A paz entre os funcionários das obras de reforma do Maracanã e os representantes do Consórcio Delta/Odebrecht/Andrade Gutierrez não durou muito tempo. Desde às 2h40 da madrugada desta quinta-feira, os operários decidiram cruzar os braços e começar mais uma greve.
Os motivos não são muito diferentes do que já havia sido reclamado anteriormente. Os funcionários permanecem à espera do plano de saúde que lhes foi prometido. Além disso, eles voltam a solicitar a extensão deste benefício a seus familiares de forma imediata. O aumento da cesta básica e melhores condições de trabalho foram novamente abordados.
- Tem trabalhador aqui que precisa do auxilio saúde para sua família, pois os parentes ficam doentes. Eles prometeram que em três meses abririam para todos, mas os que estão trabalhando tiveram ainda o benefício. A cesta básica continua R$160, mas queremos míseros R$20 de aumento, o que não foi dado até agora - explicou o O diretor sindical dos trabalhadores de indústria na construção pesada, Sérgio Luiz Silva da Fonseca.