O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), foi vencido ontem, na tentativa de elevar o valor da suplementação, parcela do orçamento que pode ser usada sem necessidade de autorização da Câmara Municipal. Na votação do projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), os vereadores derrubaram o índice de 30%, sugerido pelo Executivo, e aprovaram o de 5%, proposto pela Comissão de Orçamento e Finanças. Com isso, o montante da suplementação cai de R$ 1,101 bilhão para R$ 183,6 milhões. A peça orçamentária, com valor de R$ 3,672 bilhões, foi aprovada por unanimidade em primeiro turno e será analisada em segundo turno, na sessão de hoje.
Ontem, a base aliada ensaiou uma última ação para amenizar a queda do valor da suplementação. O vereador Carlão (PSD) iria apresentar índice de 10%, mas desistiu da proposição por insuficiência de assinatura. Com isso, permanecem os 5%, aprovados em dezembro de 2012 durante votação da proposta orçamentária para 2013 – antes disso, o índice era de 30%.
A reportagem, de Daniella Arruda e Osvaldo Júnior, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.