Diante dos avanços tecnológicos, as empresas de telecomunicação precisam alinhar novos produtos à oferta em alta demanda. Nesse processo, as principais operadoras de telefonia móvel (Tim, Vivo e Claro) foram obrigadas a adotar o eSIM, substituindo os tradicionais chips físicos. A nova medida diz respeito a chips virtuais, comprovando a digitalização e segurança presentes na comunicação.
A princípio, a Claro foi a primeira empresa a deixar os chips físicos em segundo plano, adotando o eSIM em iPhones, uma vez que a atualização do iOS 17.2 permitiu o processo. Com a finalidade de facilitar a adoção, a transição dos métodos convencionais é feita diretamente nos ajustes operacionais de cada aparelho celular, sem necessidade de aplicativos externos.

Embora o eSIM seja um modelo virtual integrado à placa-mãe dos dispositivos, oferece vantagens como maior segurança e a capacidade de manter vários perfis de operadora em um único aparelho. Diante do avanço tecnológico, muitas pessoas passaram a questionar como serão fornecidos os números de telefone, mas a resposta é bem simples.
Isso porque as operadoras Claro, TIM e Vivo oferecem o chip virtual, cada uma com suas próprias regras e procedimentos para a ativação. Portanto, é importante ressaltar que, embora a mudança do formato de armazenamento e utilização dos números, o uso dos números de telefone continua inalterado, como atualmente acontece.
Novo iPhone elimina uso de chips
No início de outubro, a Apple anunciou, em seu evento “Awe-Dropping”, a nova linha de smartphones, o iPhone 17. As versões contemplam quatro aparelhos da empresa, o iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max. Com o objetivo de ganhar mais espaço para bateria, principalmente no modelo Air, a empresa eliminou a possibilidade do uso de chip físico para celular.
Dessa forma, a partir da era 17, o eSIM será padrão nos novos celulares da Apple, com a marca aposentando de vez os chips físicos, como já acontecia nos Estados Unidos. Por outro lado, no Brasil, as linhas padrão e Pro ainda terão a possibilidade de conter o objeto físico, o que não vai ocorrer com o iPhone Air.




