Desde o "boom" na época da construção das fábricas de papel e celulose da International Paper e Fibria (antiga VCP), em 2007, o município de Três Lagoas convive diariamente com a falta de mão de obra na construção civil. A situação piorou muito desde essa época. A partir de 2008, esse tipo de profissional vem sendo disputado e o preço da diário teve alta de 166%, de R$ 30 para R$ 80.
Além da demanda crescente nas nove agências de empregos, no Centro Integrado de Atendimento ao Trabalhador (Ciat) aumenta a cada dia a procura por profissionais da área, principalmente pedreiro. Também são muito solicitados marceneiros, azulejistas e eletricistas.
Mato Grosso do Sul possui déficit de 10 mil trabalhadores na área de construção civil. Em Três Lagoas a carência é de pelo menos 500 profissionais, conforme dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). (RR)