O superintendente da Caixa Econômica Federal no Mato Grosso do Sul, Paulo Antunes de Siqueira, participa nesta quarta-feira, 19, do Café Empresarial promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Dourados – ACED, onde apresentará os benefícios do convênio assinado com a associação que permitirá a liberação de recursos de forma diferenciada aos associados da instituição.
O convênio firmado possibilitará aos empresários douradenses uma série de benefícios através do Crédito Aporte Caixa concedido ao tomador com taxas reduzidas e sem destinação específica.
O superintendente da Caixa, Paulo Antunes de Siqueira, explica que a novidade dessa linha de crédito é contração na modalidade Pessoa Física, representando uma nova opção de viabilização de recursos que se soma às diversas linhas da Pessoa Jurídica já existente, oportunizando ao empresariado a captação de recursos para utilização em seu empreendimento.
“A nova linha de crédito apresentada hoje se soma as linhas empresariais já existentes, e possibilita a captação de recursos sem destinação específica, isto é, o tomador define a melhor forma de aplicar”, finaliza o superintendente.
A Caixa Econômica Federal registrou, em julho, a marca de R$ 1 bilhão em saldo de operações contratadas do Crédito Aporte CAIXA. Em dezembro de 2010, o saldo era de R$ 319 milhões, o que significa um crescimento de 213%, no período. A carteira de Crédito Aporte já conta com mais de 7.500 clientes, com valor médio de contratação de aproximadamente R$ 130 mil. Para este ano, o banco espera atingir o volume de R$ 1,8 bilhão em saldo na operação.
Também conhecida como Home Equity ou Refinanciamento de Imóveis, essa linha de crédito é muito comum em países desenvolvidos e tem ganhado força no Brasil. Somente em 2011, a CAIXA liberou cerca de R$ 700 milhões pela modalidade, grande parte contraída por empreendedores autônomos e sócios de empresas em busca de capital para expandir ou melhorar o negócio.
No Crédito Aporte CAIXA não há limite máximo de empréstimo ou do valor de imóvel, desde que respeitados a capacidade de pagamento e o prazo. Para ter acesso ao crédito, o cliente só precisa ter um lote urbano, ou um imóvel comercial ou residencial, mesmo alugado ou ocupado, que possa ser apresentado como garantia (alienação fiduciária). A propriedade deve estar livre de quaisquer ônus.
Recentemente, a CAIXA alterou as condições da linha de crédito, tornando-a ainda mais atrativa com a ampliação do prazo máximo de pagamento para 180 meses (15 anos), com a aceitação da avaliação constante do IPTU e com o único imóvel como garantia.