A alimentação fora de casa ficou 11,55% mais cara nos últimos 12 meses, superando a alta dos preços dos alimentos e bebidas em geral, que foi de 9,93%, de acordo com os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados ontem (07) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Dentro do item alimentação fora do domicílio, as refeições registraram alta acumulada nos 12 meses de 12,10%, mas essa não foi a maior elevação. A alta mais intensa foi do cafezinho, de 13,86%, e a menos intensa, de 8,46%, foi verificada nos preços dos doces.
Considerando apenas o mês de setembro, o consumidor que se alimenta fora de casa desembolsou 0,56% amais em setembro. Neste caso, o destaque ficou com a cerveja, que pesou 1,34% a mais no bolso. Depois, aparecem outras bebidas alcoólicas (1,16%) e o café da manhã (1%).
No Brasil
De janeiro a setembro, consumidores de Curitiba e Goiânia foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa.
Alimentação em casa
No domicílio, o Rio de Janeiro é a capital onde os preços da alimentação no domicílio mais subiram, com alta acumulada em 12 meses de 11,20%, frente à média nacional de 9,05%.
De janeiro a setembro, a alimentação em casa subiu 2,57%, com destaque também para o Rio de Janeiro, onde a alta foi de 4,95%. Neste mês, a alimentação feita em casa ficou 0,68% mais cara, com a maior alta em Curitiba, de 1,07%.