Nesta sexta-feira, o Flamengo divulgou sua numeração fixa para a temporada de 2015. A lista rubro-negra, porém, apresentou lacunas em algarismos estratégicos, como 1 e 10. O goleiro Paulo Victor, cotado para assumir o primeiro dígito após a saída de Felipe, permaneceu com a camisa 48, ao passo que o argentino Mugni perdeu a vestimenta que consagrou Zico, e agora utilizará a 11.
A incógnita em torno da camisa 10 pode sinalizar a espera flamenguista por Robinho. O ídolo santista faz parte do planejamento traçado por Vanderlei Luxemburgo e admitiu ter recebido uma proposta da representação carioca. A crise financeira instaurada na Vila Belmiro é um empecilho para que o atacante siga no litoral paulista.
Outro alvo da diretoria rubro-negra é o meia Montillo. O articulador argentino, em entrevista à ESPN Brasil, confirmou que existe o interesse por parte da formação da Gávea. Contudo, não detalhou as tratativas que envolvem a diretoria carioca e o Shandong Luneng, clube chinês onde atua ao lado de Vágner Love.
“Meu procurador disse que tinha entrado em contato com eles, mas a gente está tentando falar com o representante do Shandong Luneng aqui no Brasil. Não sei o que o presidente está pensando. Tem que ter um intérprete no meio, pois não dá para conversar com o mandatário diretamente. Eu não gosto de ficar enrolando os times”, disse Montillo.
Recém-chegado do Grêmio, o jovem zagueiro Bressan recebeu a camisa 3, ao passo que Marcelo Cirino, contratado junto ao Atlético-PR, ficará responsável pelo número 7. As demais aquisições flamenguistas para a temporada receberam números altos, como Thallyson (16), Arthur Maia (19) e Pará (21).