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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 18 e 24 de novembro.

Plutão em Aquário e o Poder Transformador da Torre do Tarô. Aproveite para romper com velhos padrões!

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Plutão em Aquário e o Poder da Transformação Interior

Após quase 16 anos no signo de Capricórnio, Plutão, o planeta que rege as profundezas, ingressa no signo de Aquário nesta terça-feira (19). Sob a energia aquariana, somos convidados a cultivar nossa independência e a nos libertar do que é antigo, tradicional ou ultrapassado, abrindo caminho para o novo. O tema central de Aquário é essencialmente a busca por individualidade e a capacidade de assumir o controle do próprio destino.

Embora Plutão se mova lentamente, seus trânsitos significativos, como este, exercem uma influência poderosa na consciência coletiva, promovendo transformação, crescimento e desenvolvimento pessoal.

Este trânsito de Plutão por Aquário se estenderá pelas próximas duas décadas. Isso mesmo: vinte anos marcados por esse trânsito astrológico de grande impacto, que promete revolucionar nossa abordagem coletiva e causar um verdadeiro estrondo ao trazer consigo uma mudança de mentalidade, além de reflexões profundas sobre o que desejamos ver no mundo e em nós mesmos.

Rompendo as Estruturas do Passado com a Carta da Torre

Quando observamos a energia da semana, encontramos a Torre, carta de número 16 dos Arcanos Maiores do Tarô. Este arcano simboliza revelações, rupturas e choques intensos, uma força que limpa ou, mais precisamente, implode de forma drástica e implacável as ilusões, expondo verdades ocultas. Essa energia disruptiva reflete perfeitamente a essência de Plutão em Aquário: um rompimento radical com o passado, como uma explosão que destrói tudo o que já não serve ao nosso crescimento individual e coletivo.

A carta da Torre nos lembra que a libertação nem sempre é fácil. Muitas vezes, ela traz a destruição repentina de estruturas que considerávamos nosso “porto seguro”. No entanto, é nessa desconstrução que novos caminhos começam a se formar. Prepare-se, portanto, para abraçar transformações profundas, deixando para trás velhos padrões e acolhendo novas perspectivas.

Embora Aquário seja frequentemente associado à esperança e ao potencial de um futuro melhor (como simbolizado pela carta da Estrela no Tarô), a verdadeira energia dessa transição se alinha mais com a Torre, que representa o rompimento e a destruição necessária para o surgimento do novo.

Há uma força na natureza que, de tempos em tempos, provoca transformações profundas e a carta da Torre simboliza exatamente isso. Quando olhamos para o signo de Aquário, vemos que sua energia está profundamente conectada à desconstrução dos velhos paradigmas, das estruturas obsoletas que governam nossas vidas — sejam elas sociais, políticas ou até mesmo pessoais.

Aquário não busca apenas uma melhoria nas condições existentes; ele é sobre criar algo radicalmente novo. E, para que isso aconteça, é necessário primeiro derrubar o que está velho e ultrapassado.

Plutão Prova que Tamanho Não é Documento

Plutão pode ser o menor planeta do nosso sistema solar — reclassificado como “planeta anão” em 2006 —, mas seu poder astrológico está longe de ser considerado pequeno. Ele governa temas profundos e transformadores, que impactam tanto a consciência individual quanto a coletiva.

Por que esse trânsito é tão importante? Capricórnio representa sistemas tradicionais e estruturas consolidadas, enquanto Plutão é o arquétipo da transformação profunda. Quando combinado com a energia de Aquário, um signo voltado para o futuro e a inovação, a mensagem é clara: não se trata de consertar o que está quebrado, mas de criar novos paradigmas capazes de transformar a maneira como vivemos.

Esse momento astrológico nos oferece uma oportunidade única de redenção e renovação. Plutão não apenas sugere mudanças — ele exige! Em vez de sussurrar, ele nos dá um empurrão firme (ou até uma pancada na cabeça) para abandonarmos bases frágeis e construirmos fundações mais sólidas e confiáveis. E com Aquário como cenário, a promessa é de um futuro repleto de possibilidades.

Embora transições dessa magnitude sejam sempre um pouco desestabilizadoras, não há motivo para temer. Plutão, apesar de seu impacto transformador, opera de maneira lenta e gradual, como o movimento das placas tectônicas que silenciosamente remodelam a Terra.

À primeira vista, essas mudanças podem parecer sutis, mas, com o tempo, o impacto acumulado será inegável, redefinindo nossas vidas coletivas de formas que só compreenderemos plenamente em retrospectiva.

Carta da Torre - Divulgação

O Arquétipo de Plutão: Morte, Renascimento, Purificação, Desapego e Regeneração.

Plutão é o “planeta Lázaro” da ressurreição, um transformador poderoso que simboliza o renascimento em sua essência mais profunda. Sempre que um novo ciclo de crescimento surge após uma noite escura da alma, você pode ter certeza de que o “CEO das jornadas do submundo” está por trás disso.

Plutão nos conecta diretamente ao nosso lado sombrio. Ele nos desafia a confrontar nossos medos, a aceitar a “morte” de antigas versões de nós mesmos e a evoluir. Podemos escolher abraçar essa transformação ou resistir, mas, nesse caso, seremos continuamente apresentados às lições necessárias (e dolorosas) para a mudança.

O que quer que Plutão esteja pedindo para você abandonar no submundo, lembre-se: é apenas para abrir espaço para algo ainda melhor e mais gratificante em sua jornada. Deixe o passado no passado.

Por Que Plutão Em Aquário é Notícia De Última Hora

Entre março e junho do ano passado, tivemos um breve vislumbre de Plutão em Aquário. Antes disso, o planeta transformador não transitava por Aquário desde o final dos anos 1700. Agora, estamos prestes a embarcar em uma jornada inédita e repleta de surpresas. Este é um território praticamente desconhecido em nossas vidas — e também nas de muitas gerações passadas.

Quando Plutão entra em Aquário, ele direciona sua energia transformadora para áreas como tecnologia, informação, ciência e sistemas de poder. Aquário, por sua vez, é um signo voltado para o coletivo, que busca inovações que impactem o bem-estar comum.

Durante as próximas duas décadas, enquanto Plutão transita por Aquário, podemos esperar uma radical transformação nas normas e ideologias sociais, com mudanças profundas na maneira como nos relacionamos com o mundo e uns com os outros.

A Última Viagem de Plutão por Aquário: Transformações Profundas no Horizonte

A última vez que Plutão transitou por Aquário, entre 1777 e 1798, o equilíbrio de poder no mundo sofreu transformações monumentais. Aqueles 20 anos foram marcados pela Revolução Americana, a Revolução Francesa e o início da Revolução Industrial.

A monarquia foi derrubada na França, um exemplo claro de como até mesmo as instituições mais poderosas do mundo podem ser destruídas pela força transformadora de Plutão e pela energia disruptiva da carta da Torre.

Esse período também representou o auge da Era do Iluminismo, quando os ideais aquarianos de razão, racionalidade e o poder da humanidade de conduzir seu próprio destino ganharam força e expressão.

Com Plutão ingressando em Aquário, temos uma rara oportunidade de liberar o que já não nos serve, criando espaço para um crescimento genuíno e uma renovação autêntica. Este é um tempo de romper com vínculos ultrapassados, se alinhar a comunidades que compartilham nossos valores e abraçar nossa individualidade em um mundo em constante transformação. Estamos diante de um ciclo de reconstrução profunda. “Reescreva sua história, uma frase de cada vez.”

Uma ótima semana e muita luz,

Cris Paixão

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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