“Se alguém tivesse dito para nós antes da Copa do Mundo que estaríamos entre os quatro melhores do torneio, eu teria respondido que essa pessoa estava louca.”
A frase é de Angellott Caro, um dos destaques da seleção colombiana de futsal, e retrata o tamanho da surpresa com a campanha do time sul-americano. A Colômbia é a adversária do Brasil, nesta sexta-feira (16), às 10h30min (de Brasília), na semifinal da Copa do Mundo, em Bangcoc (TAI).
Em sua entrevista após a vitória contra a Ucrânia, pelas quartas de final do torneio, Caro também ressaltou que esperava apenas que a equipe passasse da primeira fase. O resultado seria satisfatório para um time que começou profissionalmente no futsal apenas em 2003. A Copa América daquele ano marcou o pontapé inicial da geração que, menos de dez anos depois, já é semifinalista de um Mundial.
A precocidade do time colombiano é outro problema para a equipe brasileira, comandada por Marcos Sorato. A Seleção nunca os enfrentou em competições de alto nível. Consequentemente, pouco se sabe da evolução do adversário.