Em entrevista ao podcast ROKAST, Amado Batista explicou como a pecuária pode gerar faturamentos elevados mesmo para quem não possui terra. Segundo ele, operações com cerca de 500 vacas podem render aproximadamente R$ 500 mil por ano, desde que haja manejo eficiente, funcionários preparados e contratos bem estruturados.
O cantor destacou que muitos proprietários mantêm áreas ociosas por falta de recursos para adquirir gado, e isso abre espaço para arrendamentos vantajosos a criadores que assumem a gestão diária.

Arrendamentos, parcerias e oportunidades no campo
O arrendamento foi apontado por Amado Batista como uma das formas mais acessíveis de entrar no setor. Nessas situações, o dono da fazenda recebe um valor mensal pelo uso da terra, e o arrendatário se responsabiliza completamente pelo rebanho e pela operação. Os contratos variam de poucos meses a vários anos, permitindo estabilidade para quem pretende construir patrimônio no campo.
O cantor também citou modelos de parceria comuns na pecuária. Em um deles, um investidor entrega mil vacas prenhas e recebe 20% dos bezerros ao final da parição, enquanto o gestor da fazenda fica com 80% por fornecer pasto, estrutura e mão de obra.
Amado observou que esse formato reduz custos individuais e torna o negócio viável mesmo para quem não tem grande capital inicial. Ele afirmou que existem profissionais que administram grandes rebanhos apenas com contratos, sem possuir terras.
Durante a conversa, Amado Batista destacou que o gado tende a manter valor por acompanhar o preço da arroba, o que protege o capital contra a inflação, diferentemente de parte dos investimentos financeiros. Ele também comentou que é comum herdeiros venderem propriedades abaixo do valor por falta de interesse na atividade rural, criando oportunidades para compradores experientes.





