O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável por arrecadar contribuições e reconhecer direitos de segurados, emitiu um alerta para milhões de brasileiros. Segundo a autarquia federal, aposentados e pensionistas, que não desejam ter dores de cabeça com a interrupção das transferências de seus direitos, precisam regularizar alguns detalhes até o dia 20 de maio.
De acordo com o Governo Federal, os segurados que não realizarem o cadastro biométrico podem lidar com as consequências do bloqueio dos benefícios. A exigência integra um pacote estratégico para reduzir o número de fraudes envolvendo o sistema previdenciário. Nesse cenário, é imprescindível registrar a biometria nas bases oficiais da União.
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Na prática, o meio mais recomendado diz respeito à emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que facilita essa integração. A solicitação dessa informação ocorrerá principalmente no momento de contratar serviços como o crédito consignado. Essa funcionalidade dará aos aposentados e pensionistas do INSS uma camada extra de proteção contra fraudes, além de garantir mais transparência às transações.
Segundo as orientações do Instituto, depois de cadastrar a biometria, os beneficiários deverão utilizar o aplicativo “Meu INSS” para habilitar a função e, com isso, passar a contar com o reconhecimento facial ou digital para trazer mais segurança na administração de suas finanças. Embora torne o processo mais rigoroso, compensa em termos de confiabilidade.
Algumas exceções são aprovadas pelo governo
Ainda que o cadastro da biometria seja importante para viabilizar as transferências com maior segurança, o Governo Federal reconhece as vulnerabilidades de algumas pessoas. O INSS, a fim de incluir todos os aposentados e pensionistas, evitando o bloqueio indevido, dispensou, temporariamente, os seguintes grupos:
- Idosos com mais de 80 anos;
- Pessoas com dificuldade de locomoção;
- Moradores de regiões de difícil acesso e sem tecnologia adequada;
- Brasileiros no exterior e refugiados.





