Nesta segunda-feira (28), o inverno acabou ligando o sinal de alerta da população de Campo Grande. Isso porque a chuva exagerada tomou conta dos municípios da faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul, ganhando a presença de granizo em Rio Brilhante. A mudança de tempo tem tudo para ser prejudicial, tendo em vista as rajadas de ventos.
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Mato Grosso do Sul deve ter chuva acima da média no mês de agosto, chegando a ser histórico para as regiões sul, centro-sul e sudoeste do Estado. Os especialistas estimam que serão acumulados cerca de 40 milímetros de chuva na região. Em contrapartida, a previsão contrasta com a tendência de estiagem no restante do Centro-Oeste.
A título de curiosidade, as cidades de Ponta Porã, Iguatemi, Dourados e Porto Murtinho estão entre as que podem registrar maior volume de chuvas. Nesse ínterim, o tempo será responsável por temperaturas acima da média nas regiões central e pantaneira. O lado negativo é que os riscos de incêndios florestais serão potencializados.
Quais as previsões do tempo?
- Próximos 15 dias – Tendência de chuva até 12 de agosto nas regiões centro-sul, sudoeste e sudeste do Estado, com chuvas entre 10 e 60 milímetros acumulados;
- Frio – Entre agosto a outubro são esperadas novas massas de ar, que podem derrubar os termômetros para mínimas entre 5°C e 10°C.
Tempo não deve perdoar e pode causar danos ao Brasil
Um ciclone extratropical deve atingir as regiões Sul e Sudeste do Brasil durante esta semana, ligando o sinal de alerta devido ao forte indício de que contará com chuvas e fortes ventos de até 130 km/h. Por meio de nota emitida, o MetSul, foi confirmado que a baixa pressão avançou pelo Oceano Atlântico, dando início ao ciclone na manhã desta segunda-feira (28).
A princípio, as regiões que foram assoladas por ventos fortes fazem parte do Sul gaúcho, Leste catarinense, além de cortar o Leste do Paraná até o Leste de São Paulo. Nesse ínterim, rajadas mais intensas foram averiguadas no litoral Sul de Santa Catarina. Por sua vez, foram registradas ventanias ainda na capital paulista e na Grande SP, além da Serra do Mar e partes do Rio de Janeiro.
“Haverá ainda reflexos no serviço de energia no Paraná, mas em menor escala que no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em São Paulo, pela alta densidade populacional, e pelo vento atingir a Grande São Paulo, o número de clientes sem luz também poderá ser alto”, informou o Metsul, alertando para danos como destelhamentos, quedas de placas e possível queda de energia.



