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CRÍTICA "O AGENTE SECRETO"

Premiado longa-metragem estrelado por Wagner Moura volta hoje ao circuito da Capital

Premiado longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, estrelado por Wagner Moura, que volta hoje ao circuito de Campo Grande, tem no elenco de apoio impactante resgate do "nacional-popular"

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As mazelas de um país do terceiro do mundo - aquele sobre o qual já se disse “do futuro” (Zweig) nos tempos de uma ditadura anterior (Getúlio) àquela em que o filme se ambienta (Geisel) - todo estropiado por um regime de governo autoritário, que proíbe a livre a expressão, o ir-e-vir e que manda matar quem não se porta dentro das suas quatro linhas.

A corrupção e a lógica dos negócios escusos, com a prédica da eliminação dos indivíduos que não rezam no quadrado do poder estabelecido, escoam de um lado a outro, criando um elo de podridão e sordidez entre a sociedade civil e instituições da administração e da chamada ordem pública.

Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nas filmagens de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nas filmagens de "O Agente Secreto" - Foto: Victor Jucá/Divulgação

Tudo isso pode ser dito numa generalização macro de “O Agente Secreto”. Mas há também no quinto longa do pernambucano Kleber Mendonça Filho, com o baiano Wagner Moura no papel principal, uma multifacetada estampa do povo, esse ente tão caro ao cinema e à cultura brasileira, que foi divisor de águas, por exemplo, na década de sessenta, quando muito se discutiu sua expressão na chave dos debates travados sobre o nacional-popular e a arte engajada.

Wagner Moura no filme Wagner Moura no longa “O Agente Secreto” (2025), que conquistou quatro prêmios no Festival de Cannes - Foto: Divulgação

Há uma pontuação valiosa de Jean-Claude Bernardet e Maria Rita Galvão sobre esse binômio - o nacional-popular - que atravessa a produção cinematográfica do Brasil.

Mas a dupla irá recuar para o período anterior em que o acalorado debate ganha síntese e contundência na nomenclatura, consagrada talvez nas inquietações da geração CPC sobre as questões culturais, que coincide nas telas com o cinema novo.

Se aqui o que é visto como nacional encaminha quase sempre para alienação e ao povo, ou ao que é próprio dele, portanto, tido como popular, atribui-se a missão ou a condição de fonte de potência libertadora, tinha-se antes, no período pré-sonoro, uma qualificação meramente ‘técnica’, de identificação de origem geográfica, relacionada ao nacional.

Isso até se especular sobre o teatro de revista ter legado um possível primeiro gênero cinematográfico brasileiro (três décadas antes da chanchada) e, um pouco adiante, Humberto Mauro imprimir paisagens e brejeirices ‘plenamente’ nossas.

Teria sido Mauro também o responsável por migrar do, por assim dizer, regional (Minas Gerais) para o nacional (Rio de Janeiro) com o melodrama social “Favela dos Meus Amores” (1934), já sonoro, ainda que a intenção de autenticidade ao retratar a vida no morro - ou seja, o povo preto - tenha sido eventualmente frustrada por suposto estrelismo de Carmen Santos, atriz branca e portuguesa, que mais de uma vez afiançou sua predileção pelo popular e pelo “povo humilde” ante “criaturas endinheiradas”.

Tereza Vitória, interpretada por Isabél ZuaaPersonagem Tereza Vitória do filme "O Agente Secreto", interpretada por Isabél Zuaa - Foto: Divulgação

A atriz portuguesa Isabél Zuaa, de mãe angolana e pai da Guiné-Bissau, que faz a Tereza Vitória de “O Agente Secreto” funciona, por um interessante efeito de alteridade, como uma fresta no elenco para a demarcação da potente brasilidade, via Pernambuco, dos demais personagens secundários.

Assim como o alemão Udo Kier, que faz um judeu sobrevivente de guerra, ela é uma presença estrangeira. E, por contraste, ajuda sobremaneira no molho irresistível das figuras e das atuações que garantem o melhor estofo para Wagner Moura.

Sim, ele está na melhor forma de um talento que também sempre soube ser grande mesmo em papéis secundários (“Carandiru”, “Nina”, “Elysium”).

Mas o que seria do seu Marcelo / Armando, tão sutis quanto profundos, sem o magnetismo de uma Dona Sebastiana inebriante vivida pela quase octogenária Tânia Mara, atriz potiguar e amadora que até hoje vive de artesanato?

Ela é a dona da pensão no Recife que abriga refugiados como Tereza e Marcelo, que vem de São Paulo para encontrar o filho, recuperar a memória da mãe e sair do país para escapar da morte.

E, de Sebastiana, vamos ao truculento chefe de polícia Euclides (o cearense Robério Diógenes), o projecionista Alexandre (o mineiro Carlos Francisco), o capanga Augusto (o carioca Roney Villela), o Arlindo do ator pernambucano Thomás Aquino, que também integra o grupo da pensão, e, para citar apenas mais um de muitos outros nomes, o matador Vilmar (do também potiguar Kaiony Venâncio).

A escalação e orquestração desses intérpretes são um capítulo à parte no êxito do filme. E turbinam o tal debate sobre o nacional-popular.

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ARTES

Obra de Fabrício Alencar integra mostra coletiva em Londres e reafirma trajetória internacional

Obra de Fabrício Alencar integra mostra coletiva em Londres e reafirma trajetória internacional do artista radicado em Mato Grosso do Sul ao celebrar a força do sagrado feminino

03/03/2026 08h40

Divulgação

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A força simbólica do feminino, a espiritualidade reinterpretada sob a ótica brasileira e o diálogo entre culturas marcam a nova participação internacional do artista plástico sul-mato-grossense Fabrício Alencar.

Radicado em Campo Grande, o pintor integra a exposição coletiva “HER shaping the world”, em cartaz de 4 a 20 de março no Sfumato Art Studio, em Londres.

A mostra, cujo título pode ser traduzido como “ELA moldando o mundo”, celebra a potência transformadora das mulheres por meio da arte e reúne artistas de diferentes nacionalidades sob a curadoria de Patrícia Evangelista.

É nesse contexto que Fabrício Alencar apresenta ao público europeu a obra “MADONA (dos trópicos)”, um acrílico sobre tela de 70 cm x 1 m que propõe uma releitura profunda de um dos ícones mais tradicionais da história da arte ocidental.

“É uma honra anunciar minha participação na exposição ‘HER shaping the world’, em Londres. Neste mês, celebramos a força e a influência das mulheres que moldam o nosso mundo através da arte”, afirmou o artista.

NOVA IMAGEM DE MARIA

Na obra apresentada em Londres, Fabrício Alencar rompe com o arquétipo clássico renascentista e barroco da Virgem Maria com o menino Jesus no colo. Em vez da representação europeia consagrada ao longo dos séculos, o artista traz à tela a figura de uma mulher indígena brasileira amamentando seu filho.

“Madona (dos trópicos)”, de Fabrício Alencar - Foto: Divulgação

“Faço a releitura da imagem de Nossa Senhora com o menino Jesus no colo, quebrando o arquétipo da imagem clássica renascentista e barroca com a imagem figurativa de uma mulher indígena brasileira, com seu filho índio no colo ao ser amamentado”, explicou.

A escolha não é apenas estética – é política, cultural e simbólica. Ao deslocar a imagem sagrada para o contexto dos trópicos e associá-la à ancestralidade indígena, o artista questiona padrões históricos de representação e amplia o sentido universal da maternidade.

“A ideia principal desse quadro é que o amor de Maria, senhora e mãe de todos, não tem fronteiras de cor, crenças, nacionalidades ou classes sociais. Esse amor incondicional, para mim, traduz toda a força do feminino”, destacou.

Em “Madona (dos trópicos)”, o sagrado encontra o Brasil profundo. A maternidade é retratada não como ideal distante, mas como experiência concreta, enraizada na terra, na cultura originária e na vivência cotidiana. A obra também dialoga com o mês de março, período simbólico de valorização das mulheres em diversas partes do mundo.

TRAJETÓRIA

A participação na exposição em Londres não é um fato isolado na trajetória de Fabrício Alencar. Natural de Santarém (PA) e radicado há anos em Campo Grande, o artista vem consolidando seu nome no circuito internacional de arte contemporânea.

Em abril de 2025, ele representou Mato Grosso do Sul na World Art Dubai, realizada no Dubai World Trade Centre, considerada a maior feira de arte contemporânea de varejo do mundo. Na ocasião, apresentou três obras da coleção Passarada, inspirada na fauna brasileira.

A série, marcada por aquarelas com pinceladas no estilo sumiê (técnica milenar chinesa e japonesa) retrata aves como canários e uirapurus, símbolos de liberdade e identidade nacional. Segundo o artista, a coleção nasceu de memórias de momentos de contemplação da natureza e da observação dos animais em seu habitat.

“As cores e formas me inspiram e eu as traduzo em aquarelas com pinceladas no estilo sumiê, arte milenar chinesa e japonesa”, explicou à época.

A experiência em Dubai ampliou sua visibilidade internacional e abriu novas portas. O contato com galerias estrangeiras, especialmente no Reino Unido, foi fundamental para essa expansão.

A aproximação com a curadora Patrícia Evangelista, proprietária do Sfumato Art Studio, resultou, primeiro, na seleção para a feira em Dubai e, agora, na participação na mostra em Londres.

O reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo artista também se refletiu no âmbito local. Em 18 de março de 2025, Fabrício Alencar foi homenageado pela Câmara Municipal de Campo Grande com moção de congratulações, proposta pela vereadora Luiza Ribeiro.

A honraria destacou a importância de sua participação na World Art Dubai e o orgulho de ver o nome da capital sul-mato-grossense projetado internacionalmente.

A homenagem consolidou o entendimento de que a trajetória do artista ultrapassa conquistas individuais e representa a força da produção cultural do Estado em diálogo com o mundo.

LINGUAGEM DO PINCEL

Radicado em Mato Grosso do Sul há cerca de sete anos, Fabrício construiu uma linguagem própria que combina espiritualidade, identidade brasileira e influências orientais. Sua obra transita entre a delicadeza das pinceladas e a profundidade simbólica dos temas escolhidos.

“Esse amor incondicional, para mim, traduz toda a força do feminino” Fabrício Alencar, artista - Foto: Divulgação

Se na coleção Passarada a natureza e a fauna pantaneira eram protagonistas, em “Madona (dos trópicos)” o foco recai sobre o feminino como força estruturante da sociedade. Em ambos os casos, há um elemento comum: o pertencimento.

O artista transforma referências locais em narrativa universal. Ao representar aves brasileiras com técnica oriental, ele conecta continentes. Ao retratar Maria como uma mãe indígena, ele universaliza o amor materno a partir de uma estética latino-americana.

Essa capacidade de dialogar com diferentes culturas é um dos fatores que explicam sua inserção em espaços internacionais relevantes. Londres, um dos principais centros culturais do mundo, torna-se agora palco para essa nova etapa.

FORÇA FEMININA

A exposição “HER shaping the world” propõe uma reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade contemporânea. Ao reunir artistas de diversas nacionalidades, a mostra constrói um mosaico de perspectivas sobre identidade, resistência, maternidade, poder e criação.

Nesse contexto, “Madona (dos trópicos)” ganha camadas adicionais de significado. A obra não apenas revisita um ícone religioso, ela também questiona padrões históricos de representação feminina.

Ao colocar uma mulher indígena no centro da narrativa sagrada, Fabrício tensiona estruturas simbólicas construídas ao longo de séculos de arte eurocêntrica.

A pintura sugere que o sagrado também habita corpos historicamente invisibilizados, que o divino pode ter traços indígenas e que a maternidade não pertence a um único padrão estético ou cultural. “Assim engrandecendo as mulheres e a importância do seu papel na sociedade”, resumiu o artista.

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FELPUDA

Políticos de Mato Grosso do Sul que contribuíram para tentar "blindar"... veja na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta terça-feira, 3 de março de 2026

03/03/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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"Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas”

- Silvana Duboc, escritora brasileira

FELPUDA

Políticos de Mato Grosso do Sul que de alguma forma contribuíram para tentar “blindar” os envolvidos no roubo do dinheiro dos aposentados do INSS serão “julgados” nas urnas, em outubro deste ano. Em todo o País, as redes sociais vêm sendo usadas para divulgar o perfil dos “simpatizantes”, por vontade própria ou pressão, desses marginais que surrupiaram bilhões de milhares de idosos. Ficou claro que os defensores desse grande roubo histórico tinham um interesse maior: se dar bem politicamente, mesmo que às custas de dinheiro roubado. É cada uma!...

DiálogoGerson Claro, Kátia Claro, Ana Arminda dos Santos e Coronel David

Preferência

Embora seu irmão Fábio Trad, pré-candidato ao governo do Estado, queira contar com ele para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, o vereador Marcos Trad teria outro interesse.

Mais

Marcos não estaria disposto a arriscar brigar por uma de oito vagas na Câmara dos Deputados quando pode fazer o mesmo por uma das 24 cadeiras na Assembleia de MS. É esperar para conferir.

Diálogo

Pela primeira vez no Brasil, pesquisadores da Embrapa sequenciaram o genoma do fungo Fusarium oxysporum f. sp. cyclaminis (Focy), causador da murcha do ciclame, uma das plantas ornamentais cultivadas no País. O avanço científico fortalece as estratégias de controle da doença, que em 2023 comprometeu mais de 70% da produção em estufas de Holambra (SP), um dos principais polos de flores das Américas. Valorizada pelas flores coloridas e pelo longo período de floração, o ciclame é presença frequente em jardins e ambientes internos.

DiálogoLéo Galvão, Priscila Borgonovi e Felipe Veloso

Se...

Durante entrevista, a senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias anunciou que o PP não lançará candidato ao Senado, afirmando que “política é muito hoje e, então, hoje é não” sobre disputar com candidato do partido. Vale lembrar que até as eleições de outubro haverá muitos “hoje” com suas, digamos, nuances. A senadora afirmou que “o PP tem ótimos candidatos a senador, mas isso só vai acontecer se, no fim das contas, for necessário”. Se “as contas não fecharem”...

Estranho

Muita gente da direita estranhou a carta divulgada pela ex-primeiradama Michelle Bolsonaro, em que o ex-presidente Bolsonaro “unge” Marcos Pollon como seu indicado a uma das vagas ao Senado por MS. Esse time lembra que o parlamentar foi destituído da presidência estadual da sigla. Isso sem contar que ele tentou bater de frente com a cúpula do PL. Lançou seu nome a pré-candidato a prefeito da Capital, divulgando um vídeo com termos chulos.

Rumos

Nos bastidores políticos, há quem diga que Capitão Contar “recolheu-se em copas” depois de um período de negociações diretas em Brasília na tentativa de ser candidato ao Senado. Caso Pollon seja realmente o “ungido” de Bolsonaro, afirmam que ele terá algumas opções nessas eleições. Uma delas é permanecer no PL e ser candidato a deputado federal, a outra é deixar o partido e se candidatar ao Senado em novo partido ou simplesmente não disputar as eleições neste ano. Vai saber...

Aniversariantes

 
  • Eva Maria Ayres Pereira Mendes,
  • Dr. Marcos Antônio Martins Sottoriva,
  • Dra. Mariam Kodjaoglanian Di Giorgio,
  • Eduardo José Vieira Miranda,
  • Carlos Eduardo Almeidinha Nahas,
  • Paulo Ribeiro Junior,
  • Antenor Gregio,
  • Galdinei Antunes Pereira,
  • Neide Pertussati,
  • Dr. Otávio Hernandes,
  • Ricardo Saddi,
  • Euler de Azevedo Neto,
  • Adalberto Pereira Camargo Filho,
  • Jorge Takeshi Otubo,
  • Milton Massuda Sobrinho,
  • Nilson Pinto Martinez,
  • Carolina Barios Padilha,
  • Narciso José dos Santos,
  • Cláudio Soler,
  • Diogo Otto Mata,
  • Cinara Belló,
  • Eunice Rocha Mecelis Cabral,
  • José Miguel Razuk Azambuja,
  • Romeu Foizer,
  • Isadora Ribeiro,
  • Leusimar Tristao Moreno,
  • Madalena Gomes Longen,
  • Letícia Couto,
  • Valquiria Rodrigues Oriqui,
  • Dra. Sarah Filgueiras Monte Alegre de Andrade Silva,
  • Gandi Jamil Georges,
  • Reneide Casagrande Melo,
  • Dr. Marcelo Barbosa Martins,
  • Ana Cláudia da Costa Ribas Roque,
  • Diego Gustavo Benites,
  • Sônia Honorato de Oliveira Carneiro,
  • Silvio Aparecido Barbeta Junior,
  • Igor Chiareli Perdono,
  • Sandra Luiza Freire,
  • Otília de Paula Moreira,
  • Juraci Aparecida de Souza Silva,
  • Cássia Cristina Milliatti Albres,
  • Dr. Cícero de Castro Faria Neto,
  • Zoé Lacerda Faria,
  • Beatriz Yamachita Costa,
  • Katlen Teles Echeverria,
  • Carlos Fernando Souza Panissa,
  • Olga Lechuga Capriata,
  • Luís Fernando Crivellaro Medeiros,
  • Eunice Figueiredo Nunes de Barros Camargo,
  • Daiane Bigaton,
  • Celina Conceição Figueiredo Garcia,
  • Sônia Rosely Bacha,
  • Maria das Graças Schwanz,
  • Eugênio de Carvalho,
  • Elvira Dorsa,
  • Hildebrando Correa Benites,
  • Odilza Medina de Souza Bexiga,
  • Rosemary Gonçalves,
  • José Waldir Domingos de Britto,
  • Nilza Barcellos Braga,
  • Joel César Lyrio,
  • Eny Jacques,
  • Karla Bianca Gonçalves,
  • Dr. Rubens Demirdjian,
  • Dr. Pedro Américo Nicolatti,
  • Márcia Barbura Arantes,
  • Ana Lúcia Duran Cruz Perez,
  • Antonio João de Andrade,
  • Benedito Lopes Nunes,
  • Marcelo Nahas,
  • Juarez Ferreira Pinto,
  • Valdemir da Silva Ferreira,
  • Kauan Paschoaletto Gimenes,
  • Gustavo Peixoto Machado,
  • Maria de Jesus Ossuna da Silva,
  • Cacildo Pereira Dias,
  • Tindaro Aor Wess Moreira,
  • Renato Faria Brito,
  • Marlene da Costa Ferreira,
  • Gerson Antonio Godoy,
  • Edson Chaia,
  • Manuel Nelito de Sousa,
  • Gilson de Souza Mendes,
  • Célia Maria Bezerra da Silva,
  • José Avelino e Silva,
  • Roberto Antonio Nadalini Mauá,
  • Dra. Regina Cláudia Neves Serafim,
  • Wilson Cezar Miazato,
  • Antonio Macario Filho,
  • Gabriela Marques Mafuci de Magalhães,
  • Fabiane Fiuza Antunes Borges,
  • Sandro Mattevi Dal Bosco,
  • Paulo Roberto de Lucas,
  • Ellen Rocha dos Santos,
  • Sandro Henrique Polloni,
  • Adriana Regina de Almeida Lolata,
  • Fernando Cesar Figueiredo Santiago,
  • Evaldo Rodrigues Higa,
  • Raquel de Cordoue Lunardelli,
  • Alexandre Balas,
  • Eliana Daltozo Sanches Nascimento,
  • Fabiana Moreira Sortica dos Santos,
  • Gustavo Ervaldo Cavalheiro Meira,
  • Felipe Costa Gasparini.
 
Colaborou Tatyane Gameiro

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