A indústria brasileira precisa adotar uma política de desenvolvimento integrado regional, a aprovação das reformas e incentivos para manter a competitividade em relação aos outros países, principalmente, a China. A conclusão é do 5º Encontro Nacional da Indústria (Enai), realizado em São Paulo, que contou com a participação da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT) e dos dirigentes da Confederação Nacional da Indústria, Robson Braga de Andrade, e da Federação Sul-Mato-Grossense (Fiems), Sérgio Longen.
O dirigente de Mato Grosso do Sul explicou que foram apresentadas propostas para ampliar a competitividade do setor. "Na Carta da Indústria, elaborada pelas lideranças industriais, o setor adverte sobre os riscos para a estrutura industrial do País, caso não se tenha rapidez nas reformas que eliminem os gargalos para as empresas mais competitivas. Quanto mais lento for o processo de reformas pró-competitividade, maiores serão os riscos para a indústria brasileira", advertiu, acrescentado que o Brasil precisa de reformas urgentes.
A competitividade no setor industrial é base estratégica para contribuir com o desenvolvimento do Estado. Por isso mesmo, Sérgio Longen defendeu a criação de um plano de ação para fazer avançar o modelo de gestão capaz de proporcionar crescimento mais integrado entre as diversas regiões.