Assumindo o protagonismo de país da América do Sul que mais recebe turistas, o Brasil está longe de oferecer a melhor infraestrutura para seus moradores e visitantes. No entanto, esse cenário pode ser alterado com o surgimento de um novo asfalto que pode ser reparado automaticamente ao apresentar danos. O estudo vem sendo encabeçado por cientistas do Reino Unido e do Chile.
Em fase de desenvolvimento, as análises estão sendo coletadas para que posteriormente o produto venha a ser disseminado para outras nações. De acordo com os resultados preliminares, o asfalto inovador promete ser a própria solução para buracos e rachaduras nas estradas. A euforia fica a cargo dos testes iniciais, que comprovaram que o prestígio mundial está perto de ser uma realidade.

Para garantir uma maior dinâmica, o projeto, coordenado por cientistas do King’s College London e da Swansea University, utilizou Inteligência Artificial (IA). O mecanismo serviu para estudar a composição molecular do betume, material básico do asfalto. Em outras palavras, o aprofundamento tende a prever e dinamizar as propriedades de autorreparação do solo.
Mas como a reparação será realizada?
Mesmo que os ensaios estejam em constante repaginação, os especialistas por detrás da descoberta explicaram que o asfalto tecnológico baseia-se em microcápsulas minúsculas. Em resumo, as cápsulas apresentam esporos naturais e substâncias rejuvenescedoras derivadas de resíduos. Portanto, quando as fissuras ocorrem, elas rompem e liberam óleos que suavizam o material asfáltico.
Como resposta imediata à presença dos buracos, as cápsulas reparam as rachaduras instantaneamente, como se fossem coordenadas. Um outro fator que merece ser destacado diz respeito à redução das despesas com a infraestrutura. Em outras palavras, a implementação dessa tecnologia pode reduzir custos significativamente, prolongando a vida útil das superfícies e diminuindo a necessidade de reparos.





