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Anomalia magnética impacta sistemas de comunicação no Brasil e intriga cientistas

Por Iara Alencar
04/01/2026

Embora esteja imerso em problemas sociais e econômicos, o Brasil ganhou um novo motivo para se preocupar, mas desta vez sem que tenha controle e uma solução imediata. Isso porque, recentemente, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) ganhou grandes proporções, ligando o sinal de alerta de cientistas em todo o mundo.

A título de conhecimento, o problema apresentado no Brasil corresponde a uma região onde o campo magnético da Terra é significativamente mais fraco do que o normal. A anomalia desperta discussões, principalmente sobre sua influência em tecnologia e missões espaciais. Por outro lado, a AMAS também compromete o Oceano Atlântico Sul, com influência na América do Sul e África.

De acordo com o geofísico do Observatório Nacional, Dr. Luís Benf, as adversidades somente terão a sua importância distribuída quando nenhuma solução for correspondida. Em um contexto geral, a anomalia compromete a proteção do nosso planeta, tendo em vista a ineficiência completa ao tentar repelir partículas carregadas vindas do Sol.

“O termo anômalo significa diferente, anormal. Nesse caso, uma anomalia magnética é então um local cujo os valores são diferentes da média de outros medidos em qualquer quaisquer outros lugares. Dessa maneira, a radiação de partículas na região da Amas pode danificar instrumentos diversos, especialmente de satélites ou de estações espaciais”, explica o dr. Luís Benf.

Brasil monitora situação de perto

Para a “felicidade” dos brasileiros, o centro da Anomalia Magnética do Atlântico Sul é dinâmico e se desloca constantemente para outras regiões. Dessa forma, o sinal de alerta em cima do Brasil está ligado, mas deve ser desativado em poucos meses, quando a intensidade de sua extensão for realocada em novas direções.

“Essa anomalia ela se desloca com uma velocidade relativamente grande. Há poucas décadas, ela tinha o seu centro sobre o território brasileiro e há mais ou menos 15 anos, o centro dessa anomalia estava sobre Assunção no Paraguai e atualmente ela está no norte de da Argentina. O Observatório Nacional praticamente faz a medição dessa da da dos efeitos dessa anomalia, desde que ela não era muito conhecida”, destacou Benf.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência em assessoria de comunicação, com passagem pela Prefeitura Municipal de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos e na produção de conteúdo para web.

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