Enquanto a economia brasileira segue em retração pelo segundo ano consecutivo, derrubando junto o varejo, o comércio eletrônico nada bravamente contra a corrente e registra crescimento.
Essa é uma tendência observada sobretudo entre pequenas empresas que vendem produtos e serviços ao consumidor final pela internet e aos poucos começam a descobrir seu lugar nesse imenso oceano de oportunidades que é a web.
É o caso de lojistas sul-mato-grossenses que, já familiarizados com o mercado digital, vêm encontrando em outra modalidade de varejo on-line, o marketplace (em tradução livre, shopping virtual), uma nova plataforma para ganhar exposição de marcas e produtos e aumentar volume de vendas.
Proprietário da Versage Casa do Som, comércio campo-grandense que atua na venda de equipamentos de som e instrumentos musicais, Vinícius Montagna Bantim mantém loja virtual desde 2013 e há um ano e quatro meses ingressou no marketplace da Cnova, uma das maiores companhias do setor no país (que atua com os sites Extra, Casas Bahia e Ponto Frio).
Desde então, avalia, as mudanças têm sido expressivas. “Como é um ambiente mais competitivo, você tem que enxugar os custos e a margem de lucro também é menor. Mas compensa em função da visibilidade e do volume de vendas”, comentou.
*Leia reportagem, de Daniella Arruda, na edição de hoje (8) do jornal Correio do Estado.