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CULTURA DE RUA

Sul-mato-grossense vai atrás do bicampeonato no Duelo Nacional de rimas

Para repetir o feito de 2018, Miliano terá antes que passar por nomes como Barreto (SP), Vitu (PE) e outros 29 MCs no final de semana de 22 a 23 de novembro, em Belo Horizonte (BH)

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Max Dante, o "Miliano", rapper douradense dono de hits como "Monges e Vândalos" e "Bom Malandro", representa o Mato Grosso do Sul neste final de semana em mais uma edição do Duelo Nacional de MCs, sábado e domingo (22 e 23), para o qual o sul-mato-grossense marcha em busca de seu segundo Título na cidade mineira de Belo Horizonte. 

Após vencer o Estadual pela quarta vez em 11 de outubro, marcando sua quinta ida para uma final nacional no Duelo de MCs, Miliano já foi presença confirmada nos seguintes anos: 

  • 2017, 
  • 2018,
  • 2023, 
  • 2024 e 
  • 2025 

Em sua 13ª edição, o Duelo de MCs Nacional contará com 32 representantes de todas as regiões do País, com programação sempre à partir das 15h pelo horário de Mato Grosso do Sul (16h pelo horário de Brasília), ao vivo gratuitamente pelo canal Família de Rua no Youtube

Miliano na casa

Com 13,3 mil seguidores no instagram (@milianomc), o sul-mato-grossense têm uma série de clipes postados no canal do Youtube @MILIANOMC, onde registra gravações com até 16 mil visualizações, como no caso da faixa "Balança Babylon" lançada há dois anos com Freitera. 

Para chegar ao palco do nacional, o MC precisa antes vencer a sua respectiva seletiva regional e, uma vez no palco de BH, enfrentar oponentes em batalhas eliminatórias em busca do troféu mais cobiçado do Hip Hop nacional. 

Ou seja, para alcançar seu bicampeonato no Duelo de MCs Nacional e repetir o feito de 2018, Miliano terá antes que passar por nomes como Barreto (SP), Vitu (PE) e ainda: 

  • Rank (PB),
  • Frajola (TO),
  • Snart (CE),
  • Neto (RR),
  • J Black (SC),
  • Onze (AL),
  • JBthoven (SE),
  • Lorran (MG),
  • Japa (BA),
  • Cigano (MT),
  • Pedog (DF),
  • Hope (AM).
  • Ryan (PR),
  • Geovane (GO),
  • João Vega (RJ),
  • Frizzy (RN),
  • Épico (MA),
  • Ivo (AP),
  • 21 (AC),
  • HC (RO),
  • Felinho Nordestino (PI),
  • LD (RS),
  • Robbzin (ES),
  • Bobby Mídya (PA),
  • Wad (MG),
  • Kire (AL),
  • MT (RJ),
  • Tony (PA) e
  • Stash (PB).

Assim como as seletivas, o Duelo de MCs Nacional traz um modelo de competição com batalhas no formato tradicional, sendo dois rounds de 45 segundos, sendo ataque e resposta, mais um terceiro round no estilo "Batevolta".

 

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Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internet

"O limite do humor, pra mim, é o limite do bom senso, e fazer novela tem sido, cada dia, um presente diferente".

22/02/2026 19h09

Entrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetEntrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internet

Entrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetEntrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internet Foto: Divulgação

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O ator Fábio de Luca está estreando nas novelas em dose dupla. Ele está em “Êta Mundo Melhor”, na TV Globo, onde interpreta Sabiá, o detetive contratado para encontrar o filho de Candinho (Sergio Guizé, e em “Dona Beja”, recém-lançada na Max, onde vive o Coronel Tenório Madeira. Em paralelo, ele pode ser visto em participação especial na primeira temporada da série de sucesso “Pablo e Luisão”, no Globoplay, e no reality de humor “LOL: Se Rir, Já Era”, na Prime Video. Atualmente, o artista está gravando a nova temporada do humorístico “Volte sempre”, do Multishow.

Com 45 anos de idade e 27 de carreira, Fábio ganhou projeção na internet em 2014 ao integrar o elenco do canal Parafernalha, onde também atuou como roteirista. Em 2018, consolidou seu nome no humor nacional ao entrar para o elenco do “Porta dos Fundos”, onde permanece até hoje.

Em seu currículo estão ainda trabalhos no cinema, como "Juntos e Enrolados", "Ninguém é de Ninguém", "Vidas Partidas" e "Te Prego Lá Fora". No streaming, atuou em “Eleita” (Prime Video), no premiado “Se Beber, Não Ceie” (Emmy Internacional de Comédia, 2019), “LOL: Se Rir, Já Era” (2025), entre outros. Na TV, participou de produções como “Tô de Graça”, “Filhos da Pátria”, “Sob Pressão” e “B.O.”. No teatro, já atuou em diversos espetáculos cômicos e fez sua estreia no drama com a peça “Sedes”, em 2023.

Desde 2015, Fábio de Luca também comanda o canal “Amigos da Luz”, em que mistura espiritismo e humor. Ele ainda prepara uma oficina de interpretação e criação de personagem de comédia, prevista para o segundo semestre, no Espaço Cultural Amigos da Luz, no Rio.

O ator é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala de carreira, trabalhos e estreias.

Entrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetEntrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetO ator Fábio de Luca é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Vinicius Mochizuki - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Fabio de Luca está estreando nas novelas em Êta Mundo Melhor, na Globo. Como tem sido essa primeira experiência ao longo desses meses?
FL -
 Tem sido, cada dia, um presente diferente. Além de ser algo que eu sempre quis, tive a sorte de fazer isso com uma equipe maravilhosa: desde o elenco à equipe técnica, todo mundo muito querido, que me recebeu de uma maneira muito acolhedora.

Eu, que venho de vivências em grupos bem menores, como o Porta dos Fundos e o Amigos da Luz, gelei quando me vi no meio daquele mundo sem fim. As dimensões de uma produção de novela da Globo são enormes... toda aquela estrutura fantástica que às vezes até intimida um pouco. Mas o ambiente sempre foi muito leve, graças à direção e aos colegas de cena. Enfim, é um presente a cada dia.

CE - Pode considerar essa oportunidade um divisor de águas da sua carreira?
FL - 
Ah, sim. Eu comecei fazendo teatro infantil nas escolas da Baixada Fluminense. Nossa, o que eu já apresentei de peça em CIEP, escolinha, escolona... tendo que trocar de roupa em banheiro, se apresentar em pátios de concreto puro, um calor de fritar ovo no chão.

Como pátio de escola geralmente é aberto, a gente tinha que se esgoelar pra ser ouvido e prender a atenção das crianças. E o público mais exigente que tem é o infantil: se eles não estão gostando, lascou, dispersam mesmo.

Comecei assim, e fui indo... teatro e mais teatro, depois YouTube. E graças a Deus, a Exu, e com muita sorte também, encontrando bons caminhos e bons parceiros, por aqui cheguei. Como diz o samba: "Eu vim de lá, eu vim de lá pequenininho..."

CE - Aliás, você levou 27 anos pra fazer uma novela, tendo já muito sucesso na internet e no Porta dos Fundos. O que notou de diferente ao atuar para a TV aberta?
FL -
 A primeira coisa diferente é o reconhecimento do público. É muito interessante ver como cada veículo atinge uma faixa etária e um grupo diferente de pessoas. Eu estava acostumado, há muitos anos, a ser abordado na rua por uma galera mais jovem, que curte YouTube e redes sociais.

Agora, quem tem me parado é a galera que encontro no sacolão, no mercado: pessoal já na melhor idade, com seus cabelos grisalhos, aquela turma do sofá maravilhosa que curte televisão. É um pessoal que quer parar para falar da novela, comentar a trama, é uma delícia. Mas tem também a própria maneira de trabalhar. No teatro é de um jeito, para gravar esquete no YouTube é outra pegada.

Na novela, o personagem tem muito mais desenvolvimento. Você não conhece todo o arcabouço dele logo de cara: isso vai se construindo à medida que a trama anda, por ser uma obra aberta. Então, sem dúvida, é uma forma de trabalhar que exige aptidões bem diferentes das que eu já tinha desenvolvido nos outros trabalhos.

CE - Você ainda pode ser visto em "Dona Beja", na Max, onde seu personagem se envolve com o da Grazi Massafera e faz até cenas de nudez. Como foi fazer essa sequência? Houve alguma preparação?
FL - 
Houve, graças a Deus! Porque eu estava apavorado. Quando recebi o convite, imagina: cena pelado com ninguém menos que Grazi Massafera. Essa deusa, esse orixá encarnado, essa Oxum maravilhosa, linda... Meu filho, minha filha, ou seja quem for: eu estava apavorado.

Só que chegando lá, só tinha profissional incrível, a preparadora de elenco, a diretora de intimidade... Essa trabalha exclusivamente na preparação de cenas desse tipo. Como "Dona Beja" tem muitas cenas de nudez pela própria história, essa pessoa tem uma função primordial.

Antes de trabalharmos a cena, tivemos um momento com ela para entender nossos limites: até onde a gente conseguia ir... como construir aquela cena sem que fosse constrangedor para ninguém. O set todo fica muito compenetrado, só fica presente quem precisa estar.

E aí estava eu, peladinho. Algumas cenas peladinho... mas eu, pela minha anatomia, pelado não fico exatamente pelado, porque a barriga meio que cobre as coisas todas. Então, eu pelado não estou pelado! Só a buzanfa de fora mesmo, mas a buzanfa já é de domínio público. A Grazi foi uma fofa, foi tudo delicioso. Meus amigos héteros estão todos morrendo de inveja... fazer o quê, né? Os astros estão do meu lado.

CE - Em paralelo, você segue com seus personagens, como o Baba Laricoxê, no seu Instagram. Como é o retorno do público? Pensa em levá-lo para algum projeto além das redes sociais?
FL -
 O Baba Laricoxê surgiu de uma brincadeira com os amigos no réveillon de 2024 para 2025. Postei no meu Instagram e foi um sucesso que eu nunca imaginei: um pai de santo muito louco, com um filtro vagabundo do Snapchat, e rendeu esse sucesso todo.

Com certeza, agora que a correria da novela está começando a dar uma diluída, já que estamos na reta final, pretendo dedicar um tempo maior ao Baba. Quem sabe levá-lo para um espetáculo solo ou junto com outros personagens. O certo é que, este ano, quero chegar ao teatro com um espetáculo de humor trazendo alguns dos personagens que pude testar no Instagram.

Entrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetEntrevista exclusiva com o ator Fábio de Luca destaque na TV, no streming e na internetO ator Fábio de Luca é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Vinicius Mochizuki - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você tem uma trajetória no humor na internet, tendo feito parte do extinto Parafernalha e ainda segue no Porta dos Fundos. Como o trabalho na internet impactou sua carreira?
FL -
 A internet foi um turbo. Até então, como ator, a gente tinha só o palco para mostrar o trabalho. E isso com muita dificuldade, ainda mais quando você é um artista da Baixada, da periferia, que não tem a facilidade de estar em produções dos grandes teatros da Zona Sul nem o networking necessário para ser considerado nessas escalações.

Minha galera era a turma de artistas de Nova Iguaçu mesmo. E a internet surgiu como uma maneira de mostrar o trabalho para o grande público. Fui convidado para o Parafernalha como ator e roteirista, isso me deu visibilidade, e dali parti para outros canais, cheguei ao Porta dos Fundos. Foi escalando até eu chegar onde estou agora, que nem é lá essas coisas, mas é bem mais longe do que eu estava lá atrás. A internet revelou muita gente.

O Whindersson, imagina: quando é que um garçom do Piauí ia conseguir chegar onde ele chegou sem o YouTube e as redes sociais? Uma das maiores vantagens da internet é democratizar o acesso dos artistas ao grande público.

CE - E como enxerga os limites do humor hoje?
FL -
O limite do humor, pra mim, é o limite do bom senso. Quando deixa de ser engraçado para ser constrangedor, reforçar preconceito ou humilhar alguém, passou do ponto. O problema é que esse limiar é muito subjetivo: cada um enxerga essa fronteira num lugar diferente. Por isso existem as leis, e por isso o humor exige cada vez mais consciência de quem o faz.

Com equilíbrio, alguma inteligência emocional e resguardando a ironia e o aspecto transgressor do humor, não acho que o politicamente correto mate o humor, não. Acho que ele exige que o humor saia um pouco da superfície.

É muito mais fácil arrancar risada de alguém zoando uma característica física ou uma minoria do que construir uma situação realmente engraçada, com inteligência, que faça todo mundo rir sem deixar ninguém pra trás. Esse segundo caminho é mais difícil, e eu prefiro esse desafio. Humor bom nasce da observação, da identificação, da humanidade compartilhada. Não da exclusão.

CE - Hoje, vemos mais diversidade nas produções do audiovisual. Como você percebe essa abertura de espaço para artistas de todos os tipos de corpos?
FL -
 Existe mais espaço, sim. Mas ainda é pouco. Não dá pra fingir que não. Quando comecei, praticamente não se via gente gorda em papéis de destaque. Hoje já tem mais, mas ainda estamos longe do ideal. O olhar está mudando, e isso é real, mas é um processo lento porque boa parte de quem escala elencos ainda vem de uma geração que construiu seu pensamento numa realidade bem diferente.

Eu mesmo já ouvi comentários atravessados, já senti olhares que te medem mais pelo tamanho da calça do que pelo talento. Mas o que me move é saber que cada vez que um ator gordo, preto, gay ou qualquer combinação disso está numa posição de destaque na tela, ele está abrindo uma porta que antes estava fechada.

Não só pra ele, pra todo mundo que se enxerga nele. Isso tem um valor enorme. Estou otimista que as próximas gerações vão encontrar um cenário bem mais acolhedor.

CE - Fábio de Luca é muito conhecido por trabalhos no humor. Teme ficar estigmatizado? Pensa em fazer personagens de drama?
FL -
 Tenho vontade, sim, e já dei alguns passos nessa direção. No teatro, fiz "Sedes", do Wajdi Mouawad, mesmo autor de "Incêndios", onde interpretei Boon, um antropólogo forense carregado de traumas e complexidades. Foi um mergulho psicológico muito profundo, completamente diferente de tudo que eu estava acostumado a fazer na comédia.

Personagem denso, daqueles que te tiram da zona de conforto e te obrigam a lidar com silêncios e feridas emocionais pesadas. Adorei. Medo de estigma? Olha, eu sou um ator. O que eu posso controlar é a entrega do meu trabalho, dentro do que esperam de mim a cada projeto.

Não tenho poder sobre o resto, as oportunidades que virão, o mercado de trabalho. Então, o que vier, caio dentro! Até hoje tem pintado muito mais humor, mas seja o que for, o que não pode é parar de pintar!

CE - E quais os próximos trabalhos a caminho?
FL - 
Estou com o espetáculo da minha companhia, o "60 Minutos Para Morrer", uma comédia que mistura suspense e espiritualidade. Muito legal! E vamos fazer uma apresentação online desse espetáculo: qualquer pessoa, de qualquer lugar, vai poder assistir e interagir com a gente.

Pra saber mais é só acessar o site amigosdaluz.com. Quem quiser participar vai se divertir muito e ainda ajudar na nossa campanha de manutenção dos trabalhos do Amigos da Luz

Moda e comportamento Correio B+

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem. Saiba mais na coluna "Entre Costuras e CuLtura"

A imagem da personagem foi construída a partir de três pilares muito claros: repetição, coerência e assinatura.

22/02/2026 18h30

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem.

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem. Foto: Divulgação

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"Entre Costuras e CuLtura"

Décadas depois de Sex and the City, é impossível olhar para a atriz Sarah Jessica Parker sem pensar em sua marcante personagem Carrie Bradshaw, e isso não é nostalgia, é construção. Existe uma diferença sutil e poderosa entre figurino e identidade, e Carrie não apenas vestia roupas, ela repetia códigos.

Mix de estampas; sapatos icônicos; acessórios statement; cinturas marcadas; flores no cabelo. Nada era aleatório, havia uma lógica própria. A imagem da personagem foi construída a partir de três pilares muito claros: repetição, coerência e assinatura.

Carrie podia variar silhuetas, cores e texturas, mas mantinha elementos reconhecíveis e reconhecimento é poder simbólico. A genialidade está justamente aí: ela não seguia tendências, ela criava um repertório pessoal dentro do universo da tendência. Carrie ensinou, ainda que intuitivamente o conceito mais sofisticado de estilo: constância com personalidade.

Outro ponto que me chama atenção é como Sarah Jessica Parker sempre esteve envolvida nas decisões de figurino. Isso dissolve a fronteira entre atriz e personagem. Carrie foi construída com a vivência estética da própria SJP, e quando a construção é orgânica e genuína, ela atravessa décadas.

É por isso que, quando ela pisa no Brasil, a fantasia coletiva ativa imediatamente: não é só a atriz que chega é o imaginário, é a mulher que ensinou uma geração a transformar roupa em narrativa. Carrie nos mostrou que estilo não é excesso, é intenção! Não é sobre ter muitas peças, é sobre repetir as certas até que virem assinatura.

E aqui está o ponto cultural mais interessante: vivemos uma era de consumo acelerado, mas as imagens que permanecem são as que têm coerência ao longo do tempo. A força de Carrie não estava na novidade constante, mas na consistência estratégica. Esse é o verdadeiro poder de uma imagem bem construída.

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem.A atriz Sarah Jéssica Parker esteve no Brasil usando look da estilista Isabela Capeto - Foto: Divulgação

Aqui vão algumas dicas para você aplicar na sua própria construção de imagem:

• Identifique 3 elementos que podem se tornar sua assinatura visual (pode ser um tipo de acessório, uma modelagem específica ou uma combinação recorrente).

• Repita com intenção: constância gera reconhecimento  e reconhecimento gera autoridade.

• Edite seu guarda-roupa pensando em coerência, não em quantidade. Pergunte-se: isso conversa com a imagem que quero consolidar?

• Observe seus padrões visuais nas fotos: existe repetição estratégica ou apenas variação aleatória?

Imagem não é improviso. É direção!

@gabrielarosastyle

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