Correio B

TELEVISÃO

João Côrtes será repórter dos bastidores da nova temporada do "Popstar"

João Côrtes será repórter dos bastidores da nova temporada do "Popstar"

Continue lendo...

Com o coração dividido entre a música e a atuação, João Côrtes é do tipo que sabe muito bem o que quer. No entanto, também tem faro para reconhecer e aproveitar oportunidades fora de suas áreas de maior interesse. É por isso que ele exibe muita empolgação ao falar sobre a função de repórter que assume na nova temporada do “Popstar”, programa apresentado por Taís Araújo que tem previsão de estreia para outubro. “Sempre amei me comunicar, mas nunca imaginei que seria lembrado para um posto desse porte. Pelo menos não tão cedo. Adorei o convite, aceitei prontamente e já estou ansioso para o trabalho começar. Tenho muito carinho pelo programa”, ressalta. A história de João com o “Popstar” é tão recente quanto intensa. No ano passado, ele surpreendeu jurados e público ao entoar com propriedade e afinação diversos clássicos da música “pop”, como “Feeling Good” e “I Will Be There”. De “azarão”, acabou ficando em segundo lugar na colocação geral. “O ‘Popstar’ foi a oportunidade perfeita para apresentar as músicas que tenho prazer em cantar e, de quebra, ainda ter o 'feedback' de grandes nomes da indústria fonográfica. Posso dizer com tranquilidade que foi um divisor de águas na minha carreira”, valoriza.

O fato de já saber como funciona a dinâmica do programa facilita bastante a vida de João. Os participantes da próxima edição ainda estão sendo selecionados pela direção do “Popstar”, mas João já sabe muito bem como agir nos bastidores para deixar os competidores mais calmos e confiantes no início e final de cada apresentação. “Já estive nessa situação e estarei lá para dar apoio moral e torcer junto. Tive esse carinho na temporada passada e foi essencial para me fazer entrar mais confiante no palco”, conta. Sem esconder a saudade que sente de suas apresentações ao longo dos episódios, João torce para que ele possa dar algumas canjas ao lado dos competidores e convidados da terceira temporada. Como a transmissão é ao vivo e sem muita abertura para acontecimentos inesperados, ele está esperando um retorno dos roteiristas e da direção sobre a possibilidade. “A chance existe sim. O martelo ainda não foi batido, mas tudo pode acontecer. Eu certamente estarei preparado”, avisa, entre risos.

Enquanto outubro não chega, João alivia a ansiedade com mais trabalho. Atualmente, ele dedica-se às gravações de “Sala dos Professores”, série que retrata o cotidiano recheado de intrigas, competição e aprendizagem de uma escola particular de São Paulo. Na produção, idealizada e realizada pelo canal pago CineBrasil, João vive o professor de Literatura Daniel. “Meu personagem é o mais novo do corpo docente do colégio. Daniel é bem introspectivo, mas, aos poucos vai se enturmando com o resto dos professores e alunos. A ponto de superar a timidez e viver um romance com outra professora”, adianta o ator, que se inspirou em seus mestres do passado e, por indicação da direção, buscou referências em séries americanas de humor como “The Office” e “Modern Family”. “A série carrega um tempo de comédia mais próximo da ‘sitcom’ americana. É uma linguagem nova para mim e estou adorando exercitar a rapidez e ironia que eles usam lá fora”, detalha.

Natural do Rio de Janeiro, João ficou conhecido do grande público de forma pouco ortodoxa. Em 2013, fez sucesso ao protagonizar uma propaganda da operadora de celular Vivo ao lado de estrelas como Grazi Massafera, Marina Ruy Barbosa, Sheron Menezzes e Fábio Porchat, entre outros. Em pouco tempo, ele começou a ser chamado pelo singelo apelido de “ruivo” nas ruas. Aproveitando-se da boa repercussão da publicidade, investiu na tevê, em séries como “Três Teresas”, do GNT, “O Negócio”, da HBO, e na novela “Sol Nascente”, da Globo. “Fazer novela foi um processo bacana e bem intenso. Tenho certeza que seria muito legal voltar a esse universo no futuro. Mas, no momento, estou focando minhas energias em desenvolver projetos mais curtos e autorais”, conta. Além de ter acabado de dirigir “Nas Mãos de Quem Me Leva”, seu primeiro longa-metragem, João também tem é um dos sócios da produtora audiovisual TentáculoRec, fundada em parceria com familiares e amigos. “Empreender no Brasil é uma tarefa para corajosos. Exige muita persistência, dedicação e força de vontade. Nosso time está bacana e disposto a criar conteúdo de qualidade”, entrega.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 13 e 19 de abril. Confie nos instintos e aposte na criatividade

O Ás de Paus como carta da semana traz uma energia intensa de novos começos, criatividade e paixão. É um convite para agir, iniciar projetos e confiar nos seus instintos com entusiasmo.

12/04/2026 13h00

A energia do Tarô da semana entre 13 e 19 de abril. Confie nos instintos e aposte na criatividade

A energia do Tarô da semana entre 13 e 19 de abril. Confie nos instintos e aposte na criatividade Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Com o Ás de Paus como regente, entramos em um período marcado por novas oportunidades, ação e energia criativa. O caminho se abre para começos promissores, iniciativas ousadas e movimentos que podem trazer resultados concretos. É tempo de aproveitar, apenas evite agir por impulso.

A semana chega sob forte influência de Áries. Marte, Mercúrio, Saturno, Netuno e a Lua Nova se concentram no signo, formando um dos céus mais intensos do ano. Há impulso, urgência e um chamado claro à ação.

O início pode trazer certa tensão, especialmente com Marte em conjunção com Netuno, ativando impulsividade, idealizações e até alguma confusão.

Mas o cenário não é só desafiador: aspectos harmônicos entre planetas benéficos ajudam a equilibrar as forças, e o fechamento com a Lua Nova em Áries inaugura um verdadeiro portal de recomeço.

E não por acaso, o Ás de Paus rege esse momento.

Essa carta simboliza o início de novos projetos, o surgimento de ideias inspiradoras e a abertura de caminhos. É uma das energias mais potentes do Tarô quando o assunto é impulso criativo e potencial de realização. Ela indica que algo novo, vibrante e cheio de vida está prestes a começar.

O Ás de Paus convida você a seguir o seu coração e a confiar naquilo que te move. Se existe um desejo de iniciar algo, mas a dúvida ainda trava o primeiro passo, encare essa fase como um teste. Comece pequeno, experimente, ajuste o percurso se necessário. O importante é sair do lugar.

Se você esperava um sinal, ele chegou: o Ás de Paus é um claro “sim”.

A imagem da varinha em broto, com uma paisagem fértil ao fundo, fala de crescimento, expansão e possibilidades reais de desenvolvimento. Não é hora de esperar o plano perfeito. É hora de agir com o que você já tem. Confie nos seus instintos. Se a ideia acende algo dentro de você, há um motivo para isso.

Mas é importante lembrar: os ases representam potencial, não garantia. O Ás de Paus é a semente e toda semente precisa de cuidado, consistência e dedicação para florescer.

A oportunidade existe, mas será a sua entrega que determinará até onde ela pode chegar. Pense nessa carta como a faísca inicial: poderosa, mas que precisa ser alimentada para se transformar em chama duradoura.

Esse também pode ser um momento importante para crescimento pessoal e espiritual. Cursos, novos aprendizados e caminhos criativos tendem a surgir com força. Investir em algo que expanda sua mente e sua expressão pode abrir portas que você ainda nem imagina.

Na vida pessoal, a semana de 13 a 19/04 traz um cenário favorável para amor, autoestima e prosperidade.

No campo afetivo, o Ás de Paus fala de novos começos e intensificação da paixão. Para quem está em um relacionamento, é uma chance de reacender o entusiasmo. Para quem está solteiro, pode indicar o surgimento de um romance intenso, marcado por forte atração e conexão imediata.

No campo financeiro, boas oportunidades podem aparecer, especialmente para quem estiver disposto a agir. É um ótimo momento para iniciar projetos com potencial de retorno.

Os próximos dias também favorecem o fortalecimento de vínculos, o cuidado com o lar e a busca por conforto emocional. A comunicação ganha destaque: falar o que pensa pode ser um diferencial, desde que venha acompanhado de escuta genuína.

A Lua Nova em Áries reforça esse movimento. Ela convida você a plantar intenções ligadas à identidade, autonomia e coragem. Tudo o que envolve iniciativa pessoal, novos projetos e mudanças de postura ganha força neste ciclo.

O Ás de Paus traduz exatamente essa energia: criatividade, impulso, entusiasmo e coragem para começar.

Ele representa avanços, inspiração e ideias que podem transformar a sua realidade. É um momento de expansão mental, de explorar novos caminhos e ultrapassar limites antigos.

A imagem simbólica da carta reforça essa mensagem: uma mão surge das nuvens oferecendo uma varinha, um canal direto com a inspiração. Ao fundo, um castelo em ruínas indica que antigas estruturas e bloqueios estão sendo deixados para trás. O que antes parecia impossível agora começa a se abrir.

Mas há um ponto essencial: a inspiração tem tempo.

Assim como nos contos de fadas, em que a magia tem prazo para acabar, as oportunidades também exigem ação no momento certo. Se você não aproveita o impulso criativo, ele se dissipa. Mas, se age, pode transformar uma ideia em algo concreto e significativo.

Confie em si mesmo. Você é capaz de realizar aquilo que consegue imaginar.

As folhas que caem do Ás de Paus lembram que tudo é cíclico. A oportunidade não é eterna, mas é real agora. E a força da sua mente só se torna transformação quando encontra coragem para agir.

Aproveite o vigor do elemento fogo para impulsionar sua vida profissional e pessoal, mantendo o foco. Vá em frente.

O Ás de Paus atua como a Fada Madrinha de Cinderela (1950), da Disney: um toque de magia que transforma possibilidades em realidade, mas que pede ação no momento certo. Acredite ou não, a magia está no ar. Bibbidi-Bobbidi-Boo.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga

João compartilha não apenas conhecimento, mas também inquietações, percepções e histórias que atravessam décadas de pesquisa como historiador de moda.

11/04/2026 19h00

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Há nomes que, mais do que estudar a moda, ajudam a traduzir o seu significado no tempo. João Braga é um desses raros intérpretes. Historiador, professor e uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é a leitura cultural do vestir, ele construiu uma trajetória que ultrapassa tendências e temporadas para alcançar algo mais profundo: a compreensão da moda como linguagem, memória e identidade.

Em um mundo marcado pela velocidade das imagens e pelo consumo imediato, olhar para a moda através da história é, também, um exercício de pausa. É nesse espaço de reflexão que João Braga se destaca. Com uma narrativa envolvente e didática, ele revela como roupas, tecidos e silhuetas são, na verdade, registros vivos de transformações sociais, políticas e comportamentais. Cada detalhe — do corte ao ornamento — carrega códigos de uma época, valores de uma sociedade e até mesmo desejos silenciosos de mudança.

Ao longo de sua carreira, Braga tem se dedicado a aproximar o público desse olhar mais sensível e crítico, desmistificando a ideia de que moda se resume ao efêmero. Para ele, vestir-se é um ato cultural, um gesto que comunica pertencimento, ruptura e expressão individual.

Sua fala, sempre generosa em referências e exemplos, convida o interlocutor a enxergar além da superfície, ampliando o entendimento sobre aquilo que usamos — e, sobretudo, sobre quem somos.

Nesta entrevista exclusiva consuzida pela nossa colunista e consultora de moda Gabriela Rosa, com o cuidado de quem reconhece a importância de escutar, João Braga compartilha não apenas conhecimento, mas também inquietações, percepções e histórias que atravessam décadas de pesquisa.

Entre memórias, análises e provocações, ele nos leva a refletir sobre o presente sem perder de vista o passado — e, quem sabe, a imaginar novos caminhos para o futuro da moda.

Abrir espaço para essa conversa é, portanto, mais do que apresentar um especialista: é oferecer ao leitor a oportunidade de revisitar o próprio olhar. Porque, como nos lembra João Braga, a moda nunca é apenas sobre roupas — é, antes de tudo, sobre pessoas, contextos e narrativas que se entrelaçam no tecido do tempo.

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaA consultora Gabriela Rosa ao lado do professor João Braga em evento na capital paulista - Foto: Arquivo pessoal

CE - Ao longo da sua carreira como professor e pesquisador, qual descoberta histórica mais lhe surpreendeu?
JB -
História significa “investigação”. Ter o conhecimento do passado para entender o presente e planejar um futuro melhor sem incorrer em erros pretéritos é fundamental para qualquer tipo de conhecimento. De um modo geral, as investigações históricas e as novas descobertas sempre me surpreenderam e ainda me surpreendem. Muitas delas são fascinantes.

CE - Na sua visão, o Brasil já construiu uma identidade na moda ou ainda busca referências externas.
JB -
 Somos um país colonizado e, portanto, é comum que busquemos referências extra muros e dialoguemos universalmente nesta “aldeia global”. No tange à moda, eu vejo que já construímos identidades próprias como o intenso uso de fibras naturais (especialmente o algodão); a prática artesanal; uma forte identificação com cores intensas; o uso de roupas mais justas entre outras referências, mas com a globalização ainda conversamos com as tendências da moda internacional, porém sempre adaptadas às nossas realidades.

CE - Como a moda moldou a percepção do corpo ideal em diferentes épocas?
JB - 
O padrão de beleza associado à moda em geral muda de época para época e, consequentemente, muda também o padrão corpóreo de beleza associando-se às novas descobertas científicas e tecnológicas; aos aspectos do gosto vigente de cada período e também às questões do padrão estético das artes visuais. Como disse o grande poeta português Luís Vaz de Camões: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

CE - O que a história do espartilho nos ensina sobre o controle do corpo?
JB - 
O espartilho muito estrangulou a cintura feminina entre o final do século XIX e o princípio do século XX. Com as vaidades  associadas à moda, o corpo da mulher sempre esteve mais vulnerável às mudanças e acaba sendo moldado de acordo com o gosto de cada época. O corpo, modificado por instrumentos, cirurgias ou exercícios, sendo moldado à cada gosto específico, torna-se um retrato de cada período; mas acho que ele mesmo nos ensina que cada padrão corpóreo também é passageiro. Fica o ensinamento que nem sempre será o mesmo gosto para outros tempos. A moda é impermanente.

CE - O que a história da moda nos ensina sobre o consumo excessivo hoje?
JB - 
O consumo conspícuo e o acúmulo de bens materiais não é novidade alguma; são respostas cada vez mais rápidas a um sistema capitalista que favorece o lucro. A História Geral, independentemente da História da Moda, nos ensina que nada no mundo material é para sempre. Dever-se-ia ter uma maior preocupação maior com a absorção de conhecimentos e, quem sabe, especialmente da sabedoria. A vida passa e os bens materiais ficam… para os outros; ao passo que o saber e as práticas virtuosas te ajudam a evoluir espiritualmente.

CE - O formato atual das semanas de moda ainda faz sentido dentro do contexto histórico que as originou?
JB 
- Creio que sim. Não são exatamente como as foram ao tempo de suas respectivas fundamentações, mas acredito que ainda seja uma maneira sensata de reunir imprensa, compradores e consumidores num mesmo lugar durante um determinado intervalo de tempo. Por mais que haja outras variações de lançamentos de coleções de moda tais como performances, fashion filmes e outras possibilidades, as semanas de moda com seus desfiles presenciais continuam atraindo muitas pessoas e mídias, despertando curiosidades, visibilidades e interesses gerais na área de moda.

CE - Por que certas capitais de moda permanecem centrais mesmo com a globalização?
JB -
 Acredito que seja pelas boas estratégias de marketing de divulgação que geram visibilidades e divisas ao despertarem desejo de consumo e outras especulações; obviamente associadas à tradição dos respectivos pioneirismos destas mesmas semanas das grandes capitais da moda.

CE - Quando outras semanas de moda começaram a desafiar o eixo Europa-EUA? E sua opinião sobre isso.
JB - 
Não sei se seria “desafiar”, mas sim acrescentar, complementar, trazer novas visões, responsabilidades sociais e possibilidades, como é o caso da atual Semana de Moda de Copenhagen que  privilegia as referências de moda ecológica e sustentável; como é o caso, já há décadas, da SPFW que traz a importância de vislumbrar conceitos, criações e moda advindas do Hemisfério Sul entre outras leituras e atividades.

CE - Qual o período da História da Moda que o senhor considera mais revolucionário e por qual motivo?
JB -
Considero dois significativos períodos do século XX: os anos 1920 que foram muito revolucionários para a moda feminina ao legitimar a emancipação e participação da mulher no mercado de trabalho e, portanto, tendo a necessidade de novos padrões estéticos a serem adaptados às roupas e os anos 1960 com e revolução da postura jovem que trouxe novas prerrogativas comportamentais e, por extensão, na própria moda e que, de certa forma, estão entre nós ainda hoje.

CE - Que conselho o senhor daria a estudantes e profissionais de moda que desejam ir além das tendências e compreender o significado do vestir?
JB - 
O conselho aos estudantes é estudar mais, acreditar em si e aproveitar melhor o tempo para uma formação sólida e duradoura. Aos profissionais já atuantes é que estejam atentos ao ar dos tempos e às mudanças comportamentais que vão influenciar a moda. Termino como comecei: valorizar a tríade passado-presente-futuro que é o sentido investigativo da própria História.
 

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaProfessor João Braga - Divulgação

Referência nos estudos de história da moda no Brasil, João Braga é autor de obras que ajudam a compreender o vestir para além da estética, revelando suas conexões com a história, a cultura e o comportamento.
Entre seus principais títulos, destacam-se:

  1. História da Moda
  2. História da Moda – Uma Narrativa
  3. Um Século de Moda
  4. A Moda no Brasil
  5. A História da Moda no Brasil

Com linguagem acessível e olhar apurado, suas publicações se tornaram leitura essencial para quem deseja entender a moda como expressão do tempo e da sociedade.

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaGabriela Rosa - João Braga em evento na capital paulista - Divulgação

 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).