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Melhores tipos e cortes de carne para fazer churrasco

Além da famosa picanha, veja quais outros cortes são ideais para assar na churrasqueira ou grelha, além de outras dicas para um churrasco perfeito

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O churrasco é mais do que apenas um tipo de refeição, mas um momento de confraternização entre amigos e familiares brasileiros.

Para saborear um bom churrasco, um dos pontos importantes é a escolha das carnes. 

Com tantas opções disponíveis, é importante saber quais cortes são ideais para garantir suculência e sabor

Além da escolha do corte, também há técnicas de salga e de fogo que podem fazer a diferença.

O Correio do Estado compilou dicas especialistas churrasqueiros e lista alguns dos melhores tipos de carne para churrasco, com dicas para acertar na escolha e no preparo.

Veja os melhores cortes de carne para o churrasco

Picanha

A picanha é um dos cortes mais apreciados no churrasco brasileiro. Reconhecida por sua capa de gordura, que realça o sabor e torna a carne macia, ela pode ser assada inteira no espeto ou em fatias grossas na grelha, temperada apenas com sal ou com outros condimentos, a gosto.

Entre as dicas de especialistas, está que o segredo é manter a gordura intacta durante o preparo e não passar do ponto, para preservar a suculência.

Costela

A costela é um corte mais fibroso, com tempo de preparo mais longo, e é uma carne que também é sempre destaque no churrasco.

A costela bovina é muito popular, mas a costelinha de porco também é uma excelente opção. Ambas podem ser feitas apenas com sal grosso ou com temperos mais elaborados e até marinada antes de assar.

Fraldinha

A fraldinha é uma carne macia e saborosa, sendo outro corte tradicional para churrasco. Ela tem fibras longas, o que exige cuidado ao cortar, sempre na direção contrária das fibras e a dica é que seja cortada em pedaços grossos e assada na grelha.

O ponto ideal para a fraldinha é mal passada a ponto, para garantir que mantenha sua suculência, pois o corte possui pouca concentração de gordura.

Alcatra

A alcatra é um corte mais magro, porém muito versátil, podendo ser preparada em peças inteiras ou em bifes.

Um diferencial desse corte é que ele pode ser utilizado tanto para espetinhos como para assar diretamente na grelha.

O ideal é servir ao ponto, para evitar que a carne fique seca.

Maminha

Assim como a alcatra, a maminha é um corte magro, macio e de sabor suave.

É uma excelente escolha para quem prefere carnes menos gordurosas, mas sem abrir mão do sabor. A maminha deve ser assada em peças grandes e fatiada após o preparo.

Uma dica para ela ficar macia e suculenta, é não retirar a capinha de gordura antes de assar.

Entrecot (Ancho)

O entrecot, também conhecido como bife ancho, é um corte retirado da parte dianteira do contrafilé, próximo à costela.

É um corte de carne nobre, marmorizado, com bastante gordura entremeada, o que garante um churrasco suculento.

É ideal para quem gosta de um corte mais robusto e com bastante sabor.

Contra Filé

O contra-filé é um corte de fibras curtas, geralmente servido mal passado, pois fica macio e com sabor acentuad.

A dica é servir picado ou em bifes grossos, e de preferência assado em grelha com alta temperatura. 

Não bovino

Além dos cortes bovinos, também há boas opções de cortes suínos e de frango.

No caso de suínos, as principais indicações são costela, panceta e lombo. Já de frango, asinhas e coxa e sobrecoxa são boas opções.

Dentre as linguiças, a principal indicação é a toscana, mas há diversas variedades no mercado, podendo ser escolhida a gosto.

Dicas adicionais

  • Carvão: Invista em um bom carvão, de preferência de lenha nobre, que proporciona queima mais duradoura e calor intenso.
  • Fogo indireto: Para assar grandes cortes (como costela), prefira o fogo indireto. Isso evita que a carne queime por fora antes de cozinhar por dentro.
  • Altura da grelha: Regule a altura da grelha para controlar a intensidade do calor. Carne vermelha pode ser grelhada com o fogo mais alto, já aves e linguiças com fogo moderado.
  • Sal grosso: Para temperar, o tradicional sal grosso é sempre uma boa pedida. Ele deve ser aplicado com moderação, para não salgar demais a carne.
  • Temperos: Para carne de frango e porco e até alguns cortes bovinos, considere marina-lás com ervas, alho, limão e azeite, que deixam a carne mais macia e saborosa.
  • Ponto da carne: Cada corte tem seu ponto ideal, mas em geral, carnes para churrasco devem ser servidas de mal passada a ao ponto, para garantir a suculência.
  • Deixe a carne "selar": Não fique virando a carne o tempo todo. Deixe-a selar de um lado para obter uma boa crosta antes de virar.

Diálogo

Certa candidata estaria "se achando que só", julgando ser o suprassumo...confira na coluna de hoje

Confira a coluna desta segunda-feira (7)

07/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes, escritor brasileiro

“Democracia é quando eu mando em você; ditadura é quando você manda em mim.”

FELPUDA

Certa candidata estaria “se achando que só”, julgando ser o suprassumo da política de direita. Curiosamente, porém, não estaria fazendo muita questão de colocar nos santinhos os candidatos a presidente, governador e Senado, que poderiam reforçar essa imagem.

A estratégia já teria acendido o sinal vermelho no QG. Afinal, campanha não costuma ser lugar para esconder aliados que ajudam a somar votos. Ficar com a onda sem carregar a prancha parece estratégia um tanto ousada e fora de propósito. Política, definitivamente, não é para amadores.

Diálogo

“Abraçado”

Nos bastidores, há quem afirme que o senador Nelson Trad Filho passou a ser tratado como o nome do grupo político que reúne o governador Eduardo Riedel, Reinaldo Azambuja e a senadora Tereza Cristina para disputar a Prefeitura de Campo Grande em 2028.

Mais

Ao abrir mão da reeleição ao Senado, Trad acabou sendo “abraçado” pelas principais lideranças do grupo. O gesto político já sinaliza que seus olhos começam a mirar novamente o Paço Municipal. Afinal, em política, 2028 já começou faz tempo.

DiálogoTatyane Figueiredo Gameiro, que hoje inaugura a casa dos "enta" / Arquivo Pessoal

Haja água

Com esse sol de quase 40°C, os deputados estão suando a camisa, literalmente, na corrida atrás de votos. Muitos dividem tempo entre as sessões legislativas e o corre-corre pelos municípios, tentando conquistar o eleitorado. É estrada, aperto de mão, conversa, evento e muita disposição para cumprir a agenda eleitoral. O problema é que, com o calor castigando, não basta abastecer o carro: é preciso também abastecer o próprio organismo.

DiálogoDra. Maria Clara Couto / Foto: Pedro Shimith

Suspense

Quem deve estar roendo as unhas de preocupação é o ex-deputado e ex-conselheiro do TCE-MS Jerson Domingos. O TRE-MS está analisando o registro de sua candidatura a deputado estadual, enquanto o Ministério Público se posicionou contra a concessão do registro em razão de questões judiciais que pesam sobre o ex-parlamentar. Durante o julgamento, um dos juízes eleitorais pediu vista do processo, interrompendo temporariamente a análise. Com isso, a decisão ficou para depois e o suspense aumentou nos meios políticos.

Direto

Em Chapadão do Sul, o famoso “juridiquês” começa a ganhar um adversário: a linguagem simples. O juiz Silvio Prado passou a incluir nas sentenças um resumo em linguagem acessível antes da tradicional fundamentação jurídica. Em recente ação de usucapião, por exemplo, o magistrado explicou de forma direta que uma viúva de 75 anos teve reconhecido o direito à propriedade de um imóvel onde vive desde 1999.

Aniversariantes

  • Tatyane Figueiredo Gameiro
  • Dr. Wildes Aquino de Figueiredo
  • Aruaque Fressato Barbosa
  • Renato Pieretti Câmara
  • Dr. Rodolfo Rodrigues Toniasso
  • José Ricardo Paula Lima Nunes da Cunha
  • Luiz Antonio Craveiro
  • Walter Wainer Ferreira Brandão
  • Andre Fernandes Santos
  • Maria Aparecida Yassumoto
  • João Resende
  • Elide Rigon
  • Regina Leon
  • Antonio Independente de Oliveira
  • Elzira dos Santos Nascimento
  • Donizete da Rocha Benites
  • Fabiane Luci Bisognim
  • Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
  • Carlos Alfredo Soares da Costa
  • Volmir Biasibetti
  • Janaína Boza
  • Esther Sousa de Oliveira
  • Milena Teodorowic Reis
  • Arildo Aguirre Aristimunho
  • Vânia Tereza dos Santos Nascimento
  • Marlene Tomico Tomari
  • Mário Sérgio Almeida
  • Sivaldo Arruda
  • Walter Antonio Romanini
  • Miguel Antonio Ribeiro da Cruz
  • Cleusa Micheloni
  • Paulo Henrique Moslaves Teixeira
  • Maria Conceição da Cruz dos Santos
  • Carolini Taniguchi Belliard
  • Thiago Vinicius Ribeiro
  • Maria Aparecida Fernandes Mansilha
  • Valmir Otílio da Silveira
  • Dimas Alves Pimenta
  • Rejane Eurides Sichinel Silva
  • Thalita Rios Brito
  • Elton da Silva Martins
  • Marlene Orsi
  • Dr. Ari Miotto Junior
  • Aparecido Morande
  • Mario Cezar Gutierrez do Amaral
  • Dativa Enir Saliba
  • Margarida Pinheiro
  • Heloisa Bianchi e Silva
  • Lúcia Barros Peralta
  • Gilson Alves dos Santos
  • Jorge Marques Garcia
  • Glória Naiade Braga
  • Júlia Franco da Silva
  • Leonir Franco Ramalho
  • Natividade de Sayd Palermo
  • Olga Tomaz
  • Carlos Augusto Amorim
  • Ivaldo de Moraes Alves
  • Lauro Ciecelski
  • Mirella Giovine
  • Lucy Mara Machado Ferreira
  • Grace Kelly Leite da Silva
  • Lindomar Elias dos Santos
  • Darci Obregão
  • Rodolfo Vaz de Carvalho
  • Clodoaldo da Silva
  • Oscar Rocha
  • Dr. Atalla George Mnayarji
  • Elza Roriz Braga da Silva
  • Wellington Aurélio dos Anjos Baudacine
  • Ademir Ferreira dos Santos
  • Elianici Gonçalves Gama
  • Olga Maria de Oliveira
  • Edmundo Lopes da Silva
  • Sílvia Helena Menotti
  • Marciano Tôrres Farias
  • Jarbas Leite Fernandes
  • Virgilio Leal
  • Celso Messias da Silva
  • Temistocles Maia
  • Maria Aparecida Mendonça Cintra
  • Maria Aparecida Lima
  • Abadia Joaquina Felix da Silva
  • Marco Aurélio Portocarrero Naveira
  • Tânia Eiko Horie
  • Ricardo Hideaki Arakaki
  • Maria Cristina Curado Coppola
  • Adriana Benites
  • Jorge Alberto Caravajal Leite
  • Andrezza Karla Branco Machado
  • Gilvan Fonseca da Silva
  • André Luiz Borges Netto
  • Lúcia Hoffmann
  • Benjamim de Oliveira
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  • Fernando Ruas Esgalha
  • João Paulo Pinheiro Machado
  • Regina Célia Lopes
  • Vinckia Messias Blondin
  • Erika Marques
  • Clacir José Bernardi
  • Anna Maria Lobo de Toledo
  • Érica Mara Mundim Savergnini
  • Fabrício Zir Bothomé
  • Rosalino Batista Bouzo
  • Edna Regina Alvarenga Bonelli

 

Comportamento Correio B+

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

06/09/2026 16h18

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância Foto: Divulgação

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Aprender uma segunda língua deixou de ser um diferencial restrito a determinados momentos da vida acadêmica ou profissional. Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

Mais do que aprender um idioma, desenvolver essa competência significa construir uma habilidade que pode acompanhar o indivíduo durante toda a vida. Por isso, quando falamos sobre educação em inglês, é importante pensar além da conclusão de um curso.

Marcia Lima que atua no Grupo MoveEdu como gerente pedagógica do Yázigi diz: "O aprendizado de uma segunda língua é um processo contínuo, que pode começar na infância, ganhar novos níveis de complexidade na adolescência e continuar sendo aprimorado na vida adulta. Quanto mais cedo esse contato começa, maiores são as possibilidades de incorporar o idioma de maneira natural à rotina e de construir uma relação de longo prazo com o aprendizado".

A infância representa uma etapa especialmente importante nesse processo. É nesse período que a criança está desenvolvendo diferentes habilidades cognitivas, sociais e de comunicação e apresenta grande capacidade de absorver novos sons, estruturas e formas de expressão.

"O contato precoce com o inglês permite que o idioma seja introduzido de maneira progressiva, respeitando cada fase do desenvolvimento e evitando que o aprendizado seja associado exclusivamente à memorização ou à preparação para provas", explica.

Por isso, o ensino para crianças precisa considerar que aprender uma língua também é uma experiência.

"Recursos lúdicos, interação, atividades práticas e situações próximas do universo infantil ajudam a tornar o contato com o inglês mais significativo. Quando o aluno percebe que pode utilizar o idioma para se comunicar, brincar, descobrir coisas novas e interagir com outras pessoas, o inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a fazer parte de sua formação", diz Marcia.

Esse processo também contribui para que o estudante desenvolva confiança.

"Uma das principais barreiras encontradas por quem começa a estudar um idioma apenas na vida adulta é o receio de errar. Na infância, a relação com o erro tende a ser diferente. Criar um ambiente em que experimentar, tentar novamente e se comunicar fazem parte do aprendizado ajuda a formar estudantes mais seguros para utilizar o inglês em diferentes situações", fala.

Na infância, o aprendizado da fala em um segundo idioma também pode ser realizado de maneira mais natural, especialmente porque os pequenos estão em uma fase de intenso desenvolvimento da capacidade de articulação dos sons e de percepção auditiva.

"Ao ter contato frequente com o inglês desde cedo, podem desenvolver maior familiaridade com diferentes fonemas, entonações e ritmos da língua, reproduzindo-os com mais espontaneidade. Esse contato precoce contribui para a construção de uma pronúncia mais natural e para que a comunicação em outro idioma seja incorporada de forma gradual ao seu repertório".

Mas começar cedo não significa que o aprendizado termina cedo. Pelo contrário. O inglês deve acompanhar as diferentes fases da vida.

"Na adolescência, por exemplo, o idioma pode ser utilizado para ampliar o acesso a conteúdos, culturas, tecnologias e oportunidades internacionais. Na universidade e no início da trajetória profissional, passa a ter ainda mais relevância para pesquisas, cursos, networking e mercado de trabalho. Na vida adulta, a continuidade desse aprendizado também é fundamental. Novas profissões surgem, tecnologias transformam atividades e as relações profissionais se tornam cada vez mais globais. Nesse contexto, manter o contato com a língua significa também manter aberta a possibilidade de aprender continuamente".

Essa perspectiva muda a maneira como escolas de idiomas devem enxergar sua atuação. O objetivo não pode ser apenas fazer com que o aluno conclua determinado nível.

É preciso criar uma jornada educacional capaz de estimular autonomia e curiosidade para que o estudante continue utilizando e aprimorando o idioma ao longo do tempo.

"No Yázigi, por exemplo, essa visão está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido com crianças. A formação desde os primeiros anos busca criar uma base sólida para que o aluno avance progressivamente, respeitando seu desenvolvimento e construindo familiaridade com o idioma. Mais do que antecipar o contato com o inglês, a proposta é fazer com que a criança compreenda, desde cedo, que aprender uma língua é uma competência que poderá acompanhá-la em diferentes momentos de sua trajetória", exemplifica.

Em um mundo no qual informação e conhecimento circulam sem fronteiras, essa preparação ganha ainda mais relevância, já que o inglês está presente na ciência, na tecnologia, no entretenimento, nos negócios e na comunicação internacional.

"Ter acesso a esse universo sem depender exclusivamente de traduções amplia as possibilidades de aprendizagem e participação. A educação, portanto, precisa preparar o indivíduo não só para uma etapa específica, mas para uma vida de aprendizado. Começar o inglês na infância é uma forma de construir essa jornada desde cedo, mas o verdadeiro valor está em desenvolver no estudante a disposição para continuar aprendendo", explica.

Acredito que esse seja um dos principais papéis de uma escola de idiomas, não apenas ensinar uma língua, mas ajudar a formar pessoas que entendam o aprendizado como algo permanente.

"Quando uma criança começa a aprender inglês hoje, não estamos pensando somente na próxima prova ou no próximo nível do curso. Estamos contribuindo para que ela tenha, no futuro, mais ferramentas para estudar, trabalhar, viajar, se comunicar e compreender um mundo cada vez mais conectado", finaliza.

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