Recentemente, a Anvisa e o Ministério da Agricultura proibiram a comercialização de lotes de 25 marcas de azeite no Brasil. A decisão foi tomada após análises laboratoriais identificarem a presença de óleos vegetais de outras espécies na composição dos produtos, caracterizando fraude e tornando-os impróprios para consumo.
Entre os lotes incluídos na última atualização, em 12 de novembro, estavam marcas como Royal, Godio, La Vitta e Santa Lucia. A fiscalização envolveu inspeções em estabelecimentos comerciais e pontos de distribuição em todo o país.
Os principais motivos para as proibições foram adulteração, falsificação, rotulagem irregular e presença de óleos vegetais não declarados. Em alguns casos, o governo também constatou importação e distribuição feitas por empresas sem registro no Brasil, instalações inadequadas às normas sanitárias e ausência de licenciamento.

Orientação para consumidores
O Ministério da Agricultura alerta que a comercialização desses azeites constitui infração grave, e os responsáveis podem ser penalizados. Consumidores que adquiriram os produtos proibidos devem interromper o consumo imediatamente e solicitar substituição, conforme o Código de Defesa do Consumidor. Reclamações podem ser registradas pelo canal oficial Fala.BR.
Para reduzir riscos, recomenda-se desconfiar de preços muito baixos, evitar a compra de azeites vendidos a granel e conferir se a marca está na lista de produtos adulterados disponibilizada pela Anvisa.
As marcas afetadas são:
- Alcobaça
- Almazara
- Alonso
- Azapa
- Campo Ourique
- Casa do Azeite
- Castelo de Viana
- Doma
- Escarpas das Oliveiras
- Godio
- Grego Santorini
- La Ventosa
- La Vitta
- Los Nobles
- Málaga
- Ouro Negro
- Quintas D’Oliveira
- Royal
- San Martín
- Santa Lucia
- Serrano
- Terra de Olivos
- Terrasa
- Vale dos Vinhedos
- Villa Glória





