Preço da cesta básica, composta por 13 itens de alimentação, fechou o ano de 2016 com inflação acumulada de de 5,04% em Campo Grande. Com custo de R$ 416,80, cesta campo-grandense foi a que registrou o quarto menos aumento entre as capitais do país.
Dados são de pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada hoje.
No ano, únicos alimentos que tiveram variação negativa nos preços foram o tomate (-40,04%) e a batata (-29,78%).
Apresentaram alta significativa a manteiga (39,49%), feijão (38,66%), açúcar (37,25%), banana (33,19%), leite (21,75%), arroz (16,08%), café (13,33%) e óleo (8,85%). Altas discretas foram observadas nos preços do pão francês (1,95%), carne bovina (2,28%) e farinha de trigo (5,09%).
Com relação a cesta básica familiar, composta por produtos para atender família de quatro pessoas, custo médio foi de R$ 1.250,41 no ano.
DEZEMBRO
Em dezembro, custo da cesta foi de R$ 408,06, representando economia de R$ 17,72 em relação ao valor registrado em novembro, que foi de R$ 425,78. Retração, de 4,16%, foi a 2ª mais expressiva entre as 27 capitais.
Entre os alimentos, os que mais registraram queda nos preços foram a batata, com -18,67%, e feijão carioquinha, com redução de 18,61%. Também tiveram deflação o tomate (-13,29%), banana (-8,16%), leite (-8,16%) e arroz (-1,66%).
Houve ala discreta nos preços da manteiga (3,37%), café (2,45%), farinha (1,98%), pão (1,84%), óleo (1,50%), açúcar (0,72%) e carne (0,24%).
Trabalhador que ganha até um salário mínimo, que era de R$ 880 no mês passado, precisou comprometer 50,40% do adquirir a cesta básica.
Quanto a cesta básica familiar, campo-grandense desembolsou R$ 1.224,18 na compra, o que representou diminuição de R$ 53,16 quando comparado a novembro.