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Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação

O diretor nacional da Prepara IA, descomplica conceitos e reforça a importância de alinhar a escolha acadêmica ao projeto de vida

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Decidir qual graduação fazer ainda é um dos maiores dilemas para jovens que estão ingressando no ensino superior. Para apoiar estudantes nesse momento decisivo, Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, explica, de maneira objetiva e acessível, as diferenças entre bacharelado e licenciatura, formatos de cursos que geram dúvidas para aqueles que buscam uma graduação para começar 2026 com o pé direito.  

“Muitos jovens escolhem a graduação sem ter clareza sobre as diferenças entre os formatos. Por isso, é importante considerar fatores como estilo de vida desejado, rotina profissional e objetivos de longo prazo para que a escolha seja segura e coerente com os sonhos de cada um”, revela Leonardo.

Sobre a escolha: 

Segundo o especialista, o bacharelado proporciona uma formação mais ampla, voltada para o mercado de trabalho e para múltiplas áreas de atuação, incluindo empresas, consultorias, indústria e pesquisa.

Os cursos desta categoria têm foco na teoria e prática da profissão escolhida, como Direito, Fisioterapia, Administração e Marketing. Uma das vantagens para quem opta por este tipo de graduação é ter mais vagas para atuação no setor público e privado, proporcionando mais empregabilidade no ambiente corporativo.

Já a duração dos cursos, que costumar ser de quatro anos, pode ser um ponto negativo para quem busca uma especialização mais curta. Outra desvantagem que pode ser destacada é a exigência de estudos complementares, como estágios obrigatórios e cursos extras.

A licenciatura:

A licenciatura tem como objetivo aprender para ensinar seu ofício em sala de aula, com disciplinas pedagógicas e estágio supervisionado que fortalecem a prática docente. Os cursos para esta modalidade variam entre Matemática, Física, Educação Física e Ciências Biológicas, por exemplo.

Para estudantes que querem se especializar em alguma área para ministrar aulas, como Psicologia e Pedagogia, é recomendado concluir pós-graduação ou mestrado após a conclusão da licenciatura.

No mercado de trabalho, quem opta por licenciatura encontra alta demanda em diversas redes de ensino, especialmente em STEM, que são carreiras em Física, Química, Tecnologia, Engenharia e Ciência.

Porém, uma das desvantagens deste tipo de formação é a limitação de atuação, que é destinada para a educação. Além disso, a competitividade de salários pode ser um ponto a ser analisado neste tipo de carreira.

“É necessário apoiar os jovens e adultos na construção de carreiras sólidas e alinhadas às novas demandas do mundo do trabalho. Quando o aluno compreende o que cada opção oferece, ele ganha autonomia para construir a própria trajetória. É essa visão de futuro que queremos estimular. Dessa forma, a Prepara IA conta com um portfólio robusto de cursos com metodologia de inteligência artificial para que o aluno saia de dentro da sala de aula preparado para os desafios do ambiente corporativo”, finaliza.

PÓS-CARNAVAL

Bloco Forrozeiros MS se apresenta no Enterro dos Ossos na Esplanada Ferroviária

Bloco Eita! também terá programação paralela no Monumento Maria Fumaça

21/02/2026 11h30

Grupo Terra Seca, de Dourados, se apresentará pela primeira vez no bloco

Grupo Terra Seca, de Dourados, se apresentará pela primeira vez no bloco Divulgação

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O Carnaval de rua de Campo Grande se despede oficialmente neste sábado (21), ao som de zabumba, sanfona e triângulo. A partir das 17h, o Bloco Forrozeiros MS ocupa a Esplanada Ferroviária, na Rua Dr. Temístocles, para realizar o tradicional Enterro dos Ossos, encerrando a programação do ABC (Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua de Campo Grande), juntamente com o Bloco Eita!, que terá programação paralela no Monumento Maria Fumaça.

Com proposta que une Carnaval e forró, o Forrozeiros MS consolidou-se como uma das expressões mais singulares da festa na capital sul-mato-grossense. Desde 2020, o bloco fecha a folia com programação marcada pela dança a dois, o clima familiar e a diversidade de público, reunindo diferentes gerações em torno da cultura nordestina.

Em 2026, três bandas estão confirmadas para o último dia de Carnaval: Ipê de Serra, Flor de Pequi e, pela primeira vez no evento, o grupo Terra Seca, de Dourados. Neste ano, o bloco presta homenagem à Michele Lima, fundadora da Escola de Dança Fulô e referência na formação de dançarinos e no fortalecimento da cena do forró em Campo Grande.

Programação

A programação musical começa com a Ipê de Serra, que abre a noite com repertório pensado especialmente para o clima de encerramento da festa. “O repertório é animado e interativo, com músicas que o público conhece e canta junto. É forró para dançar do começo ao fim”, destacou o percussionista Juninho. Nesta edição, a banda contará com participações especiais das cantoras Suy Cavalcanti e Ana Paula Dutra.

Na sequência, sobe ao palco o Flor de Pequi, parceiro do bloco desde o início da trajetória. Para a vocalista Júlia Mendes, a conexão com o Forrozeiros MS ultrapassa a relação profissional. “Essa parceria engloba amizade e uma luta em comum pela valorização da cultura e da ocupação da rua como espaço democrático”, afirmou. A banda também preparou participações especiais das artistas Sophia Fontana e Rachel Delvalle.

Encerrando a noite, a banda Terra Seca assume o palco como convidada especial desta edição. É a primeira vez que o Bloco Forrozeiros MS traz uma banda de fora para integrar o Enterro dos Ossos. Com 27 anos de trajetória, o grupo de Dourados é referência no forró pé de serra em Mato Grosso do Sul. Para Acelino Rodrigues Carvalho, a presença do gênero no Carnaval dialoga com a própria diversidade da festa no Brasil.

“A diversidade de ritmos sempre fez parte do Carnaval. O forró também integra essa riqueza cultural”, afirma. Ele reforça ainda a importância histórica do estilo. “O Forró Pé de Serra é um dos gêneros mais importantes da música brasileira e representa a nossa identidade cultural”, disse. Sobre o show, a promessa é clara: “O público pode esperar muito forró de raiz, com qualidade e originalidade, que é a nossa marca”, ressaltou.

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GASTRONOMIA

Dieta mediterrânea combina alimentos frescos, gorduras boas e um estilo de vida equilibrado

Combinação de alimentos frescos, gorduras boas e um estilo de vida equilibrado faz deste padrão nutricional o mais recomendado pela ciência para a saúde cardiovascular

21/02/2026 10h00

Dieta mediterrânea prioriza consumo de alimentos in natura e boas fontes de gordura

Dieta mediterrânea prioriza consumo de alimentos in natura e boas fontes de gordura Freepik

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Quando se trata de saúde do coração, poucos assuntos geram tanto consenso na comunidade científica quanto a dieta mediterrânea.

Reconhecida pela Unesco como patrimônio cultural imaterial da humanidade, essa abordagem alimentar tradicional dos países banhados pelo Mar Mediterrâneo – como Grécia, Itália e Espanha – vem sendo exaustivamente estudada e seus benefícios, comprovados por décadas de pesquisas rigorosas.

Mas o que exatamente torna esta forma de se alimentar tão especial para o coração? A resposta está numa combinação poderosa de alimentos ricos em nutrientes que atuam em diversas frentes para proteger o sistema cardiovascular.

COMO FUNCIONA

Baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, a dieta mediterrânea prioriza:

  • Azeite de oliva como principal fonte de gordura;
  • Frutas, legumes, verduras e hortaliças em abundância;
  • Grãos integrais;
  • Oleaginosas e sementes;
  • Peixes e frutos do mar;
  • Consumo moderado de laticínios e vinho;
  • Baixo consumo de carnes vermelhas e doces.

Diferentemente de dietas restritivas, ela não elimina grupos alimentares, mas reorganiza proporções. O protagonismo sai das carnes e vai para vegetais, leguminosas e gorduras boas.

BENEFÍCIOS COMPROVADOS

Diversos estudos científicos associam a dieta mediterrânea à redução do risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade e alguns tipos de câncer. Pesquisas também indicam impacto positivo na saúde mental e na prevenção do declínio cognitivo.

Um dos marcos nessa área foi o estudo Predimed, conduzido na Espanha, que demonstrou redução significativa de eventos cardiovasculares em pessoas que seguiram o padrão mediterrâneo com suplementação de azeite extravirgem ou oleaginosas.

Além disso, regiões conhecidas como “zonas azuis” – áreas do mundo com alta concentração de pessoas centenárias – compartilham hábitos semelhantes aos da dieta mediterrânea. Um exemplo é a ilha de Sardenha, na Itália, onde a alimentação tradicional é rica em vegetais, grãos integrais e azeite.

O segredo da dieta mediterrânea está na combinação de nutrientes. O azeite de oliva extravirgem é rico em gorduras monoinsaturadas, que ajudam a reduzir o colesterol LDL (considerado “ruim”) e aumentar o HDL (“bom”). Já os peixes, como sardinha e salmão, fornecem ômega-3, essencial para o coração e para o cérebro.

As fibras presentes nos grãos integrais e nas leguminosas melhoram o funcionamento intestinal e contribuem para o controle glicêmico. Os antioxidantes encontrados em frutas e vegetais combatem radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce.

Outro ponto importante é o padrão alimentar como um todo. Não é apenas o consumo isolado de azeite ou vinho que faz diferença, mas o conjunto da dieta aliado a um estilo de vida ativo.

COMO ADAPTAR NO BRASIL

Embora inspirada em países europeus, a dieta mediterrânea pode ser facilmente adaptada à realidade brasileira. O azeite de oliva está amplamente disponível, assim como frutas, feijões, castanhas e peixes.

Substituir a carne vermelha por peixe duas vezes por semana, aumentar o consumo de saladas e trocar arroz branco por integral já são passos importantes. Oleaginosas como castanha-do-pará e amendoim também podem integrar o cardápio.

O foco deve ser a qualidade dos alimentos, evitando ultraprocessados, refrigerantes e produtos ricos em açúcares adicionados.

Salada mediterrânea com grão-de-bico

Dieta mediterrânea prioriza consumo de alimentos in natura e boas fontes de gorduraSalada mediterrânea com grão-de-bico - Foto: Freepik

Ingredientes

  • 1 xícara de grão-de-bico cozido;
  • 1 tomate picado;
  • 1 pepino em cubos;
  • ½ cebola roxa fatiada;
  • Azeitonas pretas a gosto;
  • Azeite de oliva extravirgem; 
  • Suco de ½ limão;
  • Sal e pimenta a gosto;
  • Salsinha ou hortelã picada.

Modo de Preparo

> Misture todos os ingredientes em uma tigela.

Tempere com azeite, limão, sal e pimenta. 

Finalize com ervas frescas. Sirva fria.

Iogurte natural com frutas e oleaginosas

Dieta mediterrânea prioriza consumo de alimentos in natura e boas fontes de gorduraIogurte natural com frutas e oleaginosas - Foto: Freepik

Ingredientes

  • 1 pote de iogurte natural;
  • Frutas frescas (morango, banana ou manga);
  • 1 colher de sopa de nozes ou castanhas;
  • 1 fio de mel (opcional).

Modo de Preparo

Coloque em uma tigela o iogurte, acrescente as frutas picadas e finalize com as oleaginosas.

Ideal para café da manhã ou lanche da tarde.

Peixe assado com ervas e legumes

Dieta mediterrânea prioriza consumo de alimentos in natura e boas fontes de gorduraPeixe assado com ervas e legumes - Foto: Freepik

Ingredientes

  • 2 filés de peixe (tilápia, pescada ou sardinha);
  • 1 abobrinha em rodelas;
  • 1 cenoura em tiras;
  • Tomate-cereja;
  • 2 colheres de sopa de azeite;
  • Alho picado;
  • Alecrim ou tomilho;
  • Sal e pimenta.

Modo de Preparo

Disponha os legumes em uma assadeira, coloque os filés por cima e tempere com alho, ervas, sal, pimenta e azeite. 

Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 25 minutos.

Sirva com arroz integral ou quinoa.

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