Em frente ao Cemitério Santo Antônio estão montadas três barracas de flores e velas para atender as famílias que vão ao local.Sônia Miranda Gonçalves, de 55 anos e sua irmã Doralina vendem flores na Feira Central da Capital. “Este ano o movimento está fraco, acho que é por causa do feriadão”, avalia Sônia.
Há seis anos elas montam uma extensão da barraca delas na frente do Cemitério Santo Antônio para vender arranjos, que variam de R$ 3 a R$ 40 e lucram, e média, R$ 3 mil por ano. Os vasos de plantas são furados embaixo e com areia, para evitar o acúmulo de água e evitar a proliferação de larvas do mosquito da dengue.