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Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz e escritora Ana Jeckel

"Sinto que, cada vez mais, as novas gerações estão sentindo falta de uma vida que não viveram, de um tempo em que não eram nascidos. Uma nostalgia da vida analógica, fora das telas"

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Ana Jeckel é um novo fenômeno da literatura juvenil. Com 25 anos, seu sexto livro “Kiwi e os Garotos Perdidos”, lançado em junho, já ficou em primeiro lugar em algumas categorias de mais vendidos da Amazon e já foi para sua segunda tiragem.

E, durante a Feira do Livro de São Paulo, conquistou o 3º lugar dos mais procurados de todo o catálogo da Editora Rocco. Inclusive, no mesmo evento, a gaúcha foi a segunda autora mais vendida, ficando atrás apenas de Clarice Lispector.

Agora, Ana Jeckel vai participar de vários eventos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em setembro. A escritora estará no estande da Rocco nos dias 5 (às 13h) e dia 13 (às 14h) fazendo tarde de autógrafos de “Kiwi e os Garotos perdidos”.

O livro conta a história de Nalu, um rapaz que se muda para Ilhabela e junta seu grupo de amigos de infância para ir atrás de um tesouro pirata escondido na ilha. Voltada para o público adolescente, a obra aborda temas como amizade, luto e a dificuldade de crescer.

Também na Bienal, em setembro, Ana Jeckel vai participar de uma mesa do estande da Skeelo no dia 8 (às 16h) e estará no estande da Editora Flyve para o lançamento de “Nadia Keane 5: A Maldição de Olho-Rubro”.

O livro conta sobre Dimitri, um garoto que é resgatado sem memórias por um navio pirata. Entre os temas abordados estão liberdade, aventura e pertencimento, além de descobertas pessoais e a busca de seus sonhos. A obra faz parte da coletânea “Nadia Keane”, que já vendeu mais de 15.000 cópias.

Com 8 anos de carreira artística, Ana Jeckel também é atriz e já participou da série “Tudo Igual… SQN”, do Disney+ , e da série “Juacas”, do Disney Channel. No Youtube, protagonizou a websérie “May@“, que lhe rendeu indicações a prêmios na Itália (vencendo como Melhor Atriz do Digital Midia Festa em 2022), na Asia e no Brasil. Seu último trabalho atuando foi no filme “Talismã”.

Ana Jeckel ainda é cantora e compositora e já lançou algumas músicas. Seus clipes podem ser vistos no seu Instagram e no Youtube. Já as canções estão disponíveis em seu canal no Spotify.

Ana é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana e em entrevista ao Caderno ela fala sobre sua carreira, literatura e Bienal do Livro.

Ana Jeckel é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Márcia Molina - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Ana Jeckel está vivendo um momento profissional de muito sucesso. Seus livros estão nos mais vendidos da Amazon e entre os mais vendidos do catálogo da Editora Rocco. Como recebe essas notícias com apenas 25 anos de idade? E como elas impactam na sua carreira de apenas 8 anos?
AJ -
 Estou muito feliz de poder acompanhar números tão bons na minha primeira publicação com uma Editora Tradicional. Muitos que me conheceram agora diriam que é "sorte de principiante", talvez ignorando toda a minha carga que veio antes disso.

Foram 8 anos até hoje de aprendizados na publicação independente, muita luta e esforço para ganhar espaço no mercado editorial, então é extremamente gratificante perceber que essa dedicação ao longo dos anos está dando resultado.

Sinto que é só o primeiro passo, o começo de uma nova fase. 8 anos de carreira... quer dizer, ainda sou um bebê! Tenho muitos livros ainda para escrever para me consolidar como uma grande autora nacional e isso é muito estimulante para mim. 

CE - Recentemente, você foi a segunda autora mais vendida na Feira do Livro, de SP, só ficando atrás de Clarice Lispector. Qual a sensação de estar já estar entre os nomes mais procurados da literatura brasileira? 
AJ -
 É surreal! Fui descobrir só muitos dias depois e fiquei chocada. Estamos falando de Clarice Lispector, a autora mais vendida da Editora Rocco, então ficar ao lado dela é uma honra sem tamanho.

É muito bom poder ver que finalmente, com meu novo livro "Kiwi e os Garotos Perdidos" indo para as grandes livrarias e eventos, o meu nome passou a um peso diferente. As pessoas estão apenas começando a ouvir falar de Ana Jeckel... mas quero aproveitar o momento para conquistar cada vez mais esse espaço.

CE - Em breve, você vai a Bienal do Livro, em SP. Como é para um autor poder participar de um evento tão grandioso? E qual a importância de estar frente a frente com seu público autografando suas obras?
AJ - 
A Bienal do Livro é um evento totalmente diferente de todos os outros, então sempre é muito gratificante poder participar. Leitores de todos os cantos do Brasil viajam horas, às vezes dias, para poder me encontrar por alguns minutos e autografar seus livros, e isso não tem preço para mim.

Cada história me emociona. É poder estar de frente com tudo aquilo que sempre se desejou. O processo de escrita de um livro sempre é muito solitário... e quando ficamos sabendo que um título que escrevemos está vendendo bem, milhares de cópias, não conseguimos ter a dimensão do que significam esses números até estarmos de frente com milhares de rostos.

Milhares de jovens que vem me abraçar, chorando, me presenteando com desenhos e artesanatos feitos por eles, simplesmente para me agradecer por ter mudado a vida deles com o meu livro. É nessa hora que sei que o que eu faço é mágico. E é esse sentimento que guardo no peito todos os dias.

CE - Onde busca inspiração para escrever suas obras? Como faz suas pesquisas?
AJ -
 As inspirações surgem como os carros passam na rua. Nunca se espera quando vão surgir de uma curva, mas às vezes te atingem em cheio, quando você menos espera.

Quando estou no banho ou prestes a dormir, me vêm diálogos completos na cabeça ou uma ideia totalmente nova para um livro novo e eu preciso mantê-la viva na minha mente até conseguir escrevê-la no papel para não esquecer.

Gosto muito de viajar também, abrir os meus horizontes para novos mundos, novas percepções, culturas e paisagens nunca antes vistas por mim. Não há melhor inspiração do que abrir os olhos e simplesmente observar o mundo ao nosso redor. E claro, leio muitos livros, estudo, ouço músicas, assisto a filmes. Repertório é tão importante quanto. 

CE - E como surgiu seu interesse por escrever? Como escolheu se dedicar aos livros para o público jovem?
AJ -
Sempre gostei muito de escrever, desde que sou criança. Sempre foi a minha melhor ferramenta de comunicação e eu amo contar histórias e inventar personagens e universos desde que posso me lembrar como gente. O amor pelo público jovem vem pela minha própria experiência como leitora.

Ainda consigo lembrar da sensação mágica de abrir um livro de fantasia e aventura quando eu tinha doze anos de idade. A pré-adolescência e a adolescência são fases complicadas, muitas vezes solitárias, e o que eu mais prezo é que os meus livros possam ser, acima de tudo, um refúgio para esses jovens.

Que meus personagens se tornem amigos deles e que eles possam sorrir quando estão lendo. Gosto de escrever aquilo que eu gostaria de ter lido aos treze anos de idade. 

Ana Jeckel é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Márcia Molina - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Como é escrever para um público cada vez mais conectado?  Qual o segredo para despertar o interesse dos jovens pela literatura?
AJ -
 A gente se engana quando acha que o jovem não gosta de ler. Sinto que, cada vez mais, as novas gerações estão sentindo falta de uma vida que não viveram, de um tempo em que não eram nascidos. Uma nostalgia da vida analógica, fora das telas.

De histórias que conectem de verdade. Claro que a teoria e a prática são muito diferentes, porque preciso usar dos artifícios atuais para vender o meu livro que vende essa nostalgia.

Utilizo muito das redes sociais para a minha divulgação e foco muito nas referências que eu tenho em comum com o meu livro, como por exemplo, "Piratas do Caribe" e a série de livros de "Percy Jackson e os Olimpianos".

Então eu vendo a ideia de que, se eles gostam dessas coisas, provavelmente também gostarão do meu livro. E claro, eu vendo a ideia do pertencimento. Em um mundo tão "conectado", mas tão solitário que vivemos hoje em dia, tudo o que queremos é pertencer a um lugar, uma tribo, um grupo de amigos que gostem das mesmas coisas que nós.

Já perdi as contas de quantos jovens se tornaram melhores amigos por conta dos meus livros, em eventos presenciais e até em grupos on-line. Isso é sensacional!

CE - Temos visto cada vez mais livros sendo transformados em produções do audiovisual. O que você pensa sobre isso? Sonha em ver suas obras na TV e no cinema?
AJ - 
Meu grande sonho! Como sou atriz de profissão antes mesmo de ser escritora, na hora de escrever uma história, uma cena ou um diálogo, eu penso em audiovisual.

Eu imagino a movimentação dos personagens como se fossem atores e escrevo os capítulos em formato de roteiro antes de passar para prosa. Então, sinto que é uma questão de tempo para que as minhas histórias, que nascem para a televisão e o cinema, mas são destinadas a se tornarem livros primeiro, conquistem outras mídias. 

CE - Você também é atriz, cantora e compositora. Pensa em voltar a fazer trabalhos nessas áreas? Pensa, inclusive, em escrever algo para você mesma atuar? 
AJ - 
Sinceramente, nunca amei tanto uma arte como amo a escrita. Meus olhos brilham de uma maneira que não brilhavam na atuação ou na música antes.

Mas não quero deixar essas partes de mim de lado, muito pelo contrário. Quando estou escrevendo, estou atuando também. Estou me colocando no papel de cada personagem para imaginar como ele está agindo em cena. E sobre a música, eu componho para os meus livros.

Alguns deles têm letras escritas e cantadas pelos personagens nas páginas e eu até ensino os meus leitores a cantar também! É muito legal. 

Atualmente não penso em escrever algo somente para que eu possa atuar, mas nunca se sabe. Gosto da ideia, uma vez que sou uma super fã de Phoebe Waller-Bridge e da série Fleabag, que nasceu justamente assim. 

CE - Quais seus sonhos profissionais? Já tem ideias para novos livros?
AJ - 
Meus grandes sonhos profissionais são ver os meus livros se tornando obras audiovisuais e poder publicá-los em outros países também. Quero que as minhas histórias conquistem o mundo. Tenho leitores de e-books no Japão!

Quero que eles possam ter os meus livros físicos em mãos também. Tenho muitos potenciais leitores em Portugal e nos Estados Unidos também. Se algum dia eu puder ver as minhas histórias traduzidas por aí, vou me sentir verdadeiramente realizada.

Sobre ideias para novos livros... eu tenho dezenas! A dificuldade é escolher qual será a próxima que eu vou escrever, porque todas são tão interessantes que eu tenho vontade de escrevê-las todas de uma vez. 

CE - E o que Ana Jeckel gosta de ler?
AJ - 
Gosto de ler um pouco de tudo, mas sou uma grande fã de suspense e mistério, nascida no mesmo dia que a nossa rainha Agatha Christie. Um gênero que, sinceramente, acho que nunca serei boa o suficiente para escrever. Amo ler os clássicos também.

Meus livros favoritos são "Peter Pan e Wendy" de J. M. Barrie, "Capitães de Areia" de Jorge Amado,  "O Código da Vinci" de Dan Brown e "The Outsiders: Vidas Sem Rumo" de S. E. Hinton. Pode-se dizer que sou louca por histórias de jovens desajustados tentando encontrar seu lugar no mundo.

Atualmente estou lendo "Mulherzinhas" de Louisa May Alcott e, para citar alguns autores contemporâneos, sou uma grande fã de Rebecca Kuang, Donna Tartt, Maggie Stiefvater, V. E. Schwab e Holly Jackson. Todas são escritoras incríveis em quem eu me inspiro muito.

Mas talvez a minha maior inspiração seja Rick Riordan, o escritor que moldou a minha juventude com seus livros de adolescentes lutando contra monstros mitológicos e mergulhando em aventuras épicas

 

 

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Desatando Nós: O que acontece quando os filhos crescem?

A adolescência traz um movimento natural e necessário de autonomia.

15/08/2026 18h00

Desatando Nós: O que acontece quando os filhos crescem?

Desatando Nós: O que acontece quando os filhos crescem? Foto: Divulgação

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Durante anos, muitos pais organizam a vida em torno das necessidades dos filhos. A rotina, os horários, as preocupações e até os planos futuros giram em torno deles. Então, quase sem perceber, algo muda. As crianças crescem.

A adolescência traz um movimento natural e necessário de autonomia. Os filhos passam a buscar mais privacidade, valorizam a convivência com amigos e começam a construir uma identidade própria. Para eles, esse processo representa crescimento. Para muitos pais, representa um desafio emocional.

É comum que surjam sentimentos contraditórios. Existe orgulho ao ver os filhos conquistando independência, mas também saudade da fase em que dependiam mais da família. Algumas mães e pais relatam sensação de perda, inutilidade ou dificuldade para encontrar novos espaços de realização.

Essas emoções não significam falta de amor. Significam que uma etapa está chegando ao fim e outra está começando. Toda transição importante envolve algum grau de adaptação.

O problema aparece quando tentamos impedir esse movimento natural. Controlar excessivamente, invadir espaços ou resistir ao crescimento dos filhos pode gerar conflitos e dificultar a construção da autonomia que desejamos para eles.

Talvez um dos grandes aprendizados da parentalidade seja compreender que educar também é preparar para a separação saudável. Não uma separação afetiva, mas uma independência progressiva que permite aos filhos caminhar com segurança pelo próprio caminho.

Ao mesmo tempo, esse período convida os adultos a revisitarem a própria identidade. Quem somos além do papel de pai ou mãe? Quais projetos ficaram em espera? Que vínculos precisam ser fortalecidos?

Quando os filhos crescem, a família não acaba. Ela se transforma. E toda transformação traz a oportunidade de construir novos significados para os relacionamentos e para a própria vida.

@vanessaabdo7
 

Moda Correio B+ - Entre Costuras & CuLtura

Quando a moda encontra a estrada

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo

15/08/2026 16h30

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo Foto: Divulgação

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O que acontece quando uma das maisons mais importantes do mundo encontra uma empresa conhecida por transformar carros clássicos em verdadeiras peças de coleção?

A resposta acaba de ser apresentada na Califórnia. A Louis Vuitton se uniu à Singer Vehicle Design, empresa especializada em restaurar e reinterpretar Porsche 911, para criar dois automóveis únicos. É a primeira vez, em seus 172 anos de história, que a maison francesa participa de um projeto automotivo co-branded.

Porém o mais interessante dessa parceria talvez não seja o carro em si. É o que ela diz sobre os novos caminhos do luxo.

Tudo começou de maneira relativamente discreta: com o pedido de um relógio para o painel. O projeto, desenvolvido a partir do universo do Tambour e da expertise da La Fabrique du Temps Louis Vuitton, cresceu até envolver praticamente todos os elementos dos veículos. 

Nasceram assim dois Porsche 911 Reimagined by Singer. O primeiro, um Classic, recebeu tons de açafrão, azul-cobalto e amarelo associados à Louis Vuitton.

O segundo, um Classic Turbo conversível, teve participação de Nicolas Ghesquière, diretor artístico das coleções femininas da maison, e aparece em branco Calcaire Lutétien, com detalhes sofisticados em madeira. 

E, claro, a experiência não termina quando se fecha a porta do carro. A Louis Vuitton criou malas sob medida, peças de vestuário, sapatos e acessórios para acompanhar os automóveis.

Até o relógio do painel pode ser removido e transformado em relógio de mesa. É quase como se carro, moda, viagem e lifestyle passassem a fazer parte de uma mesma coleção. 

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo                         Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo - Divulgação

Para mim, é justamente aí que essa parceria se torna interessante para além da estética.

Durante muito tempo, pensamos o luxo através de categorias muito claras: moda, joalheria, relógios, automóveis, hotelaria. Hoje, essas fronteiras estão cada vez mais diluídas.

As grandes marcas não querem apenas ocupar o nosso guarda-roupa. Querem participar da maneira como viajamos, nos hospedamos, comemos, decoramos a casa e, agora, até da maneira como dirigimos.

No caso da Louis Vuitton, existe ainda uma conexão particularmente coerente. A maison nasceu em 1854 fazendo baús e construiu sua identidade em torno da arte de viajar. Muito antes dos aviões comerciais e das malas com rodinhas, Louis Vuitton já pensava em como transportar objetos com funcionalidade, beleza e savoir-faire.

A relação com o universo automotivo também não surgiu agora. A própria história da maison registra experiências ligadas aos automóveis desde o início do século XX. 

Por isso, colocar seu savoir-faire dentro de um Porsche 911 não parece simplesmente uma ação de marketing. De certa maneira, é uma atualização da mesma pergunta que acompanha a Louis Vuitton há mais de um século: como transformar o ato de viajar em uma experiência extraordinária?

Há ainda outro aspecto dessa parceria que traduz muito bem o momento atual do mercado de luxo: a busca pela singularidade.

Louis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejoLouis Vuitton e Singer transformam o Porsche 911 em objeto de desejo - Divulgação

Em uma época em que produtos considerados exclusivos aparecem diariamente nas redes sociais e algumas bolsas de luxo se tornam quase onipresentes, possuir algo caro já não é necessariamente suficiente para transmitir exclusividade.

O verdadeiro luxo começa a migrar para aquilo que é difícil de reproduzir: tempo, artesanato, personalização, acesso e experiências criadas praticamente para uma única pessoa.

É justamente esse território que Louis Vuitton e Singer exploram aqui. Provavelmente o futuro do luxo não esteja apenas em lançar mais produtos, mas em criar objetos que carreguem histórias, diferentes especialidades e níveis quase obsessivos de atenção aos detalhes.

No encontro entre uma maison francesa, um ícone alemão e o trabalho artesanal de uma empresa californiana, o Porsche deixa de ser apenas um automóvel. Transforma-se em moda, design, engenharia, artesanato e viagem ao mesmo tempo, ajudando a redefinir o que chamamos de luxo hoje.

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