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Ginástica artística: seleção simula competição ao vivo na internet

Árbitros vão observar séries e oferecer subsídios para ajustes

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Entre os dias 10 e 11 de março, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) promoverá uma avaliação técnica com os atletas da seleção brasileira masculina de ginástica artística na Arena do Time Brasil no Rio de Janeiro. 

O grupo de 10 ginastas está reunido para o trabalho que tem como objetivo substituir as competições que ocorreriam na etapa da Copa do Mundo de Doha, no Catar, foi adiada recentemente pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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Com direito a notas atribuídas por um corpo de árbitros, nos dois dias, o evento começará às 15h e terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da CBG. 

“O objetivo desse camping é oferecer aos atletas um cenário próximo ao competitivo e garantir a manutenção da preparação. Dessa forma, realizaremos avaliações com banca de arbitragem e formato de competição através da plataforma Zoom, trabalho junto a experts das modalidades, estágios de treinamento e monitoramento contínuo do grupo”, disse Marcos Goto, coordenador da seleção e treinador de Arthur Zanetti, à assessoria da CBG.

"Os dias da competição serão os de avaliações, os treinamentos também serão como faríamos em véspera da competição, vai ser uma Copa do Mundo Seleção CT Rio de Janeiro, exclusiva só para o Brasil", comentou o campeão olímpico nas argolas em Londres/2012 e medalhista de prata na Rio/2016, Arthur Zanetti.

Cristiano Albino, treinador da seleção brasileira, de Arthur Nory e de Francisco Barretto Júnior, explicou aos assessores da Confederação o surgimento da ideia. 

“O principal objetivo é saber como está o nível técnico de nossos ginastas, uma vez que a etapa de Doha da Copa do Mundo foi adiada para junho. Vimos a necessidade de colocar os ginastas em situação de competição. Não será exatamente igual a uma competição, mas o fato de termos os atletas se apresentando a um corpo de arbitragem traz uma realidade diferente. Precisamos vivenciar esse tipo de situação, já que diminuiu o número de competições antes da Olimpíada. Acredito que faremos mais avaliações no decorrer dos meses”.

Segundo o treinador Ricardo Yohoyama, a CBG encontrou uma solução engenhosa e criativa para lidar com este período anômalo. 

“Sem competições oficiais, vamos ter que nos virar com as avaliações. Ao longo desta pandemia, nossos atletas estão se acostumando com esse tipo de solução. Teremos público que nos acompanhará online e arbitragem também online. Não haverá aquela sensação de busca por uma classificação para a final, mas tenho a certeza de que os atletas estarão muito motivados”.

“O acompanhamento de árbitros com nível internacional é imprescindível para a construção das séries, ajustes finos e um olhar além do nosso enquanto treinador. Estamos no dia a dia e precisamos ajustar o nosso foco para a melhor construção de uma rotina desde a dificuldade até a execução de cada movimento. Os árbitros exercem papel fundamental na preparação e trabalhamos em conjunto, sempre em busca da melhor preparação”, completou Marcos Goto.

Um protocolo de segurança sanitária bastante rígido está sendo aplicado durante todo o estágio de treinamento. Todos os atletas, treinadores e demais participantes da atividade foram submetidos a exames RT-PCR, para detecção do vírus da covid-19, antes de partirem para o Rio e na chegada à cidade. 

Todos deram negativo. Foram convocados para o camping os ginastas Arthur Zanetti, Arthur Nory, Caio Souza, Diogo Brajão Soares, Francisco Barretto Junior, Leonardo Matheus Souza, Lucas Bitencourt, Luis Guilherme Porto, Patrick Sampaio Correia, Tomas Rodrigues Florêncio e os treinadores Cristiano Albino, Marcos Goto e Ricardo Yokoyama. Os coordenadores são Henrique Motta e Juliana Fajardo.

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Baixas

Brasileirão 2026 chega a 20 técnicos demitidos e só 6 clubes não trocaram de treinador

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense

28/10/2026 23h00

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba

Fernando Seabra, ex-treinador do Coritiba Foto: Divulgação / Twitter

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Na noite da última terça-feira, 27, Fernando Seabra não resistiu a uma sequência de sete jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro e foi demitido do Coritiba, tornando-se a mais nova vítima da competição. Com isso, a Série A, em sua 32ª rodada, soma 20 técnicos demitidos em 2026.

No caso de Seabra, ele até começou com uma boa campanha e levou a equipe paranaense, em seu retorno à primeira divisão, a frequentar a parte de cima da tabela. Porém, na reta final, o clube perdeu fôlego e posições na tabela, enfrentando uma sequência negativa e ficando na 12ª posição do torneio, com 39 pontos conquistados, a cinco da zona de rebaixamento.

Com a troca de comando no Coritiba, o Campeonato Brasileiro chega à marca de 20 mudanças de treinadores nesta edição, com apenas seis clubes mantendo o mesmo técnico desde o início da competição.

Os únicos comandantes que seguem à frente de suas equipes desde a primeira rodada da competição são: Abel Ferreira, no Palmeiras (2ª); Rogério Ceni, no Bahia (7ª); Vagner Mancini, no Red Bull Bragantino (10ª); Rafael Guanaes, no Mirassol (15ª); Odair Hellmann, no Athletico-PR (4ª); e Jair Ventura, no Vitória (14ª)

Já a primeira saída aconteceu ainda na 3ª rodada do Brasileirão, quando o Atlético-MG optou pela troca no comando técnico após empatar em 3 a 3 com o Remo e encerrou o trabalho de Jorge Sampaoli.

Além disso, até aqui, seis equipes estão em seu terceiro treinador na competição, já tendo realizado três mudanças no comando, ou seja, demitido dois treinadores. São elas: Vasco, Remo, São Paulo, Botafogo, Chapecoense e Corinthians.

TREINADORES DEMITIDOS NESTA EDIÇÃO DO BRASILEIRÃO:

Fernando Seabra, Coritiba

Fernando Diniz, Corinthians

Paulo Pezzolano, Internacional

Léo Condé, Remo

Luís Castro, Grêmio

Franclim Carvalho, Botafogo

Luis Zubeldía, Fluminense

Renato Gaúcho, Vasco

Fábio Matias, Chapecoense

Roger Machado, São Paulo

Dorival Júnior, Corinthians

Gilmar Dal Pozzo, Chapecoense

Martín Anselmi, Botafogo

Juan Vojvoda, Santos

Tite, Cruzeiro

Hernán Crespo, São Paulo

Juan Carlos Osorio, Remo

Filipe Luís, Flamengo

Fernando Diniz, Vasco

Jorge Sampaoli, Atlético-MG

futebol

Vini Jr. é 17º e Brasil iguala sua pior Bola de Ouro em 30 anos

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021

26/10/2026 19h00

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro

Vini Jr ficou em 17º lugar no Bola de Ouro Divulgação/Fifa

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O Brasil teve seu pior desempenho em uma Bola de Ouro desde 2010. Na premiação que acontece nesta segunda-feira, 26, em Londres, Vini Jr. foi o brasileiro mais bem colocado, ficando em 17º lugar. O resultado iguala a pior marca do País em 30 anos, quando Ronaldo Fenômeno terminou na 26ª posição.

A temporada do camisa 7 do Real Madrid não foi das melhores. No período avaliado pela premiação, o jogador marcou 28 gols e deu 16 assistências, porém não conquistou títulos individuais nem com seu clube.

Pela seleção, o atleta teve uma boa Copa do Mundo, na qual marcou quatro vezes e deu uma assistência. Na competição, porém, o Brasil caiu nas oitavas de final para a Noruega. Além de Vini, Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal, também ficou no top 30, na 21ª posição.

BRASIL NÃO REPETIA DESEMPENHO TÃO ABAIXO DESDE 2010

A última vez que o Brasil ficou sem representantes entre os dez primeiros foi em 2021. Naquela edição, Neymar terminou na 16ª posição e foi o brasileiro mais bem colocado da votação.

Em 2010, Maicon também foi o destaque nacional na lista, ao terminar em 17º lugar. A marca passou a representar a pior colocação de um brasileiro desde então, agora igualada por Vini Jr.

Antes disso, Ronaldo Fenômeno ficou em 26º lugar, em 1995. A edição marcou a primeira vez que a Bola de Ouro permitiu a participação de jogadores de qualquer nacionalidade, desde que atuassem por clubes europeus.

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