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Capa B+: Entrevista exclusiva com a cantora e atriz Lucy Alves

"A Dança dos Famosos" foi muito especial e incrível! Uma experiência rica, transformadora e que eu levarei para a vida".

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Lucy Alves tem se consagrado cada vez mais como uma artista de multitalentos. A paraibana iniciou sua carreira na música ainda criança no Grupo Clã Brasil, ao lado das três irmãs e dos pais.

Formada em música pela Universidade Federal da Paraíba, Lucy lançou o primeiro CD “A Sedução do Clã Brasil”, em 2002, e desde então tem se firmado como uma voz potente na representatividade nordestina musical. A artista lançou também o single MELAÇO, que aposta na sensualidade e no calor do Nordeste. No trabalho, Lucy faz parceria com Rachel Reis. O projeto faz parte do EP da artista e a música nasceu de forma inusitada. 

“Eu gosto muito do trabalho de Rachel e a gente começou a se falar pelas redes sociais. Mandei uma ideia de melodia e palavras, e ela me respondeu com outras palavras e versos e ali começou a nascer Melaço”, diz a cantora, que define ainda que Melaço é “o tom da pele, de peito apaixonado e temperatura de Nordeste que gosta de dançar coladinho”. A produção musical é da equipe de Tiê Castro.

Apesar de ter nascido em berço musical, Lucy equilibra seus dons artísticos e se firma como uma grande atriz. Seu trabalho mais recente na televisão foi a novela “Travessia”, como a protagonista Brisa. 

Lucy se destacou no reality “The Voice Brasil” (2013), o que lhe rendeu convite para participar do musical “Nuvem de Lágrimas”, recebendo uma indicação para o prêmio Bibi Ferreira. Ainda na carreira musical, em 2016, com o álbum “Lucy Alves & Clã Brasil no Forró do Seu Rosil”, ela foi indicada ao Grammy Latino.

A sua estreia na TV foi em 2016, quando viveu a antagonista Luzia dos Anjos, em “Velho Chico”. No ano seguinte, esteve em “Tempo de Amar” e, em 2020, interpretou a protagonista de “Amor de Mãe” na primeira fase da novela. Em 2022, estreou na Netflix na série “Só Se For Por Amor”.

A participante da última edição da "Dança dos Famosos", é a nossa Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista exclusiva ao caderno ela fala de sua atuação na Dança na TV Globo, carreira e música.

Lucy Alves é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto - Divulgação - Diagramação: Denis Felipe e Denise Neves

CE - Como foi participar do Dança dos Famosos e chegar na final do programa?
LA -
Foi muito especial, incrível. Uma experiência rica, transformadora e que eu levarei para vida, para os palcos. Eu quando entro em uma competição - e olha que eu gosto de um reality, hein, risos - eu me jogo, mergulho pra valer.

Levei tudo muito a sério, mas me diverti também, aprendi coisas novas sobre a dança, sobre o meu corpo... A cada etapa vencida, uma motivação a mais para continuar e assim fui avançando até chegar à final. Foi demais. Se me convidassem mil vezes, eu aceitaria todas elas!

CE - Qual a maior lição você tirou dessa participação? E qual foi o maior desafio enfrentado?
LA -
Acho que não teve uma lição, algo muito específico. É um processo de aprendizagem. Toda competição nos ensina algo e isso é bem particular porque depende de como a disputa nos atravessa. É sobre como encaramos os desafios que vão se desenhando ao longo do processo.

Diz muito mais sobre o nosso íntimo, sobre como lidamos com situações de pressão, sobre como controlamos nossas emoções, como nos ajustamos para darmos conta de chegar até o final. Acho que o maior desafio foi me entender, sabe dosar minha ansiedade, estar disponível para aprender coisas novas e entender que precisava me dedicar para que minha participação fosse exatamente aquilo que eu esperava de mim mesma.

CE- Você já é bastante conhecida pelo talento na música e na atuação, e surpreendeu a todos com a dança. Pretende seguir praticando?
LA -
Claro! A dança nos permite, mais do que exibir uma performance deste ou daquele ritmo, um autoconhecimento corporal e, com isso, controle do que fazemos com o nosso corpo. Já sinto uma diferença em meus shows e isso viu levar pra vida!

Dançar traz ainda um prazer, uma liberdade que deveriam ser experimentados por todo mundo. Limpa a alma e a mente. Acho que praticar alguma modalidade específica, por enquanto, não está nos meus planos. Mas como eu aprendi tanta coisa durante o quadro, quero trazer para o meu dia a dia, para meus shows especialmente.

CE- Recentemente você lançou novas músicas. O que podemos ainda esperar para 2024 na carreira musical? E nos trabalhos de atuação, o que mais vem pela frente?
LA -
Estou ainda numa rodada de shows pelo país por conta dos festejos juninos - uma época do ano que eu amo, que diz muito sobre as minhas raízes como artista. Paralelamente voltarei à telinha, em Renascer.

O convite para essa participação veio do autor e eu não tinha como negar, afinal terei em minhas mãos uma personagem muito especial, que também é artista e, vejam só, é sanforneira! Mas meus planos para este ano ainda incluem um álbum no qual já venho trabalhando. Lançar um disco é muito trabalhoso e eu cuido de todos os detalhes, do começo ao fim. Mas quando tudo estiver mais amadurecido, eu correrei para contar para vocês.

Lucy Alves - Divulgação

CE- Você começou na música ainda muito nova, seguindo uma tradição da família, certo? Se não fosse por isso, acha que teria seguido alguma carreira diferente?
LA -
Isso mesmo. A minha família teve uma influência muito forte na minha vida, na minha carreira. A arte sempre fez parte de tudo lá em casa.

Fugir disso seria quase impossível - e eu sou muito grata por ter sido desta forma. Eu tenho certeza de que a música e o teatro me chamariam de alguma forma, em algum momento da minha vida se eu não tivesse esse "facilitador" que foi ter minhas maiores referências dentro de casa. Eu só acho que talvez fosse mais tardio, mais trabalhoso. Não que tenha sido fácil. Mas eu tive muito apoio e isso sempre fez toda a diferença.

CE- Já passou por preconceitos por ser mulher, nordestina?
LA -
Sim, essa é uma realidade. Ainda! Mas ela ainda é muito presente. Por vezes, ele vem velado, numa "brincadeira" sobre o nosso sotaque, por exemplo. Mas em outros momentos, não! O preconceito vem escancarado mesmo, em comparações que transformam essas diferenças tão ricas que pertencem a determinadas regiões do país em algo melhor ou pior do que o outro.

Já fui pre-julgada sim, tive minha capacidade questionada por ser mulher e por ser uma mulher paraibana. E com isso tudo se torna mais difícil, porque você precisa mostrar duas, três vezes mais que vc é capaz sim! As oportunidades até podem ser as mesmas para todos, mas o percurso é bem mais curto para alguns poucos privilegiados.

CE - Fale um pouco sobre sua parceria com o cantor e músico Gabriel Sater pra gente?
LA -
É muito especial quando a vida nos permite ter alguns encontros que nos modificam de alguma forma. Eu tenho uma relação muito forte e única com a música, um respeito gigante. A música é um dos elementos que me alimentam enquanto artista, como ser humano. E Gabriel tem muito disso também. Poder estar com ele nessa parceria foi um prazer, um encontro leve e de muita conexão com o universo musical. 

Lucy Alves - Divulgação

CE - Quando e como aprendeu a tocar sanfona?
LA - 
Aprendi a tocar a sanfona com 15 anos e, embora ela já estivesse na minha família através dos meus tios que tocavam, os tios de meu pai que tocavam esse instrumento, meu bisavô também, que era sanfoneiro de folha e de oito baixos, forró muito presente e os sanfoneiros também, nunca foi o meu interesse assumir a sanfona.

Só que quando a gente fez um grupo musical chamado Clã Brasil, lá nos anos 2000, não tinha sanfoneiro e em determinado momento eu comecei tocando cavaquinho na primeira formação, e depois de um momento eu disse que grupo de folha tem que ter sanfona, e aí resolvi aprender. Já tocava piano, então a parte do teclado de piano foi mais familiar, fiquei cutucando baixos, peguei uma sanfona emprestada do meu tio Bill, e aí comecei a tocar, e terminei me apaixonando pela sanfona.

Hoje é um dos instrumentos mais queridos por mim, é um instrumento que é muito representativo, que me abriu muitas portas nas artes em geral. Eu posso trazer comigo nos meus personagens e isso é muito massa, muito identitário, então é um instrumento de muita potência, de muita força e, embora tenha sido um dos últimos que eu aprendi a tocar, se tornou um dos mais importantes. 

CE - Como você ingressou na carreira de atriz?
LA -
 O convite para uma novela veio juntamente a um convite para fazer um musical. Veio de uma vez, embora eu não tivesse a experiência propriamente dita, atuando. Mas o palco já era minha casa como cantora. Eu já tinha participado como instrumentista de alguns espetáculos fazendo trilha sonora, mas não atuando.

E aí, através de convites, veio Nuvem de Lágrimas, veio um teste para Dois Irmãos, uma minissérie também dirigida por Luiz Fernando Carvalho, mas através desse teste eu entrei em Velho Chico e vivi a minha primeira grande novela, entrando ali como uma espécie de antagonista, e aí começou o meu caminho como atriz, uma coisa que veio a partir da minha intuição enquanto artista.

Nas minhas ferramentas de comunicação, eu aprendo muito com as personagens, eu evoluo, eu cresço, eu amadureço, porque dar vida à personagem sempre nos transporta para conflitos muito diferentes, né? E a gente vive aquilo, então, além de ser uma profissão muito especial, que eu tenho muito respeito, essa da atriz, do ator, é uma forma de se expressar muito importante pra mim. 

CE - Cantar ou atuar?
LA -
Os dois, com certeza!! Jamais saberia escolher e também não vejo o porque de ter uma escolha. São artes complementares e que me definem como a profissional que eu sou. O meu desafio está em entender quando é o momento de privilegiar essa ou aquela arte, feito uma gangorra, mas não pode parar nunca!

CE - Um sonho que você tenha em sua carreira...
LA -
São muitos os sonhos! Tenho na minha cabeça alguns desenhos de shows, por exemplo. Quero lançar meus discos e ser desafiadas por personagens que me deixem com o coração na boca!
 

Tocando sua sanfona - Divulgação - Lucy Ramos

CE - um momento inesquecível em sua carreira...
LA -
 Eu tive alguns momentos, alguns bons encontros. Eu acho que a minha primeira novela foi um grande momento, a minha primeira participação no Rock in Rio foi um grande momento, no Palco Sánchez, que era um festival que eu sempre quis estar.

Nossa, vários momentos, eu me orgulho muito da trajetória que eu venho construindo, chegar no Rio de Janeiro também e construir tudo isso tem sido muito prazeroso e maravilhoso. Posso elencar o Dança dos Famosos também como o grande último feito que me fez girar chaves também, profissionais e pessoais.

Meus encontros musicais, que são muito especiais, com Dominguinhos, com Sivuca, que são artistas que já se foram e deixaram um legado marcante, e que me marcaram, são marcas que eu carrego comigo até hoje. Me fizeram transcender como musicista e artista. E é isso, são vários momentos legais. 

CE - Lucy por Lucy...
LA -
 Acho que sou uma artista em mutação constante, e cada vez mais eu descubro que a arte realmente é meu passaporte para a minha liberdade pessoal, como cidadã, como frequentadora deste mundo aqui. Eu já mudei muito com o passar do tempo, venho caminhando, evoluindo e podendo traduzir isso de alguma forma nas minhas músicas, na minha arte.

Eu acho que estou num momento muito especial de carreira e pessoal, por conta do amadurecimento das oportunidades que tive, que venho tendo. Sou uma pessoa muito sonhadora, muito lutadora, não desanimo fácil e venho aprendendo a enxergar a beleza também das minhas fraquezas, dos meus erros também.

Acolhê-los assim, têm me deixado cada vez mais forte e deixado a minha trajetória bonita também, mas sou uma pessoa acima de tudo muito feliz com a minha vida, com as escolhas que tomei até aqui, tudo isso me fez chegar até aqui e muito feliz de poder trabalhar com a arte nesse país, que realmente não é fácil, é uma luta, mas é um grande presente divino.

Na última edição da Dança dos Famosos - Divulgação Youtube

ESPETÁCULO

Versos de Mario Quintana se transformam em música e teatro em uma celebração à infância

"Crianceiras Mario Quintana" será apresentado no Teatro Glauce Rocha no sábado e domingo e une poesia, música e teatro em uma celebração à infância e à chegada da primavera

08/09/2026 09h00

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primavera

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primavera Divulgação

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Antes de ganhar palcos pelo Brasil, o projeto Crianceiras nasceu em Mato Grosso do Sul. Agora, depois de percorrer diferentes cidades e conquistar espaço também nas escolas, a iniciativa criada pelo cantor e compositor Márcio de Camillo retorna a Campo Grande para um encontro carregado de memórias, poesia e simbolismo.

No sábado e domingo, o Teatro Glauce Rocha recebe “Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”. As apresentações começam às 16h e celebram os 120 anos de nascimento do poeta gaúcho Mario Quintana.

Para Camillo, porém, a passagem pela Capital representa mais do que uma nova temporada. Criado em Campo Grande desde os 10 anos, o artista volta a um palco que acompanhou parte de sua trajetória e onde guarda lembranças pessoais e profissionais.

“Eu tenho muitas histórias nesse teatro e respeito muito esse espaço. Para mim, é um dos grandes teatros da cidade e do Brasil”, afirma.

O espetáculo chega à cidade justamente no período que antecede a primavera, elemento que ocupa lugar importante na narrativa construída em cena.

A transformação de um ambiente inicialmente cinzento e solitário em uma celebração coletiva, marcada por cores, sons e personagens, acompanha o percurso da montagem.

“Começa com uma pessoa solitária no palco e termina numa grande festa, numa celebração da primavera. Fazer isso em Campo Grande, justamente nesse período, deixa tudo ainda mais simbólico”, comenta o compositor.

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO

A relação de Márcio de Camillo com Mario Quintana começou muito antes de o poeta se transformar em personagem central de um espetáculo. O encontro aconteceu por meio de um professor.

Foi mestre João, seu professor de literatura, quem lhe deu de presente uma edição da “Antologia Poética” de Mario Quintana. A leitura despertou uma relação que atravessaria os anos e, mais tarde, encontraria uma nova forma de expressão na música.

A lembrança também ajuda a explicar uma das características centrais do Crianceiras: a relação com a educação. Desde suas primeiras apresentações, o projeto passou a ser utilizado por professores como ferramenta para apresentar a poesia a crianças e adolescentes.

“Eu cheguei à poesia por causa da educação. Então, essa homenagem também é para os educadores que, às vezes, são responsáveis pelo sonho de uma pessoa”, diz.

A proposta é mostrar que a poesia não precisa ocupar um lugar distante ou difícil de alcançar. Para Camillo, a linguagem de Mario Quintana permite justamente esse encontro entre literatura e infância.

“É uma poesia inteligente, e a criança é plenamente capaz de compreender poesia”, afirma.

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primaveraProjeto foi idealizado por Márcio de Camillo que assume voz, violão e viola caipira - Foto: Divulgação

O ESPETÁCULO

Em “Crianceiras Mario Quintana”, os poemas deixam as páginas dos livros para ganhar ritmo, voz e movimento. A montagem mistura música ao vivo, teatro e recursos visuais inspirados no chamado toy theater, conhecido também como teatro de papel.

No cenário, figuras bidimensionais de papelão criam cidades e paisagens que acompanham a narrativa. A cenografia é assinada pelo designer e artista gráfico Carlo Giovani, enquanto a direção-geral é de Luiz André Cherubini, integrante do Grupo Sobrevento.

A transformação visual também acompanha o caminho da história. Uma cidade pequena e inicialmente dominada por tons cinzentos passa por mudanças até se tornar um espaço povoado por personagens, sons e cores.

No repertório, a poesia de Quintana encontra gêneros musicais variados. Valsa, forró, jazz e rock aparecem nas versões criadas para poemas como “Canção de Junto de Berço”, “Cidadezinha”, “Canção da Ruazinha Desconhecida”, “Canção de Nuvem e Vento”, “Cantiguinha de Verão” e “Canção da Primavera”.

A escolha por diferentes ritmos também ajuda a afastar a ideia de uma poesia imóvel ou restrita ao silêncio da leitura individual. No Crianceiras, os versos se tornam canções e passam a ocupar uma experiência coletiva.

UMA NOVA VERSÃO

A edição dedicada a Mario Quintana é uma continuidade do caminho iniciado anteriormente com a obra de Manoel de Barros. A primeira versão do Crianceiras também se desdobrou em animações e aplicativo, ampliando o alcance do projeto para além dos teatros.

Com o tempo, o público também mudou. Crianças que conheceram o espetáculo anos atrás voltam hoje acompanhadas de seus filhos, criando uma relação entre diferentes gerações.

“É um espetáculo realmente para toda a família. O Crianceiras se tornou transgeracional”, resume Márcio.

Essa característica ganha um significado ainda mais forte no retorno a Mato Grosso do Sul. Embora o projeto tenha conquistado circulação nacional, Camillo faz questão de manter viva a ligação com o lugar onde a ideia nasceu.

“Eu acredito que o Crianceiras é um patrimônio do Mato Grosso do Sul, porque nasceu no Estado e foi para o Brasil. É importante manter esse vínculo com o meu Estado e com a minha cidade”, afirma.

No palco, Márcio de Camillo assume voz, violão e viola caipira. A formação conta ainda com Nath Calan, na percussão e bateria; Tiago Sormani, no teclado, sanfona, flauta e clarinete; e Denise Ferrari, no violoncelo.

O espetáculo tem 55 minutos de duração, classificação livre e é voltado para públicos de todas as idades.

>> SERVIÇO

“Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”

Datas: Sábado e Domingo.
Horário: às 16h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos disponíveis pelo link: bit.ly/crianceirasMarioQuintanaCG.
> A entrada não será permitida após o início das apresentações.

Diálogo

Erro de identificação levou uma médica de Dourados à prisão e ao uso de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna Diálogo desta terça-feira (8)

08/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Luciano Hang - Empresário brasileiro

"Eu acho que se você tiver que comprar alguma coisa para que os outros pensem que você é mais do que eles através daquilo que você tem, aí não vale a pena. Eu penso ao contrário”.

FELPUDA 

Erro de identificação levou uma médica de Dourados à prisão e ao uso de tornozeleira eletrônica por um crime atribuído a outra mulher com o mesmo nome. Ela foi presa no aeroporto de Campo Grande, ao retornar de férias, e passou duas noites detida antes de ser liberada com restrições. Ao procurar a Defensoria Pública, a análise do processo revelou que seus dados pessoais eram diferentes da verdadeira ré. A Defensoria levou o caso ao TJ-MS e conseguiu a retirada das restrições e da tornozeleira. Foram 19 dias sob monitoramento por um crime que não cometeu. Pode?

Calmaria

O Ministério Público de MS tem registrado volume considerado baixo de denúncias eleitorais. Segundo o Núcleo Eleitoral, 44 manifestações chegaram por meio do aplicativo Pardal.

Mais

Já a Ouvidoria do  MP recebeu 43 denúncias até o último dia 4. Para o promotor Moisés Casarotto, o número não causa estranheza, já que eleições gerais têm menos denúncias do que as municipais.

DiálogoFoto: Divulgação/Prefeitura de Maragogi

Maragogi, segundo município mais visitado de Alagoas e um dos principais destinos turísticos do Nordeste, irá ganhar aeroporto, que estaria com pouco mais de 50% de obra construída, para fortalecer a infraestrutura da Costa dos Corais e ampliar o fluxo de visitantes.  O novo terminal também atenderá municípios vizinhos.  O aeroporto terá pista de 2.200 metros de comprimento por 20 metros de largura, apta a receber aeronaves do porte do Airbus A319. O projeto prevê ainda pátio para até quatro aeronaves, sendo duas posições para aviões ATR-42-300 e duas para Airbus A319. O terminal de passageiros terá área superior a 1.000 metros quadrados e capacidade para atender até 80 passageiros por hora nos períodos de maior movimento. Além de fortalecer o turismo, a obra deverá ampliar a integração logística da região, situada a menos de 100 quilômetros do Porto de Suape, em Pernambuco.

Diálogo Fernando Bumlai e Neca Bumlai, que completaram  25 anos de casamento (Bodas de Prata) no último dia 6 - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoGiselle Rivkind - Foto: André Ligeiro

Estratégia

Nos bastidores, adversários do governador Eduardo Riedel estão se movimentando com objetivo bem definido: tentar levar a disputa pelo Governo de MS para o segundo turno. A estratégia passa, tudo indica,  por uma espécie de “união informal” entre setores da esquerda, ainda que sem aliança declarada. A matemática eleitoral parece ser simples: pulverizar votos e impedir uma vitória já no primeiro turno. Se a estratégia dará resultado, só as urnas poderão responder.

Balanço

O ex-governador Reinaldo Azambuja tem apostado na propaganda eleitoral numa espécie de prestação de contas dos oito anos em que comandou Mato Grosso do Sul. O material destaca principalmente a atuação municipalista e as obras realizadas durante seus dois mandatos. A intenção é apresentar ao eleitor um retrospecto administrativo capaz de reforçar sua imagem de gestor. Em uma campanha na qual passado e experiência terão peso, Azambuja mostra porque está à frente nas pesquisas.

Mudança

O TRE-MS alterou alguns locais de votação para as Eleições deste ano em Campo Grande e Terenos. Na Capital, eleitores da Escola Alice Nunes Zampiere, do CRAS Vila Nasser, da Mesquita Luz da Fé, da Loja Maçônica Oriente Maracaju e de outros pontos deverão ficar atentos aos novos endereços. Em Terenos, a Escola Rosa Idalina Braga Barboza também terá suas seções transferidas para a Escola Álvaro Lopes.

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Lizabel Barbosa Gemperli, 
  • Dr. Lívio Viana de Oliveira Leite,
  • Senir Pereira,
  • Oscar Emílio Korndorfer, 
  • Nínive Maria Santi Ferzeli Mallmann, 
  • Everson Lopes,
  • Ana Maria Polis Miri Berger,
  • Cláudio Gusmão,
  • Oduvaldo da Silva Lins Filho,
  • Miriam Keiko Tamashiro,
  • Sadako Furuse Harasaki,
  • Leandro Jorge Puxian,
  • Margarida Maria de Figueiredo Pinheiro,
  • Maria Pinto,
  • Clóvis Motta,
  • Wellington Melgarejo dos Santos Bello,
  • Vinícius Villas Boas Neto Bazenga Vieira, 
  • Cirany Fagundes,
  • Ernesto Vargas Batista,
  • Dra. Lenice Garcia Brandão,
  • Dr. Américo Iasuo Higa, 
  • Cláudia Naglis, 
  • Leonardo Albuquerque,
  • Ana Ruthi Martins Faustino,
  • Orlando Rocha,
  • Maria Aparecida da Silva,
  • Edvaldo José de Souza,
  • Ana Augusta Motta Fortes,
  • Laura Almeida de Freitas,
  • Rosary Raghiant,
  • Floriza Albuquerque Cândia,
  • Nizete Laranjeira Silva,
  • Maria Thereza Ribeiro do Amaral,
  • Antônio Lino Barbosa Neto,
  • Eliane Oliveira,
  • Joel Brum Jacques,
  • Ilson Jorge de Melo,
  • Osvaldo Brum de Almeida,
  • Marly de Souza Nepomuceno,
  • Flaviano Antunes de Siqueira,
  • Fernando Ramos Câmara,
  • Maria Ormondes Figueiredo,
  • Catarina dos Santos,
  • Dr. Mougli de Toledo Ribas, 
  • Dra. Paola Gonçalves de Souza, 
  • Deise Bianchini, 
  • Dr. Moacir Scândola,
  • Mário Rodrigues Miranda,
  • Wilson Gonçalves Caxias,
  • Jorge Luiz de Almeida e Silva,
  • Edson Ubá Serrato,
  • Neuzeli Magalhães Pinheiro,
  • Shizuko Shinzato,
  • Márcio Duarte Corrêa,
  • Fernando Augusto Ribeiro 
  • de Almeida,
  • Edson Itswo Shibuwa Filho
  • Florisvaldo Antonio do Nascimento,
  • Mônica Dias Ferreira Dutra,
  • Renato Rech,
  • Marilda Quintana Yonaha,
  • Luana Gattas e Silva,
  • Zeneide Andrade de Alencar,
  • Zuleika Souza Cruz Abid,
  • Osmarina Sampaio dos Santos,
  • Armindo Ribeiro Dias,
  • Dr. Kiyoshi Arumo,
  • David Mitsuo Hashimoto, 
  • Marcelo Roberto da Costa,  
  • Leonila Dalegrave Telo,
  • Adauto Ferreira de Souza,
  • Maria Benedita Scatena,
  • Ana Paula Farias Furlan,
  • Miguel Antonio Ribeiro da Cruz,
  • Glauco dos Santos Cândido,
  • Maria José Rocha Alves,
  • Vanessa Rodrigues Bertoletto,
  • Anderson Pires de Oliveira,
  • Walber Valim de Mello,
  • Disney Antonio Paredes,           
  • Jussara Thronicke Ribeiro Pulga,
  • Tânia de Castro Thomé Macedo, 
  • Eliton Aparecido Souza de Oliveira,
  • Jânio Favaretto Dittmar, 
  • Fernanda Gois Messias Silva,
  • Bruna Barros Andrino,  
  • José Goncalves de Farias,
  • Liliane da Silva Almeida,
  • Silas Rocha de Lima, 
  • Solange Gattass Fabi, 
  • Ronaldo de Almeida Gaby,  
  • Luiz Antiocho Couto,
  • Alfredo Cação,
  • Luiz Fernando Gomes Carvalho Lanza,
  • Helena Mitsuko Chidi,
  • Adilson Domingos de Oliveira,
  • João de Lima Matos,
  • Gegliane Dias Peixoto,
  • Luiz Fernando Moreira Maziero,
  • José Magno Coelho de Paula,
  • Alailson Domingos dos Santos,
  • Eigla Guerrieri Martins,
  • Jay Rodrigues Neves Neto,
  • Stela Cristina Fumagalli,
  • Flávia Pestana de Souza,
  • Michele Cristine Belizário,
  • Ilda Evelise dos Santos Martins,
  • Marisete da Silva Molina.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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