O Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul (TJD-MS) espera receber até a próxima segunda-feira (26) da promotoria as denúncias sobre a confusão que terminou com massagista preso, dois jogadores expulsos e dois gandulas agredidos no Comerário do último domingo (18), no Morenão.
O árbitro Paulo henrique Salmazio entregou na tarde de segunda-feira (19) a súmula da conturbada partida. Como previsto relatou as agressões aos gandulas e expulsões dos atacantes operarianos Rodrigo Gral e Jeferson Reis, além do massagista Raul dos Prazeres e do lateral comercialino Jeferson Silva, que tentou vingar o colega espancado a socos.
Antes da confusão, o lateral-direito alvinegro Edy havia sido expulso por jogada violenta. O texto do árbitro ainda cita que o operariano Firmino foi flagrado com uma haste de metal nas mãos, buscando agredir os adversários.
Segundo a desembargadora Celina Melo e Dantas Guimarães, presidente do Tribunal, após a chegada da denúncia o pleno terá 30 dias para julgar o caso. E a tendência é que a punição aos envolvidos seja pesada.
"A palavra que define melhoro o que aconteceu é vergonha, é lamentável. O futebol de nosso estado não pode gsanhar notoriedade nacional dessa forma", disse a desembargadora, ao Portal Correio do Estado.
Na última segunda (19), em coletiva, o presidente do Operário, Estevão Petrallás, admitia que o clube esperava uma punição de até um ano a Jeferson Reis, flagrado nas imagens socando o gandula Tadeu Francisco Kutter, 19 anos.
O clube afastou ele e o massagista Raul por tempo indeterminado. E ainda não anunciou se os dispensará do elenco.
Pelo lado comercialino, o gandula Tadeu, goleiro das categorias de base, teve cirurgia no nariz descartada pelos médicos e faz tratamento convencional após lesão motivada pelos socos.