Neste domingo (8), Atlético-MG e Cruzeiro realizaram a final do Campeonato Mineiro. Embora a Raposa tenha erguido a taça após vencer por 1 a 0, o clássico foi marcado por uma briga generalizada, que culminou com a expulsão de 23 jogadores. Entre os principais protagonistas da confusão está Everson, goleiro que acumula outras polêmicas em seu currículo.
Na decisão do estadual de 2026, o tumulto foi iniciado nos acréscimos do confronto, quando Everson partiu para cima de Christian. Por consequência da atitude do goleiro, todos os jogadores que estavam em campo, assim como os reservas, entraram em conflito físico, com direito a socos e chutes. O resultado não poderia ter sido outro: o árbitro Matheus Candançan expulsou todos os envolvidos.
Relembre as outras confusões do defensor
Ainda que tenha sido o grande responsável pelo tumulto no duelo entre Atlético-MG e Cruzeiro, o titular alvinegro tem outros episódios negativos em seu currículo. Nas oitavas de final da Libertadores de 2021, quando o Galo enfrentou o Boca Juniors, o goleiro defendeu dois pênaltis e marcou o pênalti decisivo. No entanto, participou de uma grande confusão envolvendo jogadores e membros da delegação argentina.
Posteriormente, em 2023, o nome do jogador estampou as manchetes da imprensa nacional por ter sido alvo de extorsão. Na ocasião, Everson registrou boletim de ocorrência contra uma mulher com quem teria tido um suposto relacionamento extraconjugal. A polícia abriu um inquérito diante das acusações do atleta, que destacaram a exigência de R$ 500 mil para não divulgar fotos íntimas dele.
Em outubro de 2024, uma nova polêmica envolvendo Everton veio à tona. Durante um jogo contra o Vitória, válido pelo Campeonato Brasileiro, o goleiro foi expulso por tocar na bola fora da área. Como resultado da infração, foi denunciado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com possibilidade de pegar três jogos por suspensão.
Já no ano passado, após duelo contra o Santos, o ídolo do Atlético Mineiro denunciou torcedores do próprio clube por importunação sexual verbal contra sua filha de 13 anos no estacionamento da Arena MRV. Na ocasião, a instituição repudiou o ato, enviou imagens à polícia e colaborou com investigações na Delegacia de Proteção à Criança.





