Cesta básica ficou 0,38% mais cara no mês de julho em Campo Grande. Para comprar os 13 itens que compõe a cesta, trabalhador precisou desembolsas R$ 430,37, valor superior em R$ 1,64 ao registrado em junho.
Dados são de levantamento divulgado hoje pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Mesmo com aumento discreto, a cesta da Capital foi a nona mais cara do país.
Leite e feijão carioquinha lideraram itens em alta e contribuíram para a manutenção dos preços em elevação, com variação de 17,46% e 13,16%, respectivamente.
Também tiveram alta nos preços a banana (8,03%), arroz (7,52), açúcar (6,64%), pão (6,41), manteiga (4,39%) e café (1,03%).
Queda significativa foi observada nos preços do tomate (- 25,86) e batata (- 21,26%). Óleo (- 2,42%), farinha (- 0,73%) e carne (- 0,70%) também tiveram deflação.
Para comprar o conjunto de alimentos que compõe a cesta, trabalhador precisou comprometer 53,16% do salário mínimo.
Com relação a cesta básica familiar, preço ficou em R$ 1.291,11 em julho, aumento de R$ 4,92 em comparação com o mês anterior.