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Cientistas descobrem peixe na Amazônia que gera clones idênticos e por isso vivem há 100 mil anos

Por Juan Rodriguez
12/03/2026
Grande reservatório de água doce descoberto no Brasil aguenta abastecer toda a humanidade por 250 anos

Créditos: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Um pequeno peixe de água doce vem intrigando cientistas há décadas por desafiar uma das ideias clássicas da biologia evolutiva. A espécie conhecida como molinésia amazônica consegue sobreviver há cerca de 100 mil anos reproduzindo-se praticamente por clonagem, sem a necessidade de troca genética entre macho e fêmea, algo considerado improvável pela teoria tradicional da evolução.

Segundo a reportagem da National Geographic, pesquisadores identificaram recentemente o mecanismo genético que ajuda a explicar esse fenômeno. A descoberta foi apresentada em um estudo publicado na revista científica Nature e revela como esses peixes nativos do sul do México e do Texas, nos Estados Unidos, conseguem evitar o acúmulo de mutações prejudiciais que, em tese, levariam uma espécie assexuada à extinção.

A espécie, chamada cientificamente de Poecilia formosa, utiliza um processo conhecido como ginogênese. Nesse tipo de reprodução, a fêmea precisa apenas do estímulo de um macho de outra espécie para iniciar o desenvolvimento do embrião, mas o DNA transmitido aos filhotes é exclusivamente materno. Na prática, cada nova geração nasce como um clone genético da mãe.

Espécie de peixe intriga a cientistas de todo mundo

O estudo liderado pelo biólogo Edward Ricemeyer, da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, na Alemanha, identificou que essas molinésias conseguem corrigir mutações nocivas por meio de um mecanismo chamado conversão gênica. Esse processo permite substituir trechos danificados do DNA por cópias saudáveis presentes em cromossomos semelhantes, funcionando como uma espécie de “reparo” genético interno.

A descoberta ajuda a explicar por que essa espécie conseguiu sobreviver por tanto tempo, contrariando previsões que indicavam que organismos assexuados desapareceriam em cerca de 10 mil anos. Para cientistas como Micah Dunthorn, da Universidade de Oslo, na Noruega, o resultado abre caminho para investigar se mecanismos semelhantes também existem em outros animais, plantas ou fungos que se reproduzem sem troca genética.

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Juan Rodriguez

Juan Rodriguez

Natural do Rio de Janeiro, formado em Jornalismo/Comunicação Social pela Universidade Veiga de Almeida. Tem com experiência em mídias sociais, rádio e televisão. Tem passagens por G1 e Inter TV. Amante dos esportes, principalmente do futebol, atua na área desde 2017 e já fez parte da cobertura de competições como Copa América, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Estaduais, entre outras.

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