A exigência de identificação biométrica passou a integrar o processo de concessão de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o que traz uma camada extra de segurança ao sistema. Desde novembro de 2025, a medida se tornou obrigatória para novos solicitantes, conforme definido pelo Decreto nº 12.561. O objetivo é reduzir fraudes, proteger os dados dos cidadãos e garantir que os pagamentos sejam realizados de forma correta.
Para quem já recebe aposentadoria ou pensão, não há risco imediato de bloqueio. O próprio INSS reforça que os beneficiários antigos continuarão com os depósitos normalmente, mesmo que ainda não tenham realizado a validação biométrica. Assim, os pagamentos seguem garantidos para o mês de abril de 2026, evitando qualquer impacto direto a curto prazo.

A implementação do sistema tem sido feita de maneira gradual, permitindo uma adaptação mais tranquila. Caso seja necessário atualizar o cadastro, o instituto informa que fará a comunicação de forma antecipada e individual. Sendo assim, o segurado terá tempo para cumprir a exigência sem prejuízos ou interrupções inesperadas nos repasses.
Regras em vigor do INSS mantêm benefício ativo
Outra mudança relevante envolve a Carteira de Identidade Nacional (CIN), que vai passar a ser o principal documento de identificação no país a partir de janeiro de 2028. A proposta é centralizar informações em um único registro, facilitando tanto o acesso a serviços públicos quanto a manutenção de benefícios sociais. Mesmo com a nova regra, há exceções importantes previstas.
Estão dispensados da biometria idosos acima de 80 anos, pessoas com mobilidade reduzida mediante comprovação médica, moradores de áreas remotas, além de migrantes, refugiados e brasileiros que vivem no exterior. Para mais informações, consultas e acompanhamento de solicitações, o cidadão pode utilizar o aplicativo Meu INSS, que concentra diversos serviços de forma prática e acessível.





