O projeto de lei que estabelece reajuste linear de 18% para o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) chegou nesta terça-feira (4) à Câmara Municipal de Mato Grosso do Sul, mas deverá ser votado somente na próxima quinta (6).
A proposta tem como justificativa corrigir três anos de defasagens tributárias. O secretariado do prefeito Gilmar Olarte (PP) teve que recuar da proposta dos iniciais 32% (patamar considerado ideal para fazer frente a todas as distorções financeiras, segundo admitiu a equipe) para o índice de 25%, até chegar ao porcentual atual, após rejeições dos vereadores da Casa.
O Executivo retirou da votação os 11 projetos do Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande (Prodes), sob a justificativa de que estavam bloqueando a pauta, mas apresentou o projeto que prevê isenção do IPTU e o do IPTU Proporcional, que também deverão ser votados na quinta-feira.