A delegação do Brasil, composta por apenas quatro pessoas, desfilou na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.
Bruninho (vôlei) e Ketleyn Quadros (judô) foram os porta-bandeiras do país. A delegação também foi composta por Marco La Porta, chefe da missão do país, e uma funcionária administrativa.
O Brasil foi a 151º delegação a chegar ao Estádio Nacional de Tóquio. Todos usavam chinelos, e os dois atletas sambaram durante a entrada.
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Dois telões no Estádio Olímpico de Tóquio exibem mensagens sobre cuidados com a Covid-19 no início da cerimônia de abertura das Olimpíadas.
A organização pede uso de máscaras, higienização das mãos, para cobrir eventual tosse com o cotovelo, evitar aglomerações, bater palma em vez de cantar ou gritar e para que as pessoas avisem caso se sintam mal.
Não há público na cerimônia de abertura. A presença de espectadores foi vetada pelo governo japonês às vésperas do início dos Jogos.
A cerimônia começa mostrando atletas treinando sozinhos pelo mundo, enquanto cidades estavam vazias por causa do coronavírus; ao final, atletas, aqui interpretados por atores, se encontram para disputar os jogos; após execução do vídeo, fogos de artifício tomam conta do Estádio Olímpico de Tóquio.