Fenômeno de grande encantamento, as chuvas de meteoros, popularmente conhecidas como chuvas de estrelas, tornaram-se um evento anual, cultuado por várias pessoas ao redor do mundo. Neste mês de agosto será possível verificar três performances astronômicas, que serão evidenciadas até o dia 23.
De acordo com cientistas, ao menos três chuvas de meteoros estarão ativas nos próximos dias. Nesse ínterim, os observadores vão poder experenciar as Delta Aquarídeas do sul, as Capricornídeas Alfa e as Perseidas. O detalhe curioso é que o fenômeno ganhou pico entre 29 e 30 de julho, mas permanecerá ativos até a segunda quinzena deste mês.
Dentre todos os três fenômenos, o mais aguardado é sem dúvida a chuva de meteoros Perseidas. Ela estará ativa de 17 de julho a 23 de agosto, com pico de atividade na noite de 12 para 13 de agosto. O problema é que a lua minguante gibosa (uma fase em que mais da metade da superfície visível do satélite da Terra é iluminada) pode dificultar a observação.
Mas a final, o que é a chuva de estrelas?
Embora a pluralidade de nomes exista, a chuva de estrelas consiste em um período onde a Terra atravessa uma região do espaço em que os detritos de cometas ou asteroides são notórios. Diante da situação, os resíduos, chamados de meteoroides, entram na atmosfera em alta velocidade, criando rastros luminosos no céu. O fenômeno é nomeado de acordo com a constelação em que está localizado o radiante.
“Uma chuva de meteoros é um evento celestial no qual vários meteoros são observados irradiando, ou originando-se, de um ponto no céu noturno chamado radiante. Esses meteoros são causados por fluxos de detritos cósmicos chamados meteoróides que entram na atmosfera da Terra em velocidades extremamente altas”, explica a Sociedade Americana do Meteoro (American Meteor Society, da sigla AMS), uma corporação sem fins lucrativos que observa, monitora e fornece informações sobre meteoros.





