O Ministério da Saúde está planejando ações para prevenir surtos de doenças nas seis cidades-sede da Copa das Confederações, no ano que vem, e nas 12 capitais que vão abrigar os jogos de futebol da Copa do Mundo, em 2014.
Segundo o secretário-executivo adjunto do ministério, Adriano Massuda, que coordena as reuniões sobre esses dois eventos esportivos, os trabalhos começaram em maio do ano passado, e a Copa das Confederações será um "teste" em todos os sentidos, inclusive na área da saúde. Esta semana, o grupo se encontrou em Salvador.
"Estamos nos baseando em experiências anteriores, tanto de Copas do Mundo quanto de Olimpíadas. Cada cidade-sede terá pelo menos um hospital público de referência, mais ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e leitos hospitalares e de UTI (Unidade de Terapia Intensiva)", enumera.
Em São Paulo, os dois hospitais escolhidos foram a Santa Casa de Misericórdia e o Santa Marcelina. No Rio, foram o Albert Schweitzer e o Miguel Couto. Essas instituições e as das demais cidades-sede da Copa do Mundo – Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Natal, Cuiabá e Manaus – devem passar por reformas, ampliações e aquisição de novos equipamentos, segundo Massuda.