O diretor da escola CCAA, Carlos Alberto Moraes Coimbra, nota que o Estado e, sobretudo, a Capital, vive um momento de transição. “Hoje, as pessoas ainda conseguem emprego em Campo Grande mesmo sem uma segunda língua. Mas o que se percebe é que isso começa a mudar gradativamente”, afima.
Para ele, em curto intervalo, Campo Grande terá mercado de trabalho mais exigente como ocorre nos grandes centros. “Em alguns lugares do País, como São Paulo, Rio, e Belo Horizonte, dificilmente a pessoa consegue um bom emprego se não souber falar outra língua”, diz. A mesma situação se inicia no mercado campo-grandense, de acordo com Carlos Coimbra.
O professor Luiz Correia ilustra uma prática que endossa as observações de Coimbra. Segundo Correia, há empresas multinacionais que realizam entrevistas à distância usando o inglês. As chances de sair da entrevista com a garantia do emprego dependerá da fluência na segunda língua.
Algumas áreas valorizam ainda mais o conhecimento aprofundadado do idioma estrangeiro. Turismo e hotelaria estão entre elas. Correia se lembra de uma ex-aluna de sua escola, formada em Turismo, que conquistou bom emprego em uma rede hoteleira depois da fluência em inglês.
O domínio da língua estrangeira não é apenas importante para conseguir emprego, como também para se preparar para colher frutos melhores no mercado de trabalho.
Leia mais no jornal Correio do Estado.