica. Os touros presentes em seu trono fazem referência ao signo de Touro e representam determinação, estabilidade e comprometimento com objetivos de longo prazo.

Cercado por abundância e segurança, o Rei de Ouros demonstra que a verdadeira riqueza não nasce apenas dos bens materiais, mas da capacidade de construir algo duradouro por meio da preparação, da constância e da sabedoria.

Você tem se sentido inseguro em relação ao seu futuro financeiro? Existe algum sonho ou objetivo que deseja conquistar, mas ainda não sabe por onde começar? Reflita também sobre a forma como enxerga a prosperidade neste momento: seus pensamentos sobre dinheiro e abundância têm sido positivos ou limitantes?

O Rei de Ouros é um dos filhos prediletos da Imperatriz, símbolo da fertilidade, da abundância e da criação. Somente a ele foi confiado o cetro dourado capaz de fazer tudo prosperar. Essa confiança existe porque o Rei de Ouros aprendeu a unir paciência, preparo e dedicação amorosa em tudo aquilo que constrói.

Ao mesmo tempo, ele carrega a firmeza e a proteção herdadas do Imperador, representadas pela armadura e pelos muros que cercam seus domínios. Dentro dele, há equilíbrio entre sensibilidade e disciplina, intuição e estratégia.

As vestes do Rei são adornadas por uvas, símbolo de abundância, prazer e colheita. Mas cultivar uvas exige tempo, cuidado e constância. O vinho não nasce da pressa — nasce da paciência. O Rei de Ouros entende que o verdadeiro sucesso é construído aos poucos, com preparo, dedicação e amor pelo que se faz.

Antes mesmo da colheita chegar, ele já está preparando a terra, fortalecendo as raízes e cuidando do que ainda nem pode ser visto. É justamente essa postura que transforma esforço em prosperidade.

Esse Arcano ensina que toda conquista sólida precisa de três pilares essenciais. O primeiro é a paciência. Nem todos os dias serão ensolarados, mas até os períodos difíceis têm sua função no crescimento. Tudo aquilo que possui valor — sonhos, talentos, relacionamentos ou estabilidade financeira — precisa de tempo para amadurecer.

O segundo pilar é o planejamento. O Rei de Ouros pede metas claras, organização e visão de longo prazo. Quando você estabelece objetivos e divide seus passos de forma prática e possível, o caminho deixa de parecer tão distante.

O terceiro pilar é a forma como você se relaciona com suas responsabilidades. O Rei de Ouros mostra que resultados mais prósperos surgem quando o trabalho é realizado com presença, gratidão e propósito — e não apenas por obrigação, medo ou escassez. A energia colocada em cada ação influencia diretamente os frutos que serão colhidos no futuro.

O Rei de Ouros simboliza estabilidade, prosperidade, segurança material, maturidade e realização. Quando representa uma pessoa, fala de alguém confiável, estrategista e capaz de construir riqueza de forma sólida e consciente.

Também pode indicar figuras de liderança, pessoas com talento para negócios, finanças e empreendedorismo, além de alguém que valoriza estabilidade, segurança e crescimento duradouro.

Compromisso e segurança: A energia desta carta no amor indica relações sólidas, duradouras e focadas no futuro. O momento pede estabilidade e construção de um lar seguro.

Sucesso e conquistas: É uma das melhores cartas para o lado profissional. Representa o ápice dos seus esforços. Momento ideal para colher frutos, fechar bons negócios ou alcançar uma promoção.

Cautela e sabedoria: No campo financeiro, o Rei de Ouros incentiva planejamento, disciplina e visão de longo prazo, mostrando que a verdadeira prosperidade nasce da constância, da sabedoria e de escolhas bem estruturadas.

O Rei de Ouros é um provedor confiável, alguém que utiliza sua ambição, maturidade e confiança para construir riqueza e segurança, tanto para si quanto para aqueles ao seu redor. Sua autoestima nasce não apenas do que conquista, mas também da capacidade de compartilhar, orientar e oferecer estabilidade.

Como figura de autoridade, ele representa sabedoria, especialmente em questões financeiras, profissionais e materiais.

Quando o Rei de Ouros surge como carta regente, indica um momento de confiança na própria capacidade de atrair, administrar e expandir recursos. Você consegue enxergar oportunidades de crescimento com clareza e, ao mesmo tempo, possui disciplina e autocontrole para transformar ideias em resultados concretos e duradouros.

A presença deste Arcano revela um enorme potencial de materialização. Mais do que sonhar, você se encontra pronto para agir, estruturar planos e transformar objetivos em algo tangível e próspero.

O Rei de Ouros simboliza a pessoa empreendedora, estratégica e determinada, que entende que o verdadeiro sucesso é construído com consistência, planejamento e dedicação.

Existe aqui uma energia semelhante ao toque de Midas: aquilo que recebe sua atenção, cuidado e comprometimento tende a prosperar. Quando você direciona sua força para aquilo em que acredita, os resultados podem ser extremamente positivos, especialmente no campo financeiro e profissional.

O dinheiro passa a fluir de forma mais estável, trazendo sensação de segurança, realização e autonomia.

O Rei de Ouros também fala sobre conclusão e consolidação. Pode indicar a finalização bem-sucedida de projetos, investimentos, empreendimentos ou metas importantes.

Depois de muito esforço, responsabilidade e atenção aos detalhes, chega o momento de colher os frutos do que foi construído. Mais do que riqueza material, este Arcano representa a construção de uma base sólida para o futuro.

Sua principal lição é clara: o sucesso sustentável nasce da paciência, da estratégia e da constância. O Rei de Ouros entende que não é preciso agir por impulso ou correr riscos desnecessários para prosperar. A experiência já mostrou quais caminhos funcionam melhor.

Agora, o momento pede confiança no que já foi construído, estabilidade nas escolhas e maturidade para continuar avançando com segurança e sabedoria. “Sucesso não é o resultado de um golpe de sorte, mas da soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.” (Robert Collier)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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Frejat é a grande atração do Araruna Fest, dia 30 de maio, em Campo Grande

Festival reúne mais de seis horas de shows no Bosque Expo, com programação que vai do School of Rock ao headliner que definiu o rock nacional

23/05/2026 15h00

Frejat é a grande atração do Araruna Fest, dia 30 de maio, em Campo Grande

Frejat é a grande atração do Araruna Fest, dia 30 de maio, em Campo Grande Foto: Divulgação

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Frejat é a grande atração da segunda edição do Araruna Fest, que acontece no dia 30 de maio, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande. O músico encerra a noite com o show Frejat Ao Vivo, revisitando parcerias com Cazuza, como Exagerado, Bete Balanço e Pro Dia Nascer Feliz, além de canções de carreira solo como Por Você, Amor pra Recomeçar e Segredos.

Em sua segunda edição, o festival reúne nomes históricos do rock brasileiro, artistas da cena de Mato Grosso do Sul e promove encontros que não acontecem regularmente no circuito de shows do Centro-Oeste.

Um dos destaques da programação é a participação de Alec Haiat, integrante da formação clássica da Metrô, banda que ajudou a definir a estética pop-rock dos anos 1980 no Brasil com músicas como Beat Acelerado, Johnny Love e Tudo Pode Mudar. No Araruna Fest, Alec sobe ao palco ao lado de Erica Espíndola. Além dos clássicos do Metrô, o show inclui o lançamento de um single inédito.

"Vai ter mais clássicos do que músicas novas, claro. Mas eu nunca parei de compor. Já são quase 50 músicas inéditas. As pessoas vão ver que não é só uma experiência nostálgica. Existe uma continuação", afirma Alec Haiat. Para Erica Espíndola, a participação no festival representa também uma mudança para a cena cultural local.

"Nem nos meus sonhos mais selvagens eu imaginaria viver um momento como esse. E eu não falo só da minha carreira. Eu falo de Campo Grande estar entrando nesses movimentos grandiosos da música e abrindo espaço para diferentes estilos", diz a cantora.

Outro momento especial da noite é o retorno de Clemente Nascimento, das bandas Plebe Rude e Inocentes. Na primeira edição do Araruna Fest, o músico passou mal antes do show e precisou ser submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência na Santa Casa de Campo Grande.

Recuperado, ele volta ao festival com o projeto Violões em Fúria, com versões de clássicos do rock nacional e internacional, e também como mestre de cerimônias da noite, ao lado da jornalista Maria Cândida, curadora do evento. A abertura fica por conta da School of Rock. Na sequência, O Bando do Velho Jack sobe ao palco. O grupo completa 30 anos como uma das principais referências do blues e do rock de Mato Grosso do Sul.

Os ingressos estão em reta final de lote e podem ser parcelados em até 12 vezes. A Área VIP Pista tem valores entre R$ 75 e R$ 150. O setor Bistrô, com quatro lugares, varia entre R$ 95 e R$ 190. Os Setores A, B e C têm preços entre R$ 160 e R$ 420.

SERVIÇO:

Araruna Fest
Data: 30 de maio de 2026
Local: Bosque Expo, Shopping Bosque dos Ipês, Campo Grande/MS
Abertura dos portões: 17h30
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/115842
Valores: a partir de R$ 75 + taxas

Cinema Correio B+

Legends: a inacreditável história real que inspirou a série da Netflix

Baseada na vida do agente infiltrado Guy Stanton, série britânica acompanha homens comuns transformados em identidades falsas para combater o tráfico internacional

23/05/2026 13h00

Legends: a inacreditável história real que inspirou a série da Netflix

Legends: a inacreditável história real que inspirou a série da Netflix Foto: Divulgação

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Entre as muitas séries policiais lançadas pelo streaming nos últimos anos, poucas começam de maneira tão desconfortável quanto Legends. A produção britânica, disponibilizada internacionalmente pela Netflix, até poderia ser confundida inicialmente com mais um thriller sobre tráfico internacional, infiltrações perigosas e agentes secretos vivendo vidas duplas.

Mas a série rapidamente deixa claro que seu verdadeiro interesse não está na adrenalina da espionagem, mas no desgaste psicológico provocado por ela.

E talvez o aspecto mais impressionante seja justamente o fato de que quase tudo ali parte de histórias reais.

A série se inspira nas operações secretas conduzidas pela HM Customs and Excise, equivalente à alfândega britânica, durante os anos 1990. Na época, o Reino Unido enfrentava um crescimento alarmante da entrada de heroína e cocaína no país, especialmente através de redes internacionais ligadas ao tráfico vindo do Afeganistão, Oriente Médio e América do Sul.

A resposta das autoridades foi criar uma unidade de infiltração formada não por agentes cinematográficos à la James Bond, mas por funcionários aparentemente comuns transformados em identidades falsas ambulantes.

O título original da série ajuda a entender muito desse universo. No vocabulário das operações infiltradas, “legend” é o nome dado à identidade falsa construída para um agente sobreviver.

Não se trata apenas de um nome inventado, mas de uma biografia inteira cuidadosamente fabricada: profissão, passado, contatos, hábitos, histórico financeiro, pequenas histórias pessoais e até traços emocionais que precisavam resistir à convivência diária com criminosos reais.

A lógica era simples e ao mesmo tempo aterrorizante: a persona precisava parecer tão convincente que até o próprio agente precisava acreditar nela. Caso contrário, morreria.

É exatamente aí que entra Guy Stanton, homem cuja trajetória serviu de inspiração para um dos personagens centrais da série.

Stanton não vinha do exército, da inteligência militar ou do universo glamoroso normalmente associado à espionagem britânica.

Funcionário da HM Customs and Excise, ele foi recrutado para integrar a unidade secreta justamente porque parecia comum o suficiente para desaparecer dentro daquele mundo sem chamar atenção.

Uma de suas primeiras missões envolveu infiltrar redes de traficantes turcos, curdos e cipriotas responsáveis por levar enormes quantidades de heroína do Afeganistão para o Reino Unido. Assim como acontece em Legends, Stanton precisou atuar ao lado de um informante para conseguir acesso ao grupo criminoso.

Na série, esse parceiro é o personagem Mylonas, interpretado por Gerald Kyd. Na vida real, era um dono de cassino grego-cipriota conhecido pelo apelido de Keravnos, ou “Thunderbolt”.

Foi através de Keravnos que Stanton passou a circular entre alguns dos maiores traficantes do mundo em operações extremamente perigosas que o levaram inclusive à América do Sul. Em determinado momento, segundo relatos posteriores, ele foi vendado e levado para um galpão remoto por um primo de Pablo Escobar.

O encontro fazia parte de negociações ligadas ao tráfico internacional de cocaína e acabaria levando à apreensão de uma grande carga da droga no Brasil.

Embora muitos detalhes permaneçam protegidos por sigilo, o episódio ajuda a entender como o Brasil já aparecia nos anos 1990 como peça estratégica nas rotas internacionais do narcotráfico monitoradas por autoridades europeias.

Décadas antes do país se consolidar publicamente como um dos principais corredores globais da cocaína rumo à Europa, agentes infiltrados britânicos já operavam dentro dessas conexões sul-americanas extremamente violentas.

Stanton descreveu essas operações como algumas das experiências mais perigosas de sua vida infiltrada. Para sobreviver, precisava convencer traficantes ligados a organizações internacionais de que realmente pertencia àquele universo. Qualquer hesitação, inconsistência ou falha significaria morte imediata.

Ao longo dos anos infiltrado, Stanton escapou da morte inúmeras vezes. Em Curaçao, por exemplo, enquanto tentava concluir um acordo criminoso, um homem passou de carro atirando contra ele com uma submetralhadora Uzi. Em entrevistas recentes, Stanton afirmou que sequer consegue calcular quantas vezes teve armas apontadas para sua cabeça.

Mas talvez o aspecto mais perturbador de sua história seja justamente a dimensão emocional da infiltração. Porque sobreviver naquele universo exigia construir relações reais com homens que ele eventualmente entregaria às autoridades.

Em diversos momentos, Stanton precisou testemunhar em tribunais contra criminosos de quem havia se aproximado durante anos. Em Haia, chegou a depor disfarçado para proteger sua identidade.

A série entende algo fundamental sobre infiltração que thrillers tradicionais muitas vezes ignoram: o maior risco não é apenas ser descoberto, mas deixar de conseguir retornar para si mesmo depois.

O próprio Stanton descreveu essa transformação de forma dolorosamente direta anos depois. Em determinado momento, passou a ser investigado pela polícia sob suspeita de aceitar propinas de Keravnos, acusação que sempre negou e acabou abandonada por falta de provas.

Ainda assim, a situação marcou o fim de sua atuação infiltrada. “Eu tinha orgulho de ser um agente infiltrado, mas minha persona, Stanton, se tornou notória demais e precisou morrer”, afirmou ao jornal The Sun.

A frase parece saída diretamente da série, mas revela algo muito mais profundo sobre o impacto psicológico desse tipo de vida. Porque Legends não trabalha infiltração como fantasia de poder ou aventura glamorosa, mas como erosão progressiva da identidade.

Os agentes vivem tanto tempo interpretando personagens que a fronteira entre atuação e existência começa lentamente a desaparecer.

E talvez seja exatamente isso que Tom Burke consegue captar tão bem em sua interpretação.

Burke já vinha construindo há anos uma das carreiras mais respeitadas da televisão britânica contemporânea, quase sempre interpretando homens emocionalmente ambíguos, inteligentes e ligeiramente deslocados do mundo ao redor. Filho dos atores David Burke e Anna Calder-Marshall, cresceu cercado por teatro e televisão, mas nunca seguiu exatamente o caminho convencional do galã britânico.

Grande parte do público passou a conhecê-lo através de Strike, adaptação dos romances policiais escritos por J.K. Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith, onde interpreta o detetive Cormoran Strike.

O personagem se tornou um enorme sucesso justamente porque Burke construiu algo muito mais complexo do que o típico investigador genial e torturado. Sua atuação trabalha exaustão física, trauma emocional, ironia e vulnerabilidade de forma contida, quase sempre deixando mais coisas sugeridas do que explicitamente ditas.

Antes disso, também chamou a atenção em War & Peace, da BBC, e em Mank, de David Fincher, onde interpretou Orson Welles. Mesmo em papéis menores, costuma dominar cenas por uma combinação rara de magnetismo silencioso e introspecção. Há algo muito ligado ao velho cinema britânico em sua presença: atores que parecem pensar enquanto atuam.

Isso se torna essencial em Legends. Porque a série depende justamente de um protagonista capaz de transmitir a sensação de alguém permanentemente dividido entre o personagem que interpreta e a pessoa que lentamente deixa de reconhecer em si mesmo.

Hoje, Guy Stanton está na casa dos 60 anos. Depois de deixar as operações infiltradas, trabalhou como investigador privado e passou a dar palestras para forças policiais estrangeiras sobre técnicas de infiltração e operações encobertas. Também recebeu um MBE, uma das honrarias concedidas pelo governo britânico por serviços prestados ao país.

Mesmo décadas depois, ainda evita revelar totalmente sua identidade pública. Em entrevistas recentes para divulgar Legends, afirmou que muitos dos criminosos daquela época já morreram ou envelheceram. Mas admitiu também que jamais saiu emocionalmente ileso da experiência.

“Eu costumava ser um otimista absoluto”, disse ao The Times. “Hoje, às vezes, vejo o copo meio vazio. Você olha para o noticiário e, em vez de pensar que tudo vai passar, pensa no pior. Isso me afetou. Saber que essas pessoas existem, saber que esse mundo existiu e continua existindo.”


Talvez seja justamente essa a grande força de Legends. No fundo, não é apenas uma série sobre tráfico internacional ou operações secretas. É uma história sobre identidade. Sobre o que acontece quando alguém passa anos sobrevivendo através de personagens fabricados até o ponto em que a linha entre atuação e existência lentamente desaparece.

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