Durante entrevista recente, cedida ao Sportbible, um amigo próximo de Michael Schumacher fez revelações a respeito do heptacampeão de Fórmula 1, que está longe dos holofotes desde 2013, quando sofreu grave acidente ao esquiar. Segundo o ex-chefe de operações da Red Bull, Richard Hopkins, é pouco provável que o público volte a ver o alemão publicamente.
Ao ser questionado sobre as visitações feitas sob sigilo a Michael, Hopkins não deu muitas informações, mas entristeceu os fãs do ex-piloto. “Não acho que veremos Michael novamente. Sinto-me desconfortável em falar sobre o estado de saúde dele devido ao sigilo que a família, por razões justificadas, deseja manter“, desabafou o amigo.

As duas personalidades se conheceram no início dos anos de 1990, quando o o ex-chefe de operações trabalhou como mecânico da McLaren. Apesar da aproximação natural, Richard Hopkins afirmou não fazer parte do grupo que frequentemente visita a lenda. No ciclo em questão constam as presenças de nomes como Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger.
As últimas informações lançadas pela imprensa dão conta de que Schumacher saiu de sua mansão em Maiorca, na Espanha, para conhecer sua primeira neta, Millie. O encontro emocionante ocorreu à beira do Lago Genebra, em residência cuidadosamente planejada para preservar a integridade do alemão. A reunião foi desenhada por sua esposa, Corinna Schumacher, com a presença de seguranças e equipe médica.
Diferença absurda ⚽
Relembre o acidente de Michael Schumacher
Ao final de 2013, quando aproveitava o tempo livre com a família, o alemão decidiu esquiar nos Alpes Franceses, mas acabou se acidentando gravemente. Como consequência de um forte trauma na cabeça, o ex-piloto ficou seis meses em coma, sendo acompanhado de forma restrita por um corpo médico. Desde então, familiares e amigos mantêm sigilo sobre o real estado de saúde do heptacampeão.
Em contrapartida, o jornalista alemão Felix Gorner abriu o jogo e revelou informações privilegiadas sobre a lenda da Fórmula 1. De acordo com as apurações do comunicador, “ele precisa de cuidados constantes e está completamente dependente de seus cuidadores. Ele já não consegue mais se expressar verbalmente. No momento, há no máximo 20 pessoas que podem se aproximar do Michael, relatou.





