Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quinta-feira, 30 de maio de 2024

Por Ester Figueiredo (dialogo@correiodoestado.com.br)

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Khalil Gibran - escritor libanês

Medir-se pelo seu menor feito é calcular o poder
do oceano pela fragilidade de sua espuma. Julgar-se 
pelos seus fracassos é culpar as estações por sua inconstância”.

FELPUDA

Muitos políticos reprovados nas urnas em outros tempos estão tentando voltar a ter uma cadeira para chamar de sua, com a intenção de disputar prefeituras e vagas nas câmaras municipais. Muitos seguem com discursos ultrapassados e, pelo visto, não acompanharam a evolução dos tempos. Nessa época de serviços por aplicativos, ainda tem gente se preparando para fazer a campanha eleitoral “de charrete” e se utilizar de “megafone” para atrair o eleitorado. Pode?

Reflexo

Comentários dão conta que os próximos passos dos “homens de preto” seriam em direção a um dos prédios suntuosos, cercados pela natureza, de órgão auxiliar. A caminhada seria ainda reflexo de delação premiada que, aliás, vem causando estragos e muitos calafrios em uns e outros.

Paparicos

Dia desses, quem esteve sorridente que só pelos corredores da Assembleia Legislativa de MS foi o prefeito Akira Otsubo, candidato à reeleição em Bataguassu. Recebeu muitos paparicos não só de alguns parlamentares, mas também de servidores da Casa.

Eduardo, Gabriela, dra. Debora e Henrique, da família Thomaz
Rafaela Pinheiro

No trecho

O ex-governador Reinaldo Azambuja anda percorrendo MS nos eventos realizados pelo Instituto Teotônio Vilela, chamado de “braço de estudos” do PSDB. Ele e sua comitiva, na qual inclui o governador Eduardo Riedel, já passaram por Ponta Porã e Três Lagoas, mantendo contatos com lideranças políticas. Azambuja deverá ser candidato ao Senado em 2026.

Disparando

Em Campo Grande, as receitas arrecadadas de todas as fontes pela prefeitura, no primeiro quadrimestre deste ano, aumentaram. O incremento foi de 11% no período, passando de R$ 1,8 bilhão em 2023 para R$ 2 bilhões neste ano. Mas as despesas também subiram, em um índice de 23%, indo de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,7 bilhão. Os dados foram apresentados no dia 28 pela secretária municipal de Finanças e Planejamento, Márcia Helena Hokama, aos vereadores.

Detalhe

Ainda com relação à prestação de contas: Márcia também informou que, nesses primeiros quatro meses, os gastos com pessoal consumiram 53,66% dos recursos da prefeitura. Detalhe: o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal é de 51,30%. Conforme o relatório apresentado, o índice foi de 55,2% no ano passado. A sete meses para o encerramento da atual administração, iniciada pelo ex-prefeito Marcos Trad (de 2020 a abril de 2022), as finanças de Campo Grande deverão continuar combalidas.

Aniversariantes

Dra. Renata de Barros

Talita Souza da Silva,
Dra. Renata Santos Belchior de Barros,
Rinaldo Modesto de Oliveira (Professor Rinaldo),
Dra. Josete Gargioni Adames,
Luana Rodrigues Lopes,
Antônio Carlos Monreal,
Ernesto Elias Ourives,
Márcia Mongelli,
Wilson José de Arruda Rodrigues,
Michael Robin Honer,
Ivete Bernardino Schmidt,
Dra. Benedita Gattass 
Orro de Campos,
Dênis Ricarte Granja,
Djamarino de Melo,
Evelyn Pierezan Charro,
Sirlei da Silva Flores,
Adriano Pinheiro,
Antonia Barbosa Castro,
Carime Bittar,
Gilmar Antunes Olarte,
Juliana Dibo Victoriano,
Dr. Thiago Mendes Puga,
Dr. Edilberto Figueiredo,
Dr. Leonel Velasco de Oliveira,
Jatir Piano,
Cláudia Maria Peron Palhano,
Ione Corrêa Arruda,
Mirian Duailibi,
Vitória Gabriele Esteves,
Maria Cristina Moraes d’Ávila,
Dra. Anna Christina Fanaia Bello,
Thainá Pache Selem,
André Luiz Baptista,
João Edir Gomes,
Marcelo Landim,
Herbert Assunção de Freitas,
Maria Nazaré Paiva,
Joaquim Fernando Barbosa,
Reinaldo Galdino da Silva,
Paulo Roberto Guimarães Chalub,
João Carlos Teodoro,
Virgilina Nogueira Ferreira,
Luiz Eduardo de Souza Baís,
Thaís Almeidinha,
Ana Maria Ferreira Abdo,
Dra. Carmelita Alencar Vilela,
Crizálida Ferreira Porto,
Amal Ellakkis,
Ana Maria Almeida,
Gisele Miranda Irala,
Luzia Pereira de Moraes Penajo,
Helnio Judson Nogueira,
Antônio Arnaldo de Alencar,
Marly Corrêa,
Antônio Roberto 
Jurgielewicz Gomes,
Cícero Gomes de Lima,
Erin Kumio Uechi,
João Luciano da Silva Auto,
José Lima de Paula,
Yolanda Negrisoli Martins,
Mauro Sant’Agostinho Vergueiro,
Reginaldo Cintra,
Karina Banyasz,
César de Souza Almeida,
Laerte Paes Coelho,
Roque Fachini Neto,
Dr. Carlos Vinicius Pistóia 
de Oliveira,
Ana Alice de Oliveira Arakaki,
Carlos Kazuhiro Saito,
Gildete da Silva Martins,
Leomarcia Aparecida 
Cabral de Melo,
Maria de Fátima Manetti Goes,
Ademir Antonio Talgatti,
Klausius Fabrício Carvalho,
Marcelo Ribeiro da Silva,
Eduardo Ribeiro Mendes Martins,
Giovanni Lima Salazar,
Dorianey Magnus Peres,
Ruth Marcela Souza Ferreira,
Gina Célia Carvalho,
Juliana Vieira Martins,
Emerson Ludwig,
Adriano Kawahata Barreto,
Otaviano Augusto Pereira,
Liamar da Silva Prestes,
Rafael Augusto Masson Fontes,
Dra. Francielze Almeida Rosa,
Jalusa Barbosa Cação,
Raphael de Lemos Ferreira,
Sandra Alves Damasceno,
Carmen Laura da Silva Carvalho,
Luiz Carlos Figueiredo,
Claudia Rocha Cotrim Milan,
Sonia Freitas da Silva,
Paulo de Tarso Coelho Jardim,
Renata Cristina Batista Nogueira,
Dra. Maria Cristina 
Gonçalves Pelegrino,
André Inácio Lorenzoni,
Clemerson Maldonado,
Rosemeri Arndt,
Gerson Bogarim Gonçalves,
Patricia Avalos Anunciato,
Sandra Maria Rivelli Lamboglia,
Guilherme Colagiovanni Girotto,
Luis Ernesto Longo.

Colaborou Tatyane Gameiro

CAMPO GRANDE

Associação promove corrida e caminhada para conscientizar sobre o autismo; saiba como se inscrever

3ª. Corrida e Caminhada da AMA será realizada no domingo, em comemoração do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

01/04/2025 16h15

Foto: Divulgação

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Nesta quarta-feira se comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo; a data foi instituída pela ONU em 2007 para estimular o conhecimento sobre o assunto e é levantando essa bandeira que a Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) convida a população da capital para participar da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA no próximo domingo

“O Transtorno do Espectro Autismo (TEA) não é uma doença, é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório de interesses restritos que não têm cura.”

Quem informa é a assistente social Divina Oruê, que atua na Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) e, ao lado de André Luiz de Oliveira, professor da instituição, é responsável pela organização da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA, a ser realizada no próximo domingo, a partir das 6h30 da manhã, no estacionamento da Assembleia Legislativa (Parque dos Poderes), com início da prova às 7 horas.

EMPATIA E RESPEITO

A corrida é o principal evento realizado pela entidade para marcar o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado nesta quarta-feira, 02 de abril, e instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2007 com o objetivo de estimular o conhecimento sobre o TEA, bem como a importância do diagnóstico precoce e do tratamento.

O tema escolhido pela ONU para mobilizar a população global em torno do assunto - “Informação gera empatia, empatia gera respeito” - reveste ainda de mais importância o depoimento acima da assistente social e a realização da corrida.

“O foco principal é a divulgação sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, para diminuir o preconceito e abranger o conhecimento da população. Todo recurso arrecadado será destinado para manutenção da instituição”, afirma Divina, comentando a corrida, que deve reunir - entre atletas mais experimentados e a população em geral, incluindo autistas e seus familiares - em torno de 1.500 participantes. 

“A iniciativa da corrida surgiu da necessidade de criar um evento que fosse capaz de chamar a atenção para a causa do autismo, promovendo conscientização e inclusão. A ideia inicial era fazer algo diferente e impactante que alcançasse esse objetivo, visando o mês em que se comemora o Dia Mundial sobre a Conscientização do Autismo. Foi um desafio bastante grande os detalhes logísticos, a escolha do local, a definição do percurso, a organização da infraestrutura e a parceria dos serviços”, conta Divina.

As inscrições se encerram amanhã e podem ser realizadas pelo site https://www.kmaisclube.com.br/ ou pelo número 67 99267-4088, com valores de R$ 60 (doadores e 60+), R$ 80 (caminhada 3km) e R$ 100 (corrida 5km e 10km) para o terceiro lote.

São 11 categorias por idade entre 16 e 69 anos, além da categoria para participantes a partir dos 70 anos. A retirada dos kits, no próximo sábado, poderá ser feita das 9h às 17h na sede da AMA - Av. Bandeirantes, 215, bairro Amambai.

Os kits incluem camiseta, número de peito e chip individual para acompanhamento da performance, além de brindes.

“As inscrições foram abertas em dezembro e a equipe trabalhou bastante para promover a corrida e atrair participantes. A cada ano, a corrida tem alcançado sucesso, com um aumento no número de inscrições. Isso demonstra que a iniciativa está alcançando seu objetivo de promover conscientização e inclusão sobre o autismo”, avalia a assistente social.

A AMA

A Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande foi fundada em 1990 por um grupo de acadêmicos de Psicologia da FUCMAT e, após dois anos de estudos, foi apresentada à sociedade campo-grandense, no I Encontro Sul-Mato-Grossense de Autismo.

“A AMA oferece um espaço preparado e minuciosamente adaptado às necessidades do nosso público, o que colabora para a qualidade do atendimento prestado a todos”, apresenta Divina, que lista a série as várias frentes de atuação da entidade.

“Saúde, educação e assistência social, atendendo crianças, adolescentes, adultos e os seus familiares, e oferecendo às pessoas com autismo, atendimentos diferenciados: atendimento educacional especializado (AEE), educação física, dentista, nutricionista, psicologia, musicoterapia, fonoaudiologia, capoeira, oficinas de artes, teatro, mídias sociais e os grupos onde todos as pessoas com TEA podem participar e desenvolver suas habilidades e talentos.”

No total, a AMA atende regularmente 166 pessoas com autismo e seus familiares, contando para isso com uma equipe de 33 profissionais - entre médicos, professores, pessoal do administrativo, cozinha e serviços gerais.

O objetivo é “de promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionadas à melhoria de qualidade de vida da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, e à construção de uma sociedade justa e solidária”, segundo a colaboradora da AMA.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Divina destaca o papel que as políticas públicas têm desempenhado no segmento. “A AMA reconhece os avanços significativos nas políticas públicas destinadas às pessoas com TEA em Campo Grande e no Mato Grosso do Sul. Iniciativas recentes refletem um compromisso crescente com a inclusão e o bem-estar dessa população”, afirma.

“Em 2024, por exemplo, Campo Grande se destacou ao anunciar a implementação de espaços sensoriais nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Coronel Antonino e Universitário. Esses ambientes foram projetados para oferecer um atendimento mais humanizado às pessoas com TEA, reduzindo estímulos sensoriais e proporcionando maior conforto durante o atendimento de urgência e emergência”, argumenta Divina.

Para fazer doações em dinheiro para a AMA: Caixa Econômica Federal, Ag: 1108, Conta Poupança: 52326-9, Operação: 013; ou por PIX: 26.824.425/0001-09.

Sinais comuns na criança com autismo

  • Brinca ou usa o brinquedo de forma incomum;
  • Choro ou risadas inapropriadas;
  • Dificuldade com a mudança de rotina;
  • Apego a objetos inusitados;
  • Hiperatividade;
  • Dificuldade em relacionar com pares da mesma idade;
  • Ausência da fala ou fala ecolálica;
  • Sensibilidade a alguns sons;
  • Ausência de consciência do perigo;
  • Baixa tolerância à frustração

MÚSICA REGIONAL

Márcio de Camillo canta músicas de Geraldo Rocca em seu novo trabalho

Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar

01/04/2025 10h00

"O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum" Foto: Divulgação/Márcio de Camillo

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Recebo mensagem de Márcio de Camillo me avisando sobre seu novo trabalho. “Márcio de Camillo canta Geraldo Roca”. Um show ao vivo que virou disco e já está disponível nas plataformas digitais.

Aproveito a estrada entre a minha casa e o trabalho para ouvir o disco. Ouvir Roca na voz de Camillo é quase um delírio. Uma surpresa, uma saudade imensa, muitas lembranças. Os dois me levam de volta ao Litoral Central, definição cunhada por Geraldo Roca para traduzir um pedaço de Brasil onde a água doce domina uma vastidão de terra que, supõe-se, um dia foi mar.

A praia pantanal me serve de ponte para unir, em mar aberto imaginário, o Rio de Janeiro – lugar de nascimento – ao coração do Brasil, onde Geraldo Roca se fez e se desfez desse plano. Seu coração, irrigado por sangue pantaneiro, fazia dos campos alagados, das fronteiras paraguaia e boliviana seu berço metafísico. E foi assim sempre.

Talvez isso também sirva pra explicar por que a passagem meteórica dele por aqui tenha início figurado e fim real nestas plagas, onde aprendemos desde cedo a sonhar em Guarany e poemar em Manoelês.

Os carros passam por mim em alta velocidade. Eu ouço Camillo cantando Roca. E me transmuto. O punhal afiado da poesia de Geraldo Roca corta manso na voz de Márcio de Camillo, sem perder o fio, nem a capacidade aguda de ferir de morte o senso comum. Não, Geraldo não cabe em uma única caixinha. E Márcio sabe disso. 

Às vezes, ele encarna um bardo. Um Dylan pantaneiro em letras incomuns, longas e lisérgicas. Em outras, reúne numa só figura a essência folk de Crosby, Still, Nash & Young. Mas nesse universo BeatFolkPolkaRock há espaço para a mansidão de um Caymmi fronteiriço, para a sutileza urbana de um Jobim. Geraldo, como eu disse, não cabe numa caixinha.

E tudo isso se transforma em mais, muito mais, na homenagem à altura dos arranjos, das violas, da flauta, do celo reunidos por Márcio de Camillo nesse show que vira disco e que se torna eterno de agora em diante. Pra gente não se esquecer. Nunca. 

Quando Geraldo Roca decidiu sair de cena, fechar as portas desse mundo, que já lhe arreliara o suficiente, era muito cedo pra isso. Foi o que todos pensamos. Mas ele era dono de seus próprios rumos. Sua poesia e sua música seguem aqui. Pra nossa sorte, a desassossegar nossos ouvidos e almas. Agora, mais ainda, na voz também infinita de Márcio de Camillo. 

P.S.: Márcio. A foto da capa é uma obra de arte. É você nele... É ele em você. Uma fusão, uma incorporação. Cara... que disco!!!

Brasília, 25/3/2025

"Souber ler a música de fronteira"

O cantor, compositor e instrumentista Márcio de Camillo estreou o show “Do Litoral Central do Brasil: Márcio de Camillo Canta Geraldo Roca”, no Teatro Glauce Rocha, no dia 24 de setembro de 2024. Com direção de Luiz André Cherubini, o show é uma homenagem ao “cantautor” Geraldo Roca, falecido em 2015, considerado um dos principais compositores da música regional de Mato Grosso do Sul.

Roca é autor, em parceria com Paulo Simões, da música “Trem do Pantanal”, sucesso na voz de Almir Sater. Considerado maldito por seus pares, era chamado de príncipe por Arrigo Barnabé. Sua produção musical pode ser considerada pequena, se tomarmos como referência a quantidade de composições e discografia, mas analisada a fundo, perceberemos um artista de voz potente e marcante, com composições inspiradas e profundas.

São polcas, rocks, chamamés, guarânias e até baladas, e Márcio de Camilo, amigo e admirador de Roca, aprofundou-se na pesquisa para definir o repertório como “uma panorâmica deste artista reverenciado, cantado e gravado por amigos que, assim como ele, fizeram parte da ‘geração de ouro’ da música pantaneira sul-mato-grossense: Paulo Simões, Alzira E, Geraldo Espíndola, Tetê Espíndola, Almir Sater, entre muitos outros”, como afirma Camillo.

“Além de um músico que eu admirava muito, não só como compositor, mas como violonista, violeiro e cantor, Roca influenciou muito a música da minha geração”, conta o músico. “Além disso, ele era meu vizinho, morava em frente à minha casa. A gente saía para jantar, para conversar, éramos amigos. Conheço a obra dele e vejo a obra dele na minha, compusemos uma canção juntos, em parceria com outros compositores, chamada ‘Hermanos Irmãos’”, relembra Camillo.

“Também dividimos uma faixa no CD ‘Gerações MS’ chamada ‘Lá Vem Você de Novo’. Roca é referência e pedra fundamental na construção da moderna música sul-mato-grossense. Ele soube ler a música de fronteira, mesclando elementos do rock, do pop, do folk, criando um estilo único. Ele é um verdadeiro representante do folk brasileiro”, conta.

A arte visual do show, com fotos feitas por Lauro Medeiros, foi baseada no álbum “Veneno Light”, que Geraldo Roca lançou em 2006. A foto principal de divulgação do show faz referência direta à capa deste álbum, cuja foto original é assinada pelo cineasta Cândido Fonseca. (Da Redação)

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