Economia

BALANÇO

Suzano chega a 21% do progresso físico das obras em Ribas do Rio Pardo

A nova fábrica, também chamada de Projeto Cerrado, já está com 15% do cronograma financeiro finalizado

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A Suzano segue avançando no cronograma das obras em Ribas do Rio Pardo. 

De acordo com o balanço divulgado pela empresa, referente ao primeiro semestre deste ano, as obras da nova unidade industrial chegaram ao patamar de 21% em termos de avanços físicas.

Isso significa que um quinto da fábrica está concluído.

Outro dado que chamou a atenção está ligado aos recursos investidos. 

Segundo informações contidas no balanço semestral, a empresa atingiu ao patamar de 15% do cronograma financeiro, ou seja, R$ 2,1 bilhões. 

As obras vão consumir recursos totais na ordem de R$ 14,6 bilhões.

Até o final do próximo ano será o período em que as obras vão absorver maior contingente de colaboradores. 

Do ano passado para cá, a empresa bancou treinamento de centenas de trabalhadores para as diversas áreas de atuação nas obras.

Este ano, a Suzano também iniciou treinamento com 150 empresários de Ribas do Rio Pardo. 

Neste caso, o objetivo é gerar fornecedores qualificados e que estejam próximos à unidade industrial. 

A construção da nova fábrica mudou o perfil econômico de Ribas do Rio Pardo. 

O município está figurando entre os cinco que mais geram empregos no Estado.

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INDUSTRIALIZAÇÃO

Com investimento de R$ 300 milhões, MS terá nova usina de etanol de milho

Atualmente, há três usinas de etanol de milho em funcionamento no Estado e outras duas em fase de implantação, sendo esta a sexta

01/04/2026 18h30

Licença para instalação de usina de etanol de milho em Jaraguari foi entregue na segunda-feira (30)

Licença para instalação de usina de etanol de milho em Jaraguari foi entregue na segunda-feira (30) Foto: Mairinco de Pauda

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Mato Grosso do Sul irá ganhar uma nova usina de etanol, em Jaraguari. A Licença para Instalação foi entregue na segunda-feira (30) pelo secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, e pelo diretor presidente do Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), André Borges, ao empresário Egnomar Freitas Tiago.

A Usina de Etanol de Amido Pioneiras tem investimento previsto de R$ 300 milhões, com capacidade para processar 500 toneladas de milho ou sorgo ao dia e produzir até 200 mil metros cúbicos de etanol ao ano.

Mato Grosso do Sul já tem, em operação, três usinas que produzem etanol a partir de milho, localizadas em Sidrolândia, Dourados e Maracaju.

O prefeito de Jaraguari, Cláudio Ferreira da Silva, ressaltou a agilidade na análise e liberação da licença ambiental e externou confiança do desenvolvimento do município a partir do novo empreendimento.

O chefe do Executivo Municipal lembrou ainda que o Estado apoiou a instalação do Polo Industrial do município e apresentou um projeto para pavimentação do acesso.

Com relação à reivindicaçãom Verruck disse que levará ao governador Eduardo Riedel.

Também participaram do ato de entrega da licença o superintendente do Sebrae/MS, Claudio Mendonça; o vereador por Jaraguari Lucas Tonnet, assessores da Prefeitura e empresários ligados à usina.

Etanol de milho

Conforme reportagem do Correio do Estado, até 2027, a produção de etanol de milho deve alcançar o mesmo patamar da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul.

Isto porque, além das três usinas em operação e da nova a ser implantada em Jaraguari, também já foi confirmada a implantação de duas outras grandes plantas de etanol de milho, uma em Costa Rica e outra em Nova Alvorada do Sul, que funcionarão com as usinas de etanol de cana-de-açúcar já existentes da Atvos.

Cada nova planta será capaz de produzir em torno de 250 milhões de litros de etanol por ano, além de grãos secos de destilaria com solúveis (DDG) e até energia elétrica.

Atualmente, estão em funcionamento duas unidades da Inpasa, em Dourados e Sidrolândia, capazes de produzir 800 milhões de litros de etanol de milho por ano, e a Neomille, em Maracaju, cuja capacidade anual de produção é de 260 milhões de litros de etanol.

SEMANA SANTA

Efeito feriado: ovos de Páscoa e peixes começam a variar os preços em Campo Grande

Os valores entre os chocolates atingiram o teto de 118% na variação, enquanto os peixes tiveram oscilação de 82%

01/04/2026 17h00

A tradição do ovo de Páscoa pode se tornar mais saudável e custar menos

A tradição do ovo de Páscoa pode se tornar mais saudável e custar menos Foto: Reprodução

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O Procon Mato Grosso do Sul identificou variação de preços de até 118% entre produtos típicos da Páscoa em Campo Grande. Entre os itens pesquisados estão os peixes de água salgada e doce, além do tradicional bacalhau. Também foram analisados os valores dos ovos e barras de chocolates nos principais mercados de Campo Grande.

O levantamento foi realizado entre os dias 23 e 24 de março, em 14 estabelecimentos comerciais, sendo sete supermercados, uma loja de departamentos e seis peixarias. Os valores estão sujeitos a mudanças em virtude de promoções, disponibilidade ou demanda.

Ovos e chocolates

Foram os ovos de Páscoa infantis que puxaram a maior variação de preços da pesquisa: 118,3%. Os ovos da marca Montevergine, com copo sortido e de brinde a boneca Baby Alive e a personagem do desenho "Show da Luna", foram os itens que mais sofreram alteração de valores na pesquisa. O mais barato estava R$13,90 (Atacadão), enquanto o mais caro estava R$30,35 (Supermercado Pires).

Na sequência das maiores variações de preços, vêm os ovos de chocolate da Arcor, mais especificamente o:

  • Bob superme Chocolate ao Leite com Avelã (238g) - 66,5%
  • Rocklets Chocolate ao Leite Crocante (200g) - 65,2%
  • Block Chocolate ao Leite Crocante (230g) - 63,6%

É importante que os consumidores estejam atentos ao peso dos produtos comercializados nesse período, pois podem apresentar variações significativas. Também é necessário verificar, nas opções com brinquedos, se estes possuem o selo do Inmetro que ateste sua segurança.

Confira a tabela de preços a seguir.

A tradição do ovo de Páscoa pode se tornar mais saudável e custar menos

Peixes e pescados

O peixe, a carne mais procurada entre os brasileiros para o período religioso, teve o salmão inteiro com a maior variação entre os produtos pesquisados (82%), com preço médio de R$ 93 o quilo. Entre os lugares pesquisados, a peixaria do Aero Rancho teve o valor mais elevado (R$ 120) e a Peixaria Moura, o mais baixo (R$ 66). 

O bacalhau Saithe, por sua vez, teve 43% de diferença no valor pago pelo consumidor final.

Houve menores oscilações entre os peixes de água doce, sendo as maiores registradas no quilo do filé de pintado de cativeiro (33%) e na costelinha de pacu (31%). Confira a tabela completa a seguir.

A tradição do ovo de Páscoa pode se tornar mais saudável e custar menos

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