Diante da rotina puxada e de outras obrigações ao longo do dia, faz-se necessário, em alguns casos, adquirir um carro. No entanto, determinados motoristas não se atentam a quilometragem de seus respectivos automóveis. De acordo com especialistas, é recomendado que um veículo seja trocado ao passo que tenha acumulado 100 mil quilômetros rodados.
Sobretudo, a partir do registro em questão é comum que os carros comecem a exigir manutenções com maiores frequências, causando dor de cabeça e prejuízos financeiros. A nível de compreensão, a constância em que um veículo é colocado para ser revisado é mais importante que a quilometragem em si, já que problemas recorrentes comprometem o repasse do automóvel.
Mas isso não significa que a partir dos 100 mil quilômetros rodados o carro enfrentará problemas drásticos. Isso porque tudo depende da forma como o proprietário realiza os cuidados, tal como revisões em dia e peças originais. Por outro lado, veículos frequentemente utilizados (para frotas ou motoristas de aplicativo) apresentam desgastes inferiores à quilometragem em questão.
Um outro detalhe que merece ser destacado é o valor de revenda em situações adversas. Carros que apresentam menos de 100 mil km costumam ser mais atrativos para compradores. Em contrapartida, ao passar da marca citada, muitos compradores se afastam das negociações por enxergarem o veículo como mais “usado”.
Quais os carros usados com menor custo de manutenção?
- Toyota Etios Hatch 1.3 – Motor 1.3 de quatro cilindros, 90 cv e 12,8 kgfm e câmbio manual de cinco marchas (Preço médio de R$ 43 mil);
- Hyundai HB20 1.0 – Motor 1.0 aspirado de três cilindros, produzindo 80 cv e 10,2 kgfm (Preço médio de R$ 42 mil);
- Nissan Versa 1.6 – Motor 1.6 de quatro cilindros, com 111 cv e 15,1 kgfm de torque (Preço médio de R$ 50 mil);
- Volkswagen Up! TSI – Motor 1.0 de três cilindros, 105 cv e 16,8 kgfm (Preço médio de R$ 53 mil).


