Eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA na temporada 2023/24, Vini Jr. tem comemorado o prestígio internacional no futebol. Figura carimbada nas convocações da Seleção Brasileira, o atacante fechou acordo para se tornar garoto-propaganda da Nike aos 13 anos de idade. Como resultado da parceria, a empresa estadunidense garante anualmente o valor de 10,5 milhões de euros (R$ 64,5 milhões na cotação atual).
Com vínculo válido até 2030, o camisa 7 do Real Madrid estampa as mais diversas campanhas publicitárias da empresa de materiais esportivos. No entanto, existe a possibilidade de novas direções serem alçadas nos próximos anos. Isso porque Vinícius deseja aumentar seus vencimentos, uma vez que foi projetado ao rol de melhores jogadores da atualidade.

Para fins comparativos, os valores entregues ao cria do Flamengo estão defasados em comparação a outros jogadores. Mesmo estando abaixo do rendimento esperado, Neymar recebe da Puma 26 milhões de euros (R$ 159,9 milhões) por ano. Em seguida, surge Erling Haaland, com a Nike pagando 23 milhões de euros, e Lionel Messi faturando 20 milhões de euros com a Adidas.
Enquanto tenta retificar a parceria com a empresa estadunidense, o atacante de 25 anos alinha os últimos detalhes para ampliar a estadia no Campeonato Espanhol. De acordo com apurações da ESPN, Vinícius, que atualmente fatura 17 milhões de euros anuais para defender o Real Madrid, cobiça encher o bolso com 20 milhões de euros a cada temporada.
Vini Jr. é alvo de críticas na Seleção Brasileira
Enquanto defende o clube merengue, Vini é indiscutivelmente uma das peças mais importantes. No entanto, o mesmo prestígio não é adquirido ao representar a Seleção Brasileira. Finalizando os compromissos sob o comando de Carlo Ancelotti em 2025, o atacante conta com apenas dois gols, fator que gerou uma avalanche de críticas por parte da imprensa nacional e torcedores.
O peso de vestir o manto da única delegação pentacampeã mundial é refletido nos números do camisa 7. Em resumo, são oito gols e seis assistências em 45 partidas disputadas pela Seleção Brasileira. Por outro lado, Estêvão, com apenas 11 jogos representando o país, estufou as redes adversárias em cinco oportunidades distintas.





