A situação de Nicki Minaj diante de uma disputa judicial pode resultar na venda de sua mansão avaliada em R$ 106 milhões. A Justiça da Califórnia analisa a possibilidade de autorizar a negociação compulsória do imóvel após a artista não quitar a indenização destinada a um ex-segurança.
O caso está relacionado a um episódio de 2019, quando o funcionário afirma ter sido agredido nos bastidores após um incidente durante um show. A decisão ainda depende da análise de documentos financeiros, mas o risco de perda do patrimônio passou a ser considerado concreto.

Processo judicial e risco de venda do imóvel
O ex-segurança relata que, ao tentar esclarecer a invasão de um fã ao palco, foi recebido de forma hostil e sofreu agressões que resultaram em lesões na mandíbula. A Justiça determinou o pagamento de mais de meio milhão de dólares, valor que ele afirma não ter recebido.
Diante da ausência de pagamento, o profissional pediu à Justiça a venda da mansão da cantora em Hidden Hills, alegando que o valor atual do imóvel seria suficiente para cobrir a hipoteca, a indenização e demais custos legais.
Durante a audiência, a juíza responsável afirmou que ainda revisará um extrato bancário com o histórico da hipoteca desde 2022. O documento é necessário para verificar se a venda cobriria todas as despesas, mesmo que o imóvel seja arrematado por um valor inferior ao de mercado. A magistrada destacou que somente após essa análise tomará a decisão final sobre a autorização da venda.
O imóvel avaliado em US$ 20 milhões possui uma hipoteca ativa de US$ 13,3 milhões. Após os descontos previstos por lei, o patrimônio líquido restante poderia ser usado para quitar a dívida trabalhista.





