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Banco Central desiste de modalidade do Pix que chegaria para competir com cartões de crédito

Por Iara Alencar
08/12/2025
Banco Central desiste de modalidade do Pix que chegaria para competir com cartões de crédito

Créditos: Bruno Peres/Agência Brasil

Diante de sucessivos adiamentos, a cúpula do Banco Central (BC) voltou atrás e decidiu abrir mão de criar regras específicas para colocar o Pix Parcelado em vigência. O martelo foi batido na última quinta-feira (4), durante a reunião do Fórum Pix, comitê que recebe cerca de 300 participantes do sistema financeiro e da sociedade civil.

Embora tenha decidido remar contra o cronograma inicial, a entidade proibiu as instituições financeiras de utilizarem o nome Pix Parcelado em projetos futuros. Nesse caso, o BC permitiu que termos similares (Pix no crédito ou Parcelo no Pix) sigam em uso. A título de recordação, as novas regras estavam previstas para setembro, mas foram adiadas para outubro e novembro.

De modo geral, a versatilidade irá garantir o uso não somente para compras diretas. Sobretudo, o parcelamento já é ofertado por várias instituições financeiras, mas o BC pretendia padronizar as regras. Nesse processo, chegou a serem discutidas proibições da “rotatividade” no Pix Parcelado, servindo para que os usuários evitassem se atolar em dívidas.

Críticas à postura do Banco Central

A ideia principal do Banco Central é permitir que a população obtenha crédito ou realize um financiamento via Pix, pagando o valor devido em parcelas que podem ser acrescidas de juros. A alternativa pretende revolucionar o setor varejista, uma vez que facilitará a aquisição de bens ou serviços por clientes que não possuem cartão de crédito.

Cada instituição financeira define livremente taxas, prazos, forma de cobrança e apresentação do produto. No entanto, a ausência de uniformização, segundo especialistas, aumenta o risco de endividamento. A princípio, as taxas cobram em torno de 5% ao mês, enquanto o Custo Efetivo Total (CET) chega a aproximadamente 8% mensais.

Por meio de nota, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), que acompanhou a reunião do Fórum Pix, classificou como “inaceitável” a decisão do Banco Central de não estabelecer padrões para operações de crédito associadas ao Pix. De acordo com a entidade, a ausência de regras tende a criar um ambiente de “desordem regulatória”, favorecendo abusos e ampliando o risco de superendividamento.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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