Pesquisa do Procon de Mato Grosso do Sul, realizada em julho, mostra que na região de saída para Rochedo, na Capital, combustíveis apresentam variação de até 12,82 % nos preço.
O principal objetivo da pesquisa é, por meio do levantamento, informar o consumidor de maneira que este possa se programar e economizar no momento de abastecer seu veículo.
Segundo o Procon, a verificação de preços de combustíveis, desta vez na região de saída para Rochedo, envolveu oito postos de serviços, com buscas realizadas no dia 22 deste de julho.
Foram pesquisados os preços do etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e aditivado e, bem como do diesel S10 comum e aditivado.
Variações
Conforme a análise de preço desses 8 itens, o Procon percebeu que os preços do etanol aditivado para pagamento em dinheiro ou no cartão de débito, apresentou diferença de 12,82%.
Chegou-se a esse número uma vez que o litro está sendo comercializado por R$ 4,84, no Posto F5 Ltda, enquanto nos postos São Leopoldo e Vitória o mesmo produto é encontrado por R$ 4,29.
Já o diesel S10 aditivado teve a menor variação, de 2,82% – para pagamento no crédito. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,29, no Posto Katia Locatelli e o menor foi R$ 7,09 no Posto Independência e no Posto Vitória.
Gasolina
Segundo os dados do Procon, a gasolina comum com o menor preço pode ser encontrada, na região de saída para Rochedo, pelo valor de R$ 5,25, no Posto Hideo Salto, enquanto a mais cara é encontrada por $R 5,44, no Posto José Abrão.
A gasolina aditivada foi encontrada pelo preço que varia entre R$ 5,27, no Posto Hideo Salto, e R$ 5,69, no Posto Katia Locatelli.
Saiba
Nas últimas semanas, o Procon estadual tem realizado pesquisa de preço dos combustíveis em todas as regiões de Campo Grande.
Após as quedas consecutivas em impostos, pauta fiscal e redução da Petrobras, tornou-se importante, também, realizar um levantamento e fiscalização nos postos de combustíveis, a fim de averiguar se a queda nos preços está realmente chegando ao consumidor.
Há cerca de uma semana, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), informou que o Procon já havia iniciado a fiscalização em alguns locais.
"É obrigação do Procon olhar a expedição da nota da distribuidora, no caso, da Petrobras para a distribuidora e da distribuidora para os postos", disse.
Mesmo com a pesquisa, o governador explicou que não existe um tabelamento de preços. Entretanto, cabe aos proprietários dos postos definir preços, desde que não sejam abusivos ao consumidor.
Procon
O Procon Estadual, órgão integrante da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast).
O mesmo esclarece que os preços podem ter sofrido redução, dado que os preços vêm sofrendo alterações nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/Pasep/Cofins e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).
(Colaborou Glaucea Vaccari e Naiara Camargo)