Embora esteja imerso em problemas sociais e econômicos, o Brasil ganhou um novo motivo para se preocupar, mas desta vez sem que tenha controle e uma solução imediata. Isso porque, recentemente, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) ganhou grandes proporções, ligando o sinal de alerta de cientistas em todo o mundo.
A título de conhecimento, o problema apresentado no Brasil corresponde a uma região onde o campo magnético da Terra é significativamente mais fraco do que o normal. A anomalia desperta discussões, principalmente sobre sua influência em tecnologia e missões espaciais. Por outro lado, a AMAS também compromete o Oceano Atlântico Sul, com influência na América do Sul e África.
De acordo com o geofísico do Observatório Nacional, Dr. Luís Benf, as adversidades somente terão a sua importância distribuída quando nenhuma solução for correspondida. Em um contexto geral, a anomalia compromete a proteção do nosso planeta, tendo em vista a ineficiência completa ao tentar repelir partículas carregadas vindas do Sol.
“O termo anômalo significa diferente, anormal. Nesse caso, uma anomalia magnética é então um local cujo os valores são diferentes da média de outros medidos em qualquer quaisquer outros lugares. Dessa maneira, a radiação de partículas na região da Amas pode danificar instrumentos diversos, especialmente de satélites ou de estações espaciais”, explica o dr. Luís Benf.
Brasil monitora situação de perto
Para a “felicidade” dos brasileiros, o centro da Anomalia Magnética do Atlântico Sul é dinâmico e se desloca constantemente para outras regiões. Dessa forma, o sinal de alerta em cima do Brasil está ligado, mas deve ser desativado em poucos meses, quando a intensidade de sua extensão for realocada em novas direções.
“Essa anomalia ela se desloca com uma velocidade relativamente grande. Há poucas décadas, ela tinha o seu centro sobre o território brasileiro e há mais ou menos 15 anos, o centro dessa anomalia estava sobre Assunção no Paraguai e atualmente ela está no norte de da Argentina. O Observatório Nacional praticamente faz a medição dessa da da dos efeitos dessa anomalia, desde que ela não era muito conhecida”, destacou Benf.




