Quando os preços dos alimentos disparam, o tíquete-refeição de Sônia Regina Gomes, 41, e suas colegas de trabalho do hotel, no Centro de Campo Grande, não chega ao fim do mês. "Se sobe, a gente come dia sim, dia não, e tenta descolar um lanche no hotel, ou traz a comida de casa", conta Sônia.
A refeição fora de casa é um dos indicativos mais visíveis da inflação. Ela não coloca apenas Sônia e suas amigas em alerta, mas também os donos de restaurantes. Mesmo com a matéria-prima entre 10% e 15% mais cara que no ano passado, boa parte deles está segurando os preços, assegura o presidente da Associação dos Bares e Restaurantes (Abrasel-MS), Rubio Sérgio Moraes. "O setor vem segurando as margens", afirma.
Leia mais no jornal Correio do Estado