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Hortaterapia

Confira os benefícios de atividades que envolvem o contato com a terra e dicas para iniciar a prática terapêutica

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A hortaterapia, ou terapia hortícola, é uma prática que utiliza a jardinagem e o cultivo de plantas como ferramenta terapêutica para promover o bem-estar físico, mental e emocional. 

Essa abordagem tem sido cada vez mais reconhecida por seus inúmeros benefícios e é utilizada em diversos contextos, como hospitais, centros de reabilitação, escolas e até mesmo em residências particulares.

Um estudo britânico revelou que atividades relacionadas à jardinagem podem reduzir a sensação de solidão e aumentar o bem-estar geral. Os pesquisadores investigaram os benefícios da hortaterapia acompanhando 53 pessoas com problemas de saúde mental entre 2019 e 2022. À medida que os participantes cuidavam da terra, perceberam um aumento nos níveis de bem-estar e de satisfação com a vida. 

Os pesquisadores destacaram que a combinação do cultivo de hortaliças com o ar fresco oxigena o sangue e libera hormônios que promovem o bem-estar, ajudando a aliviar o estresse e a ansiedade.

Benefícios

A hortaterapia é conhecida por seu efeito positivo na saúde mental. O contato com a natureza e o envolvimento em atividades de jardinagem podem reduzir os níveis de estresse, de ansiedade e de depressão. Estudos mostram que o simples ato de cuidar das plantas pode aumentar a produção de serotonina, o que contribui para a sensação de felicidade e de bem-estar.

Além dos benefícios mentais, a hortaterapia também promove a saúde física. A jardinagem é uma forma de exercício leve a moderado que pode ajudar a melhorar a força muscular, a flexibilidade e a coordenação motora. Atividades como cavar, plantar e regar exigem movimentação corporal, o que pode ser particularmente benéfico para pessoas com limitações físicas ou que estão em processo de reabilitação.

A hortaterapia é amplamente utilizada em programas de reabilitação e terapia ocupacional. Para pacientes que se recuperam de acidentes ou cirurgias, a jardinagem pode ajudar na recuperação de habilidades motoras finas e grossas. Além disso, essa prática pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de cada indivíduo, tornando-se uma ferramenta eficaz na reabilitação física.

Participar de atividades de hortaterapia em grupo pode fomentar a interação social, o que é crucial para o bem-estar emocional. Em ambientes como escolas e comunidades, a jardinagem em grupo pode ajudar a desenvolver habilidades de trabalho em equipe, comunicação e cooperação.

Para indivíduos com transtornos cognitivos, como o Alzheimer, a hortaterapia pode ser uma atividade terapêutica valiosa. A jardinagem estimula a memória, a atenção e a resolução de problemas, proporcionando uma sensação de propósito e de realização.

Em um mundo cada vez mais urbano e digital, a conexão com a natureza é fundamental para a saúde e o bem-estar. A hortaterapia proporciona uma oportunidade para essa reconexão, ajudando as pessoas a desacelerarem, apreciarem o ambiente natural e desenvolverem uma maior consciência ambiental.

Dicas para iniciantes

1. Escolha um espaço  adequado

O primeiro passo para começar com a hortaterapia é escolher um espaço adequado. Pode ser um jardim ao ar livre, um pequeno quintal ou até mesmo uma varanda ou uma janela que receba luz solar suficiente. Certifique-se de que o espaço é acessível e seguro para todas as pessoas que participarão da atividade.

2. Comece com plantas fáceis de cuidar

Para iniciantes, é recomendável começar com plantas que sejam fáceis de cuidar e que não exijam muita manutenção. Algumas opções incluem ervas como manjericão e alecrim, suculentas e plantas de interior como a espada-de-são-jorge. Essas plantas são resistentes e podem proporcionar uma sensação rápida de sucesso e de motivação.

3. Use ferramentas adequadas

Investir em ferramentas de jardinagem adequadas pode tornar a experiência mais agradável e eficaz. Tesouras de poda, pás, regadores e luvas são alguns dos itens básicos que podem facilitar o trabalho. Para pessoas com limitações físicas, existem ferramentas adaptadas que podem ajudar a tornar a jardinagem mais acessível.

4. Planeje suas atividades

Ter um plano de atividades pode ajudar a manter a motivação e garantir que o jardim prospere. Crie um cronograma para plantar, regar, podar e cuidar das plantas. Planeje também momentos para simplesmente apreciar o jardim, o que é uma parte importante da hortaterapia.

5. Aprenda e experimente

A hortaterapia é uma excelente oportunidade para aprender sobre plantas, jardinagem e ecossistemas. Não tenha medo de experimentar diferentes tipos de plantas e de técnicas de cultivo. Participar de cursos de jardinagem ou ler livros sobre o assunto pode enriquecer ainda mais a experiência.

6. Incorpore a prática no dia a dia

Para colher os benefícios da hortaterapia, é importante incorporá-la na rotina diária ou semanal. Mesmo que seja apenas por alguns minutos do dia, o contato regular com as plantas pode fazer uma grande diferença na saúde e no bem-estar geral.

7. Crie um ambiente acolhedor

Transforme o espaço de jardinagem em um ambiente acolhedor e agradável. Adicione elementos decorativos como bancos, fontes de água e ornamentos de jardim. Um ambiente bonito e confortável pode tornar a prática da hortaterapia ainda mais prazerosa e relaxante.

Hortaterapia em diferentes contextos

1. Hospitais e centros de reabilitação

Muitos hospitais e centros de reabilitação têm adotado a hortaterapia como parte de seus programas de tratamento. Jardins terapêuticos são criados para pacientes e seus familiares, proporcionando um espaço de paz e de cura. A interação com a natureza pode acelerar o processo de recuperação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

2. Escolas e instituições de ensino

Nas escolas, a hortaterapia pode ser uma ferramenta educacional valiosa. Além de ensinar sobre biologia e ecologia, a jardinagem pode ajudar a desenvolver habilidades sociais e emocionais em crianças e adolescentes. Projetos de hortas escolares incentivam a responsabilidade, o trabalho em equipe e a apreciação pela natureza.

3. Lares de idosos

Em lares de idosos, a hortaterapia pode proporcionar inúmeros benefícios aos residentes. A jardinagem pode ajudar a manter a mobilidade, melhorar o humor e proporcionar uma sensação de propósito. Além disso, a criação de jardins comunitários pode fomentar a interação social e a formação de novas amizades.

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diálogo

Como a disputa para as duas vagas ao Senado está "congestionada"... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (02/04)

02/04/2025 00h01

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Lima Barreto - escritor brasileiro

"A roda gigante e a gangorra são dois objetos que definem bem a vida. Se você não tem firmeza, serenidade e humildade na parte de baixo, dificilmente saberá lidar com as alturas!”

FELPUDA

Como a disputa para as duas vagas ao Senado está “congestionada”, outro cargo começa a despertar a cobiça: a cadeira de vice-governador. Algumas insinuações já estão sendo feitas, contudo, por enquanto, nenhum dos cobiçosos ousou se manifestar mais declaradamente, até porque, como diz o ditado, “laranja madura na beira da estrada está podre ou bichada”.

Porém, como a maioria dos partidos decidiu apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel, logo deverá merecer “olhos pidões” – como os de criança ao redor de bolo confeitado.

Otimismo

O coelhinho da Páscoa deverá ser generoso com o comércio de MS, que poderá registrar movimentação econômica de R$ 396 milhões. Isso é o que mostra um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS e pelo Sebrae-MS.

Mais

O valor representa um aumento de 7% em relação a 2024, impulsionado tanto pela intenção de compra de presentes quanto pelas comemorações. De acordo com o levantamento, 70% dos consumidores pretendem comprar ovos de chocolate ou produtos similares.

Claudia Dibo
Alessandro Bartelle e Andrea Bartelle

Na gaveta

Na análise de alguns políticos que estão de olho na movimentação das legendas, o PP na Capital estaria “fechado no casulo”. Dizem que a sigla tem um “canhão na mão”, que no caso é a Prefeitura de Campo Grande, mas que a gestão vem enfrentando uma série de problemas.

A administração do partido Progressista, a qual pertence politicamente à prefeita, estaria inerte, “anestesiada” diante da situação. Afirmam até que tanto as ações políticas quanto as administrativas ainda estariam dentro da gaveta. Assim sendo…

Confronto

A deputada estadual Gleice Jane é a candidata da ala mais radical do PT para disputar a presidência regional do partido. Ela, que inclusive defende a saída da legenda da base aliada do governador Riedel, deverá ir para o confronto com o parlamentar federal Vander Loubet, considerado do grupo mais moderado da sigla e que sonha ser o segundo nome do ninho tucano ao Senado. A eleição ocorrerá neste mês.

Difícil

A escolha do novo comando no PT estadual mostra que a legenda continua rachada em MS. Nos bastidores, porém, fala-se que Loubet levaria vantagem e poderia se tornar o novo presidente. Afinal, muitos dos cargos da cota petista no governo Riedel, ou seja, a Secretaria de Estado da Cidadania e nove secretariasexecutivas, são ocupados por nomes indicados por ele. Assim, dificilmente alguém por lá vai querer perder a “boquinha”.

Aniversariantes

  • Dr. Omar Francisco do Seixo Kadri,
  • Dra. Maria Aparecida (Cidinha) Albuquerque Arroyo,
  • Dr. George Takimoto,
  • Marijane Velasco de Souza,
  • Carlos Augusto Borges (Carlão),
  • Maysa Andrade Leite de Barros,
  • Raphael Maia Valente,
  • Elias Guerra da Silva Junior,
  • Jorge de Abreu Rodrigues,
  • Marcelo Pereira da Silva,
  • Pedro de Toledo Filho,
  • Rose Mary Rocha Medina,
  • Sandro Alberto Ricci,
  • Viviane Martins Fernandes,
  • Adriana Arguello Coutinho,
  • Josivam Martins da Silva,
  • Sizue Okimura de Faria,
  • Ana Cristina Baruffi,
  • Ingrid Chappaz,
  • Falvio Missao Fujii,
  • Arlindo Almeida de Rezende,
  • Mauren Lilia Leite Furlanetto Rubio,
  • Dra. Keila Maria Lima Miguel Lorenzi,
  • Lira Dequech,
  • Gisânia (Gisa) Marciano,
  • Dra. Eny Cleide de Mendonça Sartori Nogueira,
  • Leda Mara Bertoloto Nunez,
  • Adilson Bolonheis de Mello,
  • Kelen Lopes Gomes,
  • Ana Paula Nunes da Cunha,
  • Lucas Costa da Rosa,
  • Daniela Mangieri Pithan,
  • Auxiliadora Braga Moreno,
  • Adalgiza Kamiya,
  • Robson Dantas,
  • Marco Corrêa Neves,
  • Hilda Reis,
  • Adeilton Feliciano do Prado,
  • Luiz Antônio de Souza Ojeda,
  • Cícero Barbosa de Souza,
  • Ciro César Vilanova Maia,
  • Aloisio Ribeiro Souto,
  • Nilo Rodrigues de Oliveira,
  • Éder Flávio Benites Ramos,
  • Jorge Almeida Jabrayan,
  • Dr. Paulo Sérgio Monteiro,
  • Márcia Cristines Rocha,
  • Moacir Alves Fialho Júnior,
  • Haroldo Kawano,
  • Viviane Michel Ibrahim,
  • Carlos Albanesi,
  • Celso Pilegi,
  • Walter Gomes,
  • Adriana Ximenes,
  • Aroldo Ferreira Corrêa,
  • Théo de Freitas,
  • Waldemar Gomes Santana,
  • Josefa Sanches Nakayama,
  • Deair Pereira Vargas,
  • Sandra Araújo de Oliveira,
  • Lídia Maria Albuquerque,
  • Edson Antônio de Freitas,
  • Cleide Milanesi,
  • Aluísio Alvarenga,
  • Seomar Kury Marques,
  • Carlos Alberto Rodrigues Morruda,
  • Dr. Sergio Augusto Delgado Perdigão,
  • Maria Neuza Pedra dos Santos,
  • Carolina Drago Fernandes,
  • Celia Maria Zacharias,
  • Maria da Conceição Alves dos Santos,
  • Paulo Henrique da Cruz Lima,
  • Rômulo do Amaral,
  • Neide Leite da Silva,
  • Ronaldo Porto Alegre Tomasi,
  • Alysson Vasconcelos Leite,
  • Cézar José Cáceres,
  • Alcidio Duarte,
  • Pedro Antonio Felicio,
  • Espedito Soares de Souza,
  • Hélio Ferreira da Silva,
  • Rosely Teresinha Rodrigues Ramos,
  • Ana Claudia Mazzuquelle
  • Marcon dos Santos,
  • Weimar Zoratte,
  • Rafael Midon Gimenes Vieira,
  • Gilton Bonfim Ferreira Jatobá,
  • Dr. Maurício Antônio Pompilio,
  • Oneide de Fátima Toniazzo,
  • Antonio Manoel Geronimo,
  • Cleir Edson Pereira de Deus,
  • Maria Santa Medina,
  • Daniella Londero Silva,
  • Carla Maria Curi Vieira Delmas,
  • Maria Aparecida Santos,
  • Janaína Prescinato Miranda,
  • Nair Rosa dos Santos,
  • Aline Fernandes Antunes Soares,
  • Luisane Steffenon,
  • Sônia da Silva de Lima,
  • Kelly Cristina Duarte Cruz,
  • Cícero Vilela de Mello,
  • Edivalda da Silva Aguero,
  • Everaldo Duarte,
  • Danyelle Bezerra Terhorst,
  • Odil Cleris Toledo Puques,
  • Raquel Otano de Andrade Portioli.

CAMPO GRANDE

Associação promove corrida e caminhada para conscientizar sobre o autismo; saiba como se inscrever

3ª. Corrida e Caminhada da AMA será realizada no domingo, em comemoração do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

01/04/2025 16h15

Foto: Divulgação

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Nesta quarta-feira se comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo; a data foi instituída pela ONU em 2007 para estimular o conhecimento sobre o assunto e é levantando essa bandeira que a Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) convida a população da capital para participar da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA no próximo domingo

“O Transtorno do Espectro Autismo (TEA) não é uma doença, é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório de interesses restritos que não têm cura.”

Quem informa é a assistente social Divina Oruê, que atua na Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande (AMA) e, ao lado de André Luiz de Oliveira, professor da instituição, é responsável pela organização da 3ª. Corrida e Caminhada da AMA, a ser realizada no próximo domingo, a partir das 6h30 da manhã, no estacionamento da Assembleia Legislativa (Parque dos Poderes), com início da prova às 7 horas.

EMPATIA E RESPEITO

A corrida é o principal evento realizado pela entidade para marcar o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado nesta quarta-feira, 02 de abril, e instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2007 com o objetivo de estimular o conhecimento sobre o TEA, bem como a importância do diagnóstico precoce e do tratamento.

O tema escolhido pela ONU para mobilizar a população global em torno do assunto - “Informação gera empatia, empatia gera respeito” - reveste ainda de mais importância o depoimento acima da assistente social e a realização da corrida.

“O foco principal é a divulgação sobre o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, para diminuir o preconceito e abranger o conhecimento da população. Todo recurso arrecadado será destinado para manutenção da instituição”, afirma Divina, comentando a corrida, que deve reunir - entre atletas mais experimentados e a população em geral, incluindo autistas e seus familiares - em torno de 1.500 participantes. 

“A iniciativa da corrida surgiu da necessidade de criar um evento que fosse capaz de chamar a atenção para a causa do autismo, promovendo conscientização e inclusão. A ideia inicial era fazer algo diferente e impactante que alcançasse esse objetivo, visando o mês em que se comemora o Dia Mundial sobre a Conscientização do Autismo. Foi um desafio bastante grande os detalhes logísticos, a escolha do local, a definição do percurso, a organização da infraestrutura e a parceria dos serviços”, conta Divina.

As inscrições se encerram amanhã e podem ser realizadas pelo site https://www.kmaisclube.com.br/ ou pelo número 67 99267-4088, com valores de R$ 60 (doadores e 60+), R$ 80 (caminhada 3km) e R$ 100 (corrida 5km e 10km) para o terceiro lote.

São 11 categorias por idade entre 16 e 69 anos, além da categoria para participantes a partir dos 70 anos. A retirada dos kits, no próximo sábado, poderá ser feita das 9h às 17h na sede da AMA - Av. Bandeirantes, 215, bairro Amambai.

Os kits incluem camiseta, número de peito e chip individual para acompanhamento da performance, além de brindes.

“As inscrições foram abertas em dezembro e a equipe trabalhou bastante para promover a corrida e atrair participantes. A cada ano, a corrida tem alcançado sucesso, com um aumento no número de inscrições. Isso demonstra que a iniciativa está alcançando seu objetivo de promover conscientização e inclusão sobre o autismo”, avalia a assistente social.

A AMA

A Associação de Pais e Amigos do Autista de Campo Grande foi fundada em 1990 por um grupo de acadêmicos de Psicologia da FUCMAT e, após dois anos de estudos, foi apresentada à sociedade campo-grandense, no I Encontro Sul-Mato-Grossense de Autismo.

“A AMA oferece um espaço preparado e minuciosamente adaptado às necessidades do nosso público, o que colabora para a qualidade do atendimento prestado a todos”, apresenta Divina, que lista a série as várias frentes de atuação da entidade.

“Saúde, educação e assistência social, atendendo crianças, adolescentes, adultos e os seus familiares, e oferecendo às pessoas com autismo, atendimentos diferenciados: atendimento educacional especializado (AEE), educação física, dentista, nutricionista, psicologia, musicoterapia, fonoaudiologia, capoeira, oficinas de artes, teatro, mídias sociais e os grupos onde todos as pessoas com TEA podem participar e desenvolver suas habilidades e talentos.”

No total, a AMA atende regularmente 166 pessoas com autismo e seus familiares, contando para isso com uma equipe de 33 profissionais - entre médicos, professores, pessoal do administrativo, cozinha e serviços gerais.

O objetivo é “de promover e articular ações de defesa de direitos e prevenção, orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionadas à melhoria de qualidade de vida da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, e à construção de uma sociedade justa e solidária”, segundo a colaboradora da AMA.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Divina destaca o papel que as políticas públicas têm desempenhado no segmento. “A AMA reconhece os avanços significativos nas políticas públicas destinadas às pessoas com TEA em Campo Grande e no Mato Grosso do Sul. Iniciativas recentes refletem um compromisso crescente com a inclusão e o bem-estar dessa população”, afirma.

“Em 2024, por exemplo, Campo Grande se destacou ao anunciar a implementação de espaços sensoriais nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Coronel Antonino e Universitário. Esses ambientes foram projetados para oferecer um atendimento mais humanizado às pessoas com TEA, reduzindo estímulos sensoriais e proporcionando maior conforto durante o atendimento de urgência e emergência”, argumenta Divina.

Para fazer doações em dinheiro para a AMA: Caixa Econômica Federal, Ag: 1108, Conta Poupança: 52326-9, Operação: 013; ou por PIX: 26.824.425/0001-09.

Sinais comuns na criança com autismo

  • Brinca ou usa o brinquedo de forma incomum;
  • Choro ou risadas inapropriadas;
  • Dificuldade com a mudança de rotina;
  • Apego a objetos inusitados;
  • Hiperatividade;
  • Dificuldade em relacionar com pares da mesma idade;
  • Ausência da fala ou fala ecolálica;
  • Sensibilidade a alguns sons;
  • Ausência de consciência do perigo;
  • Baixa tolerância à frustração

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